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			<journal-title-group>
				<journal-title>Revista Brasileira de Saúde Ocupacional</journal-title>
				<abbrev-journal-title abbrev-type="publisher">Rev. bras. saúde ocup.</abbrev-journal-title>
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			<issn pub-type="epub">2317-6369</issn>
			<issn pub-type="ppub">0303-7657</issn>
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				<publisher-name>Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho - FUNDACENTRO</publisher-name>
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			<article-id pub-id-type="publisher-id">00043</article-id>
			<article-id pub-id-type="doi">10.1590/2317-6369000041118</article-id>
			<article-id pub-id-type="other">02602</article-id>
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					<subject>Tema livre/Revisão</subject>
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			<title-group>
				<article-title>Exposição a agrotóxicos e agravos à saúde em trabalhadores agrícolas: o que revela a literatura?</article-title>
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					<trans-title>Exposure to pesticides and agricultural workers’ health: what does literature reveal?</trans-title>
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				<contrib contrib-type="author">
					<contrib-id contrib-id-type="orcid">0000-0003-0331-3873</contrib-id>
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						<surname>Nogueira</surname>
						<given-names>Fernanda de Albuquerque Melo</given-names>
					</name>
					<xref ref-type="aff" rid="aff1"><sup>a</sup></xref>
					<xref ref-type="aff" rid="aff2"><sup>b</sup></xref>
					<xref ref-type="corresp" rid="c1"><sup>*</sup></xref>
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				<contrib contrib-type="author">
					<contrib-id contrib-id-type="orcid">0000-0002-7798-2095</contrib-id>
					<name>
						<surname>Szwarcwald</surname>
						<given-names>Celia Landmann</given-names>
					</name>
					<xref ref-type="aff" rid="aff3"><sup>c</sup></xref>
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				<contrib contrib-type="author">
					<contrib-id contrib-id-type="orcid">0000-0002-7059-3353</contrib-id>
					<name>
						<surname>Damacena</surname>
						<given-names>Gisele Nogueira</given-names>
					</name>
					<xref ref-type="aff" rid="aff3"><sup>c</sup></xref>
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			<aff id="aff1">
				<label>a</label>
				<institution content-type="original">Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde, Programa de Pós Graduação em Informação e Comunicação em Saúde. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.</institution>
				<institution content-type="orgname">Fundação Oswaldo Cruz</institution>
				<institution content-type="normalized">Fundação Oswaldo Cruz</institution>
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				<label>b</label>
				<institution content-type="original">Instituto Nacional do Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca), Coordenação de Prevenção e Vigilância, Área Técnica Ambiente, Trabalho e Câncer. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.</institution>
				<institution content-type="orgname">Instituto Nacional do Câncer José Alencar Gomes da Silva</institution>
				<institution content-type="normalized">Instituto Nacional do Câncer José Alencar Gomes da Silva</institution>
				<institution content-type="orgdiv1">Coordenação de Prevenção e Vigilância, Área Técnica Ambiente, Trabalho e Câncer</institution>
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			<aff id="aff3">
				<label>c</label>
				<institution content-type="original">Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.</institution>
				<institution content-type="orgname">Fundação Oswaldo Cruz</institution>
				<institution content-type="normalized">Fundação Oswaldo Cruz</institution>
				<institution content-type="orgdiv1">Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde</institution>
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				<country country="BR">Brasil</country>
			</aff>
			<author-notes>
				<corresp id="c1"><italic>Contato</italic>: Fernanda de Albuquerque Melo Nogueira <italic>E-mail</italic>: fernanda.<email>nogueira@inca.gov.br</email>
				</corresp>
				<fn fn-type="conflict" id="fn3">
					<p>Os autores declaram que o trabalho não foi subvencionado e que não há conflitos de interesses.</p>
				</fn>
				<fn fn-type="con" id="fn4">
					<label><bold>Contribuições de autoria</bold></label>
					<p> Nogueira, FAM, Szwarcwald, CL e Damacena, GN contribuíram igualmente para a concepção do trabalho, levantamento e análise das informações e elaboração, revisão e aprovação da versão final publicada. As autoras assumem integral responsabilidade pelo trabalho e o conteúdo aqui publicado.</p>
				</fn>
			</author-notes>
			<!--pub-date date-type="pub" publication-format="electronic">
				<day>17</day>
				<month>11</month>
				<year>2020</year>
			</pub-date>
			<pub-date date-type="collection" publication-format="electronic"-->
			<pub-date pub-type="epub-ppub">	
				<year>2020</year>
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			<volume>45</volume>
			<elocation-id>e36</elocation-id>
			<history>
				<date date-type="received">
					<day>08</day>
					<month>11</month>
					<year>2018</year>
				</date>
				<date date-type="rev-recd">
					<day>10</day>
					<month>09</month>
					<year>2019</year>
				</date>
				<date date-type="accepted">
					<day>13</day>
					<month>09</month>
					<year>2019</year>
				</date>
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				<license license-type="open-access" xlink:href="https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/" xml:lang="pt">
					<license-p>Este é um artigo publicado em acesso aberto sob uma licença Creative Commons</license-p>
				</license>
			</permissions>
			<abstract>
				<title>Resumo</title>
				<sec>
					<title>Introdução:</title>
					<p> a relação entre agrotóxicos e agravos à saúde tem sido investigada em diferentes contextos. </p>
				</sec>
				<sec>
					<title>Objetivo:</title>
					<p> reunir evidência científica relevante sobre agravos à saúde associados à exposição ocupacional aos agrotóxicos. </p>
				</sec>
				<sec>
					<title>Métodos:</title>
					<p> revisão de literatura de estudos publicados entre 2000 e 2017, nas bases PubMed, Embase e LILACS. Estabeleceu-se como critérios de elegibilidade: a) estudos observacionais; b) população de trabalhadores agrícolas; c) exposição ocupacional; d) agravos à saúde definidos como desfecho; e) comparação estatística de expostos com não expostos; f) idioma inglês, português ou espanhol. </p>
				</sec>
				<sec>
					<title>Resultados:</title>
					<p> 59 publicações foram elegíveis - 33 estudos transversais, 22 de coorte e 4 caso-controle. </p>
				</sec>
				<sec>
					<title>Discussão:</title>
					<p> os estudos indicam que trabalhadores rurais apresentam maior risco para alguns agravos crônicos (câncer, doenças mentais, neurológicas, endócrinas, renais, auditivas, respiratórias e autoimunes), efeitos subclínicos (danos genéticos e alterações bioquímicas) e sinais e sintomas clínicos de intoxicação aguda. Também foram identificadas limitações dos estudos quanto à avaliação da exposição e do desfecho, delineamento e amostragem. </p>
				</sec>
				<sec>
					<title>Conclusão:</title>
					<p> as evidências sugerem a necessidade de se complementar a avaliação da saúde dos trabalhadores expostos aos agrotóxicos utilizando biomarcadores de efeito de genotoxicidade e citotoxicidade, a fim de promover e ampliar a vigilância da exposição e das intoxicações crônicas e suas prevenções.</p>
				</sec>
			</abstract>
			<trans-abstract xml:lang="en">
				<title>Abstract</title>
				<sec>
					<title>Introduction:</title>
					<p> the association between pesticides and health effects has been investigated in several different contexts. </p>
				</sec>
				<sec>
					<title>Objective:</title>
					<p> to gather relevant scientific evidence regarding health effects associated to occupational exposure to pesticides. </p>
				</sec>
				<sec>
					<title>Methods:</title>
					<p> literature review of studies published between 2000 and 2017 on PubMed, Embase and LILACS. We adopted the following eligibility criteria: a) observational studies; b) population of agricultural workers; c) occupational exposure to pesticides; d) health effects defined as outcome; e) statistical comparison between exposed and non-exposed subjects; f) English, Portuguese or Spanish language. </p>
				</sec>
				<sec>
					<title>Results:</title>
					<p> of 59 papers selected, 33 were cross-sectional studies, 22 cohort studies and 4 case-control studies. </p>
				</sec>
				<sec>
					<title>Discussion:</title>
					<p> the studies indicated that rural workers presented higher risk for some chronic diseases (cancer, mental, neurological, endocrine, kidney, hearing, respiratory and autoimmune), subclinical effects (genetic damages and biochemical changes) and clinical signs and symptoms of acute pesticide poisoning. We also identified study limitations concerning design and sampling, assessment of exposure and outcome. </p>
				</sec>
				<sec>
					<title>Conclusion:</title>
					<p> the evidences suggest the need to complement health evaluation of workers exposed to pesticides using effect biomarkers of genotoxicity and cytotoxicity in order to promote and expand surveillance of pesticides exposure and chronic intoxications, as well as their prevention.</p>
				</sec>
			</trans-abstract>
			<kwd-group xml:lang="pt">
				<title>Palavras-chave:</title>
				<kwd>agrotóxicos</kwd>
				<kwd>efeitos adversos</kwd>
				<kwd>intoxicação</kwd>
				<kwd>agricultores</kwd>
				<kwd>saúde do trabalhador</kwd>
			</kwd-group>
			<kwd-group xml:lang="en">
				<title>Keywords:</title>
				<kwd>pesticides</kwd>
				<kwd>adverse effects</kwd>
				<kwd>poisoning</kwd>
				<kwd>farmers</kwd>
				<kwd>occupational health</kwd>
			</kwd-group>
			<counts>
				<fig-count count="1"/>
				<table-count count="4"/>
				<equation-count count="0"/>
				<ref-count count="95"/>
			</counts>
		</article-meta>
	</front>
	<body>
		<sec sec-type="intro">
			<title>Introdução</title>
			<p>As atividades agrícolas e de pecuária sofreram profundas transformações ao longo do tempo nos seus modos de produzir alimentos<xref ref-type="bibr" rid="B1"><sup>1</sup></xref>.</p>
			<p>O século XX foi um marco histórico para o sistema de produção agrícola mundial, caracterizando-se pela mecanização, divisão social do trabalho e uso intensivo de agroquímicos, resultando em produção em larga escala - especialmente por meio de monocultivos, favorecendo os grandes latifundiários e empresários em detrimento dos pequenos agricultores e camponeses tradicionais. O uso de agrotóxicos impôs-se como uma necessidade de mercado<xref ref-type="bibr" rid="B2"><sup>2</sup></xref>, e os danos sociais, ambientais e à saúde humana, gerados por essa “nova” agricultura, propiciaram aumento da concentração fundiária, exploração da mão-de-obra no campo, expulsão dos agricultores para a periferia dos grandes centros urbanos e pobreza rural; avanços das monoculturas sobre reservas florestais, terras indígenas e áreas de proteção ambiental; contaminação de águas, do ar, do solo e dos alimentos, com perda da biodiversidade e extinção de espécies e envenenamento dos agricultores pelo uso intensivo de insumos químicos<xref ref-type="bibr" rid="B3"><sup>3</sup></xref>.</p>
			<p>Os agroquímicos são produtos químicos sintéticos empregados na agropecuária com diversas finalidades de uso. Compreendem adubos químicos ou fertilizantes, produtos veterinários, hormônios sintéticos, agrotóxicos e outros. Dentre os principais insumos químicos utilizados na agricultura têm-se os agrotóxicos, definidos como qualquer substância ou mistura de substâncias químicas ou biológicas empregados com o objetivo de repelir, destruir ou controlar pragas ou regular o crescimento da planta, podendo ser classificados segundo a finalidade como inseticidas, fungicidas, rodenticidas e herbicidas, entre outras. No entanto, por possuírem toxicidade intrínseca, são reconhecidos como agentes tóxicos à saúde humana e ambiental<xref ref-type="bibr" rid="B4"><sup>4</sup></xref>.</p>
			<p>Estudos experimentais demonstraram que a ocorrência de agravos à saúde em humanos decorrente da exposição aos agrotóxicos depende do tipo de ingrediente ativo (IA), da dose administrada, da via de penetração no organismo, do tempo de exposição ao IA e da susceptibilidade individual<sup>5</sup>. Dentre os mecanismos de ação dos IA de agrotóxicos sobre o organismo, a literatura científica destaca os seguintes: a) redução das atividades das enzimas acetilcolinesterase e butirilcolinesterase<xref ref-type="bibr" rid="B5"><sup>5</sup></xref>; b) desregulação endócrina<xref ref-type="bibr" rid="B6"><sup>6</sup></xref>; c) genotoxicidade e alterações genéticas<xref ref-type="bibr" rid="B7"><sup>7</sup></xref>; d) indução de carcinogênese<xref ref-type="bibr" rid="B8"><sup>8</sup></xref>; d) estresse oxidativo<xref ref-type="bibr" rid="B9"><sup>9</sup></xref> e f) imunossupressão<xref ref-type="bibr" rid="B10"><sup>10</sup></xref>.</p>
			<p>Os resíduos de agrotóxicos podem afetar a cadeia alimentar e atingir rios, lagos, mares, reservas de mananciais e lençóis freáticos, contaminando o solo e os alimentos<xref ref-type="bibr" rid="B11"><sup>11</sup></xref>. Estudos científicos revelaram resíduos de agrotóxicos na urina<xref ref-type="bibr" rid="B12"><sup>12</sup></xref>, sangue e leite humano<xref ref-type="bibr" rid="B13"><sup>13</sup></xref>.</p>
			<p>Segundo Breilh<xref ref-type="bibr" rid="B14"><sup>14</sup></xref>, os processos de trabalho no campo (agricultura), os modos de produção agrícola, a situação cultural e as relações sociais estabelecidas estão inseridas em diferentes contextos histórico, político, social e econômico, determinando os modos de viver das populações rurais. A combinação desses determinantes gera níveis/graus de exposição aos agrotóxicos diferenciados, podendo ocasionar adoecimento. Nesse sentido, as áreas agrícolas são consideradas locais de alto risco em função do uso de agrotóxicos no cultivo de alimentos e, portanto, a população agrícola que lá reside ou trabalha torna-se um grupo extremamente vulnerável devido à presença desses agentes que podem ocasionar danos severos à sua saúde<xref ref-type="bibr" rid="B15"><sup>15</sup></xref>.</p>
			<p>Mediante o exposto, o presente trabalho teve por objetivo reunir evidência científica relevante sobre os principais agravos à saúde estudados na população de trabalhadores da agricultura, pecuária e afins, associados à exposição aos agrotóxicos.</p>
		</sec>
		<sec sec-type="methods">
			<title>Métodos</title>
			<p>A revisão desenvolveu-se em cinco etapas:</p>
			<sec>
				<title>Etapa 1</title>
				<p>Busca por estudos elegíveis e identificação das bases de dados bibliográficas a partir dos seguintes critérios de inclusão: a) estudos observacionais de coorte, caso-controle e transversais, publicados entre os anos 2000 e 2017. O período da busca foi definido para se obter estudos mais recentes referentes ao tema; b) população de interesse composta por agricultores (trabalhadores que praticam agricultura), criadores de animais (trabalhadores da pecuária) e aplicadores de agrotóxicos (trabalhadores que aplicam agrotóxicos); c) exposição, definida pelo uso de agrotóxicos no trabalho; d) desfecho, definido como agravos à saúde; e) uso de testes estatísticos para comparação de expostos com não expostos (considerou-se o parâmetro p - valor &lt; 0,05 para significância estatística das associações); f) estudos escritos nos idiomas inglês, português ou espanhol. A busca ocorreu entre setembro e dezembro de 2017 nas seguintes bases bibliográficas: PubMed, Embase e LILACS (BVS). As estratégias de busca foram específicas para cada base bibliográfica. No PubMed os descritores foram: (((((“<italic>Agrochemicals</italic>/<italic>adverse effects</italic>”[<italic>Medical Subject Headings</italic> - MeSH])) OR (“<italic>Agrochemicals/poisoning</italic>”[Mesh])) OR (“<italic>Agrochemicals/toxicity</italic>”[Mesh])) OR (“Agrochemicals health effects”)) OR (“<italic>Agrochemicals health problems</italic>”)) OR (“<italic>Agrochemicals health symptoms</italic>”)) OR (“<italic>Agrochemicals chronic effects</italic>”)) AND (“<italic>Farmers</italic>”[Mesh]) AND ((“2000/01/01”[PDAT] : “2017/12/31”[PDAT]) AND “<italic>humans</italic>”[Mesh Terms]. No Embase, foram identificados os descritores “<italic>ENTRY</italic>” relacionados a agroquímicos, agravos à saúde e agricultores, a partir da estratégia de busca: ((‘<italic>pesticide</italic>’/exp/mj OR ‘<italic>agricultural chemical</italic>’/exp/mj) AND (‘<italic>adverse outcome</italic>’/exp/mj OR ‘<italic>intoxication</italic>’/exp/mj) AND (‘<italic>agricultural worker</italic>’/exp/mj) AND [2000-2017]/py. Na LILACS, foram utilizados os descritores (Decs) / palavras chave: (“agroquímicos” OR “pesticidas” OR “agrotóxicos”) AND (“fazendeiros” OR “agricultores” OR “trabalhador rural”) AND (“doenças” OR “agravos à saúde” OR “condições de saúde” OR “problemas de saúde” OR “intoxicação” OR “envenenamento”) AND (<italic>collection</italic>:(“06-<italic>national</italic>/BR” OR “05-<italic>specialized</italic>”) OR db:(“LILACS” OR “MEDLINE”)) AND (db:(“LILACS”) AND limit:(“<italic>humans</italic>”) AND la:(“en” OR “pt” OR “es”) AND type:(“<italic>article</italic>”).</p>
			</sec>
			<sec>
				<title>Etapa 2</title>
				<p>Triagem dos estudos pela leitura do título e dos resumos. Em seguida, confirmação da elegibilidade por leitura completa feita por dois pesquisadores que realizaram a leitura de forma independente.</p>
			</sec>
			<sec>
				<title>Etapa 3</title>
				<p>Busca manual de estudos adicionais a partir das listas de referências dos estudos selecionados.</p>
			</sec>
			<sec>
				<title>Etapa 4</title>
				<p>Extração e tabulação dos dados dos estudos selecionados em uma planilha com as informações sobre: autor, ano, local, população estudada, amostragem, mensuração da exposição e do desfecho, variáveis de confusão, análise estatística e resultados.</p>
			</sec>
			<sec>
				<title>Etapa 5</title>
				<p>Avaliação crítica dos estudos selecionados.</p>
			</sec>
		</sec>
		<sec sec-type="results">
			<title>Resultados</title>
			<p>Foram identificados 132 estudos (21 na base de dados Embase, 45 na LILACS e 66 no PubMed). Desses, foram excluídos 78 por não atenderem aos critérios de inclusão, restando 54 publicações. Do total de artigos excluídos, 14 eram estudos de revisão, 6 estudos qualitativos, 3 estudos de caso, 5 estudos ecológicos, 6 estudos de intervenção em comunidades, 15 estudos descritivos, 12 estudos não relacionados à exposição ou ao desfecho investigados, 6 estudos que não avaliaram a população agrícola, 5 estudos na modalidade de ensaio, 3 estudos sobre validação de metodologias, 1 estudo com publicação apenas no <italic>abstract</italic>, 1 estudo em duplicata e 1 estudo sem <italic>Digital Object Identifier</italic> (DOI) localizado. Foram incluídos 5 estudos por meio de busca manual totalizando 59 estudos (<xref ref-type="fig" rid="f1">Figura 1</xref>).</p>
			<p>
				<fig id="f1">
					<label>Figura 1</label>
					<caption>
						<title>Fluxo de seleção dos artigos</title>
					</caption>
					<graphic xlink:href="2317-6369-rbso-45-e36-gf1.jpg"/>
				</fig>
			</p>
			<p>O <xref ref-type="table" rid="t1">Quadro 1</xref> apresenta todos os estudos selecionados de acordo com local, delineamento e população estudada. Foram identificados 33 estudos transversais, 22 de coorte e 4 casos-controle, segundo informações referidas pelos autores. A maioria foi de estudos internacionais.</p>
			<p>
				<table-wrap id="t1">
					<label>Quadro 1</label>
					<caption>
						<title>País, ano de publicaçao, delineamento e população estudada nos estudos selecionados</title>
					</caption>
					<table frame="hsides" rules="groups">
						<colgroup>
							<col width="20%"/>
							<col width="20%"/>
							<col width="20%"/>
							<col width="40%"/>
						</colgroup>
						<thead>
							<tr>
								<th align="left"><bold>
 <italic>Autor(es)</italic>
</bold></th>
								<th align="center"><bold>
 <italic>País, ano</italic> 
</bold></th>
								<th align="center"><bold>
 <italic>Delineamento</italic>
</bold></th>
								<th align="center"><bold>
 <italic>População estudada*</italic>
</bold></th>
							</tr>
						</thead>
						<tbody>
							<tr>
								<td align="left">Moisan et al.<xref ref-type="bibr" rid="B16"><sup>16</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">França, 2015 </td>
								<td align="left">Caso-controle </td>
								<td align="left">133 agricultores com DP/parkinsonismo e 298 controles entre 50 a 79 anos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Nielsen et al.<xref ref-type="bibr" rid="B17"><sup>17</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">EUA, 2017 </td>
								<td align="left">Transversal </td>
								<td align="left">38 aplicadores de agrotóxicos com ≥30 anos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Nguyen et al.<xref ref-type="bibr" rid="B18"><sup>18</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">EUA, 2015 </td>
								<td align="left">Coorte </td>
								<td align="left">136 agricultores e 116 controles com ≥30 anos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Zhang et al.<xref ref-type="bibr" rid="B19"><sup>19</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">China, 2015 </td>
								<td align="left">Caso-controle </td>
								<td align="left">121 agricultores intoxicados por agrotóxicos e 80 controles com &gt;18 anos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Jamal et al.<xref ref-type="bibr" rid="B20"><sup>20</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">India, 2016 </td>
								<td align="left">Transversal </td>
								<td align="left">187 aplicadores de agrotóxicos e 187 controles entre 16 e 80 anos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Sunwook et al. <xref ref-type="bibr" rid="B21"><sup>21</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">EUA, 2016 </td>
								<td align="left">Coorte </td>
								<td align="left">77 agricultores e 59 controles entre 30 e 70 anos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Campos et al.<xref ref-type="bibr" rid="B22"><sup>22</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Brasil, 2017 </td>
								<td align="left">Transversal </td>
								<td align="left">869 agricultores/moradores rurais com ≥18 anos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Harrison &amp; <sup>(Ross23)</sup></td>
								<td align="left">Inglaterra, 2016 </td>
								<td align="left">Transversal </td>
								<td align="left">127 produtores de ovelha expostos a OF e 78 controles entre 18 e 70 anos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Kim et al.<xref ref-type="bibr" rid="B24"><sup>24</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Coreia do Sul, 2014 </td>
								<td align="left">Transversal </td>
								<td align="left">1.895 agricultores homens que participaram do “Registro Domiciliar de Agricultura” entre 30 e 70 anos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Lemarchand et al.<xref ref-type="bibr" rid="B25"><sup>25</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">França, 2016 </td>
								<td align="left">Coorte </td>
								<td align="left">81.961 agricultores filiados ao seguro Mutualité Sociale Agricola com ≥18 anos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Bonner et al.<xref ref-type="bibr" rid="B26"><sup>26</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">EUA, 2005 </td>
								<td align="left">Coorte </td>
								<td align="left">58 agricultores expostos a agrotóxicos e 58 controles (coorte do AHS) (sem informação sobre idade, apenas faixas etárias na tabela de resultados) </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Boada et al.<xref ref-type="bibr" rid="B27"><sup>27</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Espanha, 2016 </td>
								<td align="left">Caso-controle </td>
								<td align="left">140 agricultores com casos de CA de bexiga primários e 206 controles de base hospitalar (sem informação sobre idade. Apenas faixas etárias na tabela de resultados) </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Boulanger et al.<xref ref-type="bibr" rid="B28"><sup>28</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">França, 2017 </td>
								<td align="left">Coorte </td>
								<td align="left">148.051 agricultores filiados ao seguro Mutualité Sociale Agricole com ≥18 anos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Piccoli et al.<xref ref-type="bibr" rid="B29"><sup>29</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Brasil, 2016 </td>
								<td align="left">Transversal </td>
								<td align="left">275 agricultores com ≥18 anos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Medda et al.<xref ref-type="bibr" rid="B30"><sup>30</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Itália, 2017 </td>
								<td align="left">Transversal </td>
								<td align="left">177 agricultores e 74 controles com &gt;18 anos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">La Verda et al.<xref ref-type="bibr" rid="B31"><sup>31</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">EUA, 2015 </td>
								<td align="left">Coorte </td>
								<td align="left">8.365 aplicadores de agrotóxicos da coorte do AHS com 20 anos ou mais </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Lebov et al.<xref ref-type="bibr" rid="B32"><sup>32</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">EUA, 2015 </td>
								<td align="left">Coorte </td>
								<td align="left">31.142 esposas de aplicadores de agrotóxicos com ≥18 anos (coorte do AHS) </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Hoppin et al.<xref ref-type="bibr" rid="B33"><sup>33</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">EUA, 2017 </td>
								<td align="left">Coorte </td>
								<td align="left">22.134 aplicadores de agrotóxicos que participaram do AHS (2005 e 2010) com 20 anos ou mais </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Bazilio et al.<xref ref-type="bibr" rid="B34"><sup>34</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Brasil, 2012 </td>
								<td align="left">Transversal </td>
								<td align="left">33 agricultores com ≥18 anos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">De Sena et al.<xref ref-type="bibr" rid="B35"><sup>35</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Brasil, 2013 </td>
								<td align="left">Transversal </td>
								<td align="left">351 agricultores com ≥18 anos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Parks et al.<xref ref-type="bibr" rid="B36"><sup>36</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">EUA, 2016 </td>
								<td align="left">Coorte </td>
								<td align="left">Esposas de aplicadores de agrotóxicos (24.018 não casos de AR e 132 casos incidentes) com 20 anos ou mais </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">García-García et al.<xref ref-type="bibr" rid="B37"><sup>37</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Espanha, 2016 </td>
								<td align="left">Coorte </td>
								<td align="left">189 agricultores expostos e 91 controles com ≥18 anos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Aroonvilairat et al.<xref ref-type="bibr" rid="B38"><sup>38</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Tailândia, 2015 </td>
								<td align="left">Transversal </td>
								<td align="left">64 agricultores e 60 controles entre 20 e 60 anos</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Rocha et al.<xref ref-type="bibr" rid="B39"><sup>39</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Brasil, 2015 </td>
								<td align="left">Coorte </td>
								<td align="left">54 agricultores e 108 controles sem informação sobre idade </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Alves et al.<xref ref-type="bibr" rid="B40"><sup>40</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Brasil, 2016 </td>
								<td align="left">Transversal </td>
								<td align="left">77 agricultores com idade média de 45 anos e 60 controles com idade média de 44 anos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Hongsibsong et al.<xref ref-type="bibr" rid="B41"><sup>41</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Tailândia, 2017 </td>
								<td align="left">Transversal </td>
								<td align="left">103 agricultores e 47 controles entre 25 e 65 anos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Lebailly et al.<xref ref-type="bibr" rid="B42"><sup>42</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">França, 2015 </td>
								<td align="left">Coorte </td>
								<td align="left">26 agricultores expostos e 29 controles com ≥20 anos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">De Oliveira e Ehrhard <xref ref-type="bibr" rid="B43"><sup>43</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Brasil, 2015 </td>
								<td align="left">Coorte </td>
								<td align="left">33 agricultores ≥18 anos em contato direto com agrotóxicos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Rosales <xref ref-type="bibr" rid="B44"><sup>44</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Peru, 2015 </td>
								<td align="left">Transversal </td>
								<td align="left">59 agricultores expostos a agrotóxicos e 50 controles com &gt;18 anos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Carbajal-López et al.<xref ref-type="bibr" rid="B45"><sup>45</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">México, 2016 </td>
								<td align="left">Transversal </td>
								<td align="left">111 agricultores expostos a agrotóxicos com idade média de 46 anos e 60 não expostos com idade média de 38 anos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Simoniello et al.<xref ref-type="bibr" rid="B46"><sup>46</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Argentina, 2010 </td>
								<td align="left">Transversal </td>
								<td align="left">45 aplicadores de agrotóxicos com idade média de 40 anos, 50 agricultores com idade média de 34 anos e 50 controles com idade média de 37 anos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Tumer et al.<xref ref-type="bibr" rid="B47"><sup>47</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Turquia, 2016 </td>
								<td align="left">Transversal </td>
								<td align="left">58 agricultores expostos a agrotóxicos e 58 controles com &gt;18 anos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Saad-Hussein et al.<xref ref-type="bibr" rid="B48"><sup>48</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Egito, 2017 </td>
								<td align="left">Transversal </td>
								<td align="left">50 agricultores expostos a múltiplas misturas de agrotóxicos com idade média de 46 anos e 50 controles com idade média de 45 anos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Mackness et al.<xref ref-type="bibr" rid="B49"><sup>49</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Reino Unido, 2003 </td>
								<td align="left">Caso-controle </td>
								<td align="left">175 criadores de animais com doença crônica com idade média de 54 anos e 234 controles com idade média de 52 anos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Rusieki et al.<xref ref-type="bibr" rid="B50"><sup>50</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">EUA, 2017 </td>
								<td align="left">Coorte </td>
								<td align="left">596 homes aplicadores de agrotóxicos, homens da coorte AHS com &gt;20 anos. </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Gómez-Martín et al.<xref ref-type="bibr" rid="B51"><sup>51</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Espanha, 2015 </td>
								<td align="left">Coorte </td>
								<td align="left">39 agricultores que trabalhavam em estufas com &gt;20 anos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Zeljezic et al.<xref ref-type="bibr" rid="B52"><sup>52</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Croácia, 2015 </td>
								<td align="left">Transversal </td>
								<td align="left">30 agricultores expostos ocupacionalmente e 30 controles ≥20 anos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Lerro et al.<xref ref-type="bibr" rid="B53"><sup>53</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">EUA, 2017 </td>
								<td align="left">Coorte </td>
								<td align="left">30 agricultores e 10 controles com ≥ 40 anos (coorte AHS) </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Bayrami et al.<xref ref-type="bibr" rid="B54"><sup>54</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Irã, 2012 </td>
								<td align="left">Transversal </td>
								<td align="left">40 agricultores expostos a OF e 40 controles com ≥ 15 anos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Madani et al.<xref ref-type="bibr" rid="B55"><sup>55</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Argélia, 2016 </td>
								<td align="left">Transversal </td>
								<td align="left">50 agricultores expostos a agrotóxicos e 60 controles entre 30 e 50 anos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Wang et al.<xref ref-type="bibr" rid="B56"><sup>56</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">China, 2016 </td>
								<td align="left">Coorte </td>
								<td align="left">20 agricultores adultos e 15 controles (sem informação sobre idade) </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Costa et al.<xref ref-type="bibr" rid="B57"><sup>57</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Itália, 2015 </td>
								<td align="left">Transversal </td>
								<td align="left">55 agricultores homens com &gt;18 anos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Ramírez e <sup>(Cuenca58)</sup></td>
								<td align="left">Costa Rica, 2001 </td>
								<td align="left">Transversal </td>
								<td align="left">32 mulheres expostas e 39 não expostas, entre 16 e 57 anos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Pakravan et al.<xref ref-type="bibr" rid="B59"><sup>59</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Irã, 2016 </td>
								<td align="left">Coorte </td>
								<td align="left">36 agricultores homens com idade entre 25 e 85 anos expostos a OF </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Dasgupta et al.<xref ref-type="bibr" rid="B60"><sup>60</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Vietnã, 2007 </td>
								<td align="left">Transversal </td>
								<td align="left">190 agricultores ≥ 15 anos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Mancini et al.<xref ref-type="bibr" rid="B61"><sup>61</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Índia, 2005 </td>
								<td align="left">Transversal </td>
								<td align="left">97 agricultores (50 mulheres com idade média de 36,5 anos e 47 homens com idade média de 37 anos) </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Neupane et al.<xref ref-type="bibr" rid="B62"><sup>62</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Nepal, 2014 </td>
								<td align="left">Transversal </td>
								<td align="left">90 agricultores homens com idade média de 42 anos e 90 controles homens com idade média de 38 anos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Oesterlund et al.<xref ref-type="bibr" rid="B63"><sup>63</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Uganda, 2014 </td>
								<td align="left">Transversal </td>
								<td align="left">317 agricultores com idade média de 42 anos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Faria et al.<xref ref-type="bibr" rid="B64"><sup>64</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Brasil, 2009 </td>
								<td align="left">Transversal </td>
								<td align="left">290 agricultores na 1a etapa e 246 na 2a etapa com ≥ 16 anos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Muñoz-Quezada et al.<xref ref-type="bibr" rid="B65"><sup>65</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Chile, 2017 </td>
								<td align="left">Transversal </td>
								<td align="left">114 agricultores e 93 não agricultores (controles). A população do estudo tinha idade média de 42 anos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Khan e Damalas <xref ref-type="bibr" rid="B66"><sup>66</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Paquistão, 2015 </td>
								<td align="left">Transversal </td>
								<td align="left">318 agricultores com &gt;20 anos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Salameh e Saleh<xref ref-type="bibr" rid="B67"><sup>67</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Líbano, 2004 </td>
								<td align="left">Transversal </td>
								<td align="left">89 agricultores expostos com idade média de 40 anos e 88 não expostos com idade média de 36 anos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Souza et al.<xref ref-type="bibr" rid="B68"><sup>68</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Brasil, 2011 </td>
								<td align="left">Transversal </td>
								<td align="left">298 sujeitos com ≥18 anos moradores e/ou agricultores em três áreas rurais </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Jacobson et al.<xref ref-type="bibr" rid="B69"><sup>69</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Brasil, 2009 </td>
								<td align="left">Transversal </td>
								<td align="left">151 agricultores familiares ≥15 anos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Siqueira et al.<xref ref-type="bibr" rid="B70"><sup>70</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Brasil, 2013 </td>
								<td align="left">Transversal </td>
								<td align="left">343 agricultores com ≥18 anos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Alavanja et al.<xref ref-type="bibr" rid="B71"><sup>71</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">EUA, 2014 </td>
								<td align="left">Coorte </td>
								<td align="left">54.306 aplicadores de agrotóxicos da coorte AHS com idade que variou entre menos que 45 e 70 anos ou mais </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Lerro et al.<xref ref-type="bibr" rid="B72"><sup>72</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">EUA, 2014 </td>
								<td align="left">Coorte </td>
								<td align="left">32.345 esposas de aplicadores de agrotóxicos da coorte AHS com ≥35 anos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Engel et al.<xref ref-type="bibr" rid="B73"><sup>73</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">EUA, 2017 </td>
								<td align="left">Coorte </td>
								<td align="left">30.594 mulheres agricultoras participantes da coorte da AHS com ≥18 anos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Lerro et al.<xref ref-type="bibr" rid="B74"><sup>74</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">EUA, 2015 </td>
								<td align="left">Coorte </td>
								<td align="left">33.484 aplicadores de agrotóxicos, homens participantes da coorte AHS (sem informação sobre idade). </td>
							</tr>
						</tbody>
					</table>
					<table-wrap-foot>
						<fn id="TFN1">
							<p>AHS: <italic>Agricultural Health Study</italic>; AR: Artrite reumatoide; CA: Câncer; DP: Doença de Parkinson; OF: Organofosforados.</p>
						</fn>
					</table-wrap-foot>
				</table-wrap>
			</p>
			<p>O <xref ref-type="table" rid="t2">Quadro 2</xref> apresenta os métodos de avaliação da exposição e dos desfechos empregados nos estudos. Do total, 52 estudos utilizaram questionários para avaliar a exposição aos agrotóxicos, recorrendo às variáveis: uso de agrotóxicos em geral<xref ref-type="bibr" rid="B21"><sup>21</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B28"><sup>28</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B40"><sup>40</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B43"><sup>43</sup></xref><sup>)-(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B45"><sup>45</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B47"><sup>47</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B48"><sup>48</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B54"><sup>54</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B60"><sup>60</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B62"><sup>62</sup></xref><sup>)-(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B64"><sup>64</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B67"><sup>67</sup></xref><sup>)-(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B70"><sup>70</sup></xref>, duração da exposição<xref ref-type="bibr" rid="B16"><sup>16</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B17"><sup>17</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B19"><sup>19</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B21"><sup>21</sup></xref><sup>)-(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B23"><sup>23</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B28"><sup>28</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B29"><sup>29</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B31"><sup>31</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B36"><sup>36</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B40"><sup>40</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B44"><sup>44</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B48"><sup>48</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B55"><sup>55</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B57"><sup>57</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" 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rid="B48"><sup>48</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B49"><sup>49</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B56"><sup>56</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B58"><sup>58</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B67"><sup>67</sup></xref>, quantidade de agrotóxico utilizado<xref ref-type="bibr" rid="B18"><sup>18</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B28"><sup>28</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B29"><sup>29</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B61"><sup>61</sup></xref>, tipo de IA<xref ref-type="bibr" rid="B25"><sup>25</sup></xref><sup>)-(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B27"><sup>27</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B31"><sup>31</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B33"><sup>33</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B36"><sup>36</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B39"><sup>39</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B40"><sup>40</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B60"><sup>60</sup></xref><sup>)-(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B62"><sup>62</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B65"><sup>65</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B69"><sup>69</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B71"><sup>71</sup></xref><sup>)-(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B74"><sup>74</sup></xref>, classe de agrotóxico por finalidade de uso<xref ref-type="bibr" rid="B28"><sup>28</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B29"><sup>29</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B31"><sup>31</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B33"><sup>33</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B62"><sup>62</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B69"><sup>69</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B71"><sup>71</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B72"><sup>72</sup></xref>, grupamento químico (GQ)<xref ref-type="bibr" rid="B22"><sup>22</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B27"><sup>27</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B31"><sup>31</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B38"><sup>38</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B39"><sup>39</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B50"><sup>50</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B54"><sup>54</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B62"><sup>62</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B64"><sup>64</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B65"><sup>65</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B71"><sup>71</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B72"><sup>72</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B73"><sup>73</sup></xref> e classificação de toxicidade<xref ref-type="bibr" rid="B60"><sup>60</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B61"><sup>61</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B63"><sup>63</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B71"><sup>71</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B72"><sup>72</sup></xref>. As quatro últimas informações foram levantadas a partir do nome comercial do produto autorreferido - dois estudos avaliaram a exposição pela ocorrência de episódios autorreferidos de intoxicação aguda/crônica por agrotóxicos<xref ref-type="bibr" rid="B19"><sup>19</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B24"><sup>24</sup></xref> e um avaliou a ocorrência de exposição excepcionalmente alta causada por episódio de intoxicação acidental ou não<xref ref-type="bibr" rid="B50"><sup>50</sup></xref>. Faria et al.<xref ref-type="bibr" rid="B64"><sup>64</sup></xref> avaliaram a exposição aos agrotóxicos segundo uma matriz de exposição.</p>
			<p>
				<table-wrap id="t2">
					<label>Quadro 2</label>
					<caption>
						<title>Métodos de avaliação da exposição e do desfecho dos estudos selecionados </title>
					</caption>
					<table frame="hsides" rules="groups">
						<colgroup>
							<col width="10%"/>
							<col width="35%"/>
							<col width="45%"/>
						</colgroup>
						<thead>
							<tr>
								<th align="left"><bold>
 <italic>Autor(es)</italic>
</bold></th>
								<th align="center"><bold>
 <italic>Avaliação da Exposição (variáveis)</italic>
</bold></th>
								<th align="center"><bold>
 <italic>Avaliação do Desfecho</italic>
</bold></th>
							</tr>
						</thead>
						<tbody>
							<tr>
								<td align="left">Moisan et al. <xref ref-type="bibr" rid="B16"><sup>16</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Duração, intensidade e exposição cumulativa </td>
								<td align="left">Doença de Parkinson (DP) e seus subtipos - exame clínico neurológico </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Nielsen et al. <xref ref-type="bibr" rid="B17"><sup>17</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Tempo de trabalho e aplicação, principais culturas, EPI </td>
								<td align="left">Parkinsonismo (exame clínico e uso da Escala Unified Parkinson’s Disease Rating Scale - UPDRS) </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Nguyen et al. <xref ref-type="bibr" rid="B18"><sup>18</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Avaliada a partir da ocupação (agricultor x não agricultor) </td>
								<td align="left">Função cognitiva e alterações neurológicas subclínicas(NCBT - Neurobehavioral Core Battery Test) </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Zhang et al. <xref ref-type="bibr" rid="B19"><sup>19</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Nome comercial, IA, tempo de trabalho, sinais e sintomas clínicos de intoxicação por agrotóxicos </td>
								<td align="left">Função neurocomportamental - Bateria de Provas Neurocomportamentais - WHO neurobehavioral core test battery - NCBT (1986) </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Jamal et al. <xref ref-type="bibr" rid="B20"><sup>20</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Avaliada através da ocupação (agricultor e não agricultor) e pelo uso de OF (sim/não) </td>
								<td align="left">Função neurocomportamental: Inventário subjetivo de neurocognição e parâmetros bioquímicos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Sunwook et al. <xref ref-type="bibr" rid="B21"><sup>21</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Exposição a pesticidas ao longo da vida e anos de exposição ocupacional </td>
								<td align="left">Comprometimento neurológico: avaliação do equilíbrio postural em posição vertical </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Campos et al. <xref ref-type="bibr" rid="B22"><sup>22</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Tipo de IA, tempo de uso, GQ, idade de início de uso de agrotóxico </td>
								<td align="left">Transtorno Psiquiátrico Menor (TPM): Self Report Questionnaire (SRQ-20) e depressão auto-relatada </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Harrison e Ross <xref ref-type="bibr" rid="B23"><sup>23</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Tempo de exposição a OF = (no de dias de uso de OF por ano) x (no de anos que usaram OF) </td>
								<td align="left">Escala de depressão e ansiedade hospitalar, Ansiedade de Beck, Inventário de depressão, entrevista clínica </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Kim et al. <xref ref-type="bibr" rid="B24"><sup>24</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Sinais e sintomas clínicos de intoxicação aguda. Intoxicação crônica </td>
								<td align="left">Tentativa de suicídio: no último ano você já pensou em machucar o seu corpo ou tirar a sua vida? </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Lemarchand et al. <xref ref-type="bibr" rid="B25"><sup>25</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Tipo de cultura, criação de animais, uso de agrotóxicos durante a reentrada e colheita </td>
								<td align="left">Câncer de próstata: casos incidentes diagnosticados no período de estudo </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Bonner et al. <xref ref-type="bibr" rid="B26"><sup>26</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Tipo de IA, tempo de uso, intensidade ponderada da exposição para cada IA </td>
								<td align="left">Câncer de pulmão: os casos de câncer de pulmão que ocorreram entre 31/12/2010 e 31/12/2011 </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Boada et al. <xref ref-type="bibr" rid="B27"><sup>27</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Dosagem de 19 metabólitos de OCs no sangue </td>
								<td align="left">Câncer de bexiga: diagnóstico clínico e laudo histopatológico; polimorfismo genético da GST </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Boulanger et al. <xref ref-type="bibr" rid="B28"><sup>28</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Atividades da agricultura e criação de animais, práticas de higiene no trabalho </td>
								<td align="left">Casos incidentes de câncer de bexiga (Classificação Internacional de Doenças para Oncologia: CID-O-3ED) </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Piccoli et al. <xref ref-type="bibr" rid="B29"><sup>29</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">IA na urina, frequência, intensidade, tempo e período de aplicação; tipo e quantidade de IA </td>
								<td align="left">Alterações da função da tireoide: FT4, TT3, TSH; Níveis de CT, TG e lipídeos total. AChE e BChE </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Medda et al. <xref ref-type="bibr" rid="B30"><sup>30</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Exposição ao mancozeb (sim/não), outros IA, uso de EPI. Dosagem de ETU urinário </td>
								<td align="left">Função tireoidiana: exame clínico, US e dosagem de TSH, T3, FT3, T4, FT4, TgAb, TPOAb e iodo urinário </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">LaVerda et al. <xref ref-type="bibr" rid="B31"><sup>31</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Duração e frequência da exposição, exposição cumulativa; tipo de IA, GP e finalidade de uso </td>
								<td align="left">Variações no IMC segundo a classificação da Organização Mundial da Saúde de 2007 </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Lebov et al. <xref ref-type="bibr" rid="B32"><sup>32</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">IA, finalidade de uso, exposição direta, indireta, domiciliar e exposição agrícola sem aplicação </td>
								<td align="left">Doença Renal em estágio terminal partir do Sistema de Informação em Doença Renal dos EUA </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Hoppin et al. <xref ref-type="bibr" rid="B33"><sup>33</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Nome comercial e dos IA, tempo de trabalho na lavoura, descrição das atividades na fazenda </td>
								<td align="left">Sibilo: relato de pelo menos um episódio de sibilância ou chiado no peito no ano anterior; via questionário </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Bazilio et al. <xref ref-type="bibr" rid="B34"><sup>34</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Uso de agrotóxicos em geral. Calculou-se um índice de exposição </td>
								<td align="left">Alterações auditivas medidas pelos Teste de Padrão de Duração (TPD) e Teste de Gaps-in-Noise (GIN) </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">De Sena et al. <xref ref-type="bibr" rid="B35"><sup>35</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Uso de pesticidas em geral (sim/não) </td>
								<td align="left">Perda auditiva: Meatoscopia, audiometria total liminar e Qualidade de vida: Short Form 36 - versão brasileira </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Parks et al. <xref ref-type="bibr" rid="B36"><sup>36</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">IA, tempo de residência, idade de início na agricultura, atividades desenvolvidas, tempo de exposição </td>
								<td align="left">Casos incidentes confirmados e prováveis (que usavam corticóides) de Artrite Reumatoide (AR) </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">García-García et al. <xref ref-type="bibr" rid="B37"><sup>37</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Uso de agrotóxicos em geral, períodos de alta e baixa exposição </td>
								<td align="left">Parâmetros bioquímicos, hematológicos, ECG, espirometria, níveis de AChE/BChE, queixas de saúde </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Aroonvilairat et al. <xref ref-type="bibr" rid="B38"><sup>38</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Tipo de IA </td>
								<td align="left">AChE e BChE, leucograma, hemograma, lizosina, função renal e hepática, ensaio mitogênico </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Rocha et al. <xref ref-type="bibr" rid="B39"><sup>39</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Avaliada pela ocupação (plantadores de uva- sim/não), tipo de IA e GP </td>
								<td align="left">Alterações nas concentrações sanguíneas de metais (zinco, chumbo, cobre, níquel, manganês e arsênio) </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Alves et al. <xref ref-type="bibr" rid="B40"><sup>40</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Atividade desenvolvida, duração da aplicação, tipos de agrotóxicos aplicados e uso de EPI </td>
								<td align="left">Danos no DNA, atividade da SOD, polimorfismos genéticos, parâmetros hematológicos e bioquímicos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Hongsibsong et al. <xref ref-type="bibr" rid="B41"><sup>41</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Dosagem de metabólitos de OF na urina </td>
								<td align="left">Níveis de AChE e danos no DNA (Ensaio Cometa) </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Lebailly et al. <xref ref-type="bibr" rid="B42"><sup>42</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Período de aplicação de herbicidas, fungicidas e inseticidas, tempo de exposição, tipo de cultura </td>
								<td align="left">Danos no DNA de linfócitos B e T através do Ensaio Cometa </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">De Oliveira e Ehrhardt <xref ref-type="bibr" rid="B43"><sup>43</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Uso de EPI, tempo de exposição, medidas de higiene adotadas após a aplicação </td>
								<td align="left">Alterações na atividade de AChE e BChE antes e após a aplicação de agrotóxicos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Rosales <xref ref-type="bibr" rid="B44"><sup>44</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Uso de agrotóxicos em geral por 2 anos (sim/não) </td>
								<td align="left">Atividade de AChE e BChE e danos no DNA (Ensaio Cometa, teste do MN e aberrações cromossômicas) </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Carbajal-López et al. <xref ref-type="bibr" rid="B45"><sup>45</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Duração da exposição </td>
								<td align="left">Danos no DNA: Ensaio Cometa, Teste do MN e outras anomalias nucleares (Tolbert, 1992 e Holland, 2008). </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Simoniello et al. <xref ref-type="bibr" rid="B46"><sup>46</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Exposição direta, exposição indireta e trabalhadores sem exposição ocupacional </td>
								<td align="left">Danos no DNA (Ensaio Cometa, Reparação do DNA), atividade da AChE e BChE, dosagem de TBARS </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Tumer et al. <xref ref-type="bibr" rid="B47"><sup>47</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Tempo de exposição a agrotóxicos (em anos) e uso de EPI. </td>
								<td align="left">Danos no DNA (teste do MN) e presença de polimorfismos genéticos. </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Saad-Hussein et al. <xref ref-type="bibr" rid="B48"><sup>48</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Uso de agrotóxicos (sim/não), atividades desenvolvidas, uso de EPI, hábitos de higiene </td>
								<td align="left">Danos no DNA (Ensaio Cometa) e Polimorfismos genéticos (análise de genotipagem) </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Mackness et al. <xref ref-type="bibr" rid="B49"><sup>49</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Dar banho de imersão nas ovelhas (sim/não) </td>
								<td align="left">Doença crônica autorreferida, atividade das enzimas PON1 e polimorfismos genético </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Rusieki et al. <xref ref-type="bibr" rid="B50"><sup>50</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Ocorrência de eventos de alta exposição a pesticidas (sim/não) </td>
								<td align="left">Alterações epigenéticas - metilação no DNA </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Gómez-Martín et al. <xref ref-type="bibr" rid="B51"><sup>51</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Períodos de baixa e alta exposição </td>
								<td align="left">Metilação do DNA, polimorfismos genéticos, atividade da AchE e BChE </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Zeljezic et al. <xref ref-type="bibr" rid="B52"><sup>52</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Tipo de IA, tempo de exposição </td>
								<td align="left">Instabilidade genômica: formação de pontes PNP e CRT </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Lerro et al. <xref ref-type="bibr" rid="B53"><sup>53</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Dosagem de metabólitos na urina de atrazina e de 2,4D </td>
								<td align="left">Estresse oxidativo: níveis urinários de MDA, 8-OHdG, 8-isoPGF </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Bayrami et al. <xref ref-type="bibr" rid="B54"><sup>54</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Avaliação da exposição baseado na ocupação (agricultores x não agricultores) </td>
								<td align="left">Danos oxidativos no DNA, AChE. Alterações no SNC (EEG), sintomas psicológicos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Madani et al. <xref ref-type="bibr" rid="B55"><sup>55</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Tempo de uso de agrotóxicos, condições de trabalho, EPI </td>
								<td align="left">Alterações bioquímicas, estresse oxidativo e resposta inflamatória </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Wang et al. <xref ref-type="bibr" rid="B56"><sup>56</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Dosagem de metabólitos de clorpirifós na urina antes e após aplicação </td>
								<td align="left">Dano oxidativo através da dosagem de 8 -OHdG </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Costa et al. <xref ref-type="bibr" rid="B57"><sup>57</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Tempo de exposição aos agrotóxicos, tipo de agrotóxico utilizado e EPI </td>
								<td align="left">Estresse oxidativo, polimorfismos genéticos da PON1 </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Ramírez e Cuenca <xref ref-type="bibr" rid="B58"><sup>58</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Tipo de ocupação (trabalhar ou não na agricultura) </td>
								<td align="left">Danos no DNA (teste do MN) </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Pakravan et al. <xref ref-type="bibr" rid="B59"><sup>59</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Tipo de OF usado e intervalo entre as sessões de aplicação </td>
								<td align="left">Sinais e sintomas clínicos de intoxicação aguda; níveis de AChE, TGO, TGP, FA e bilirrubina </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Dasgupta et al. <xref ref-type="bibr" rid="B60"><sup>60</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">IA, GQ, classificação de toxicidade, quantidade, número de aplicações, intensidade e EPI </td>
								<td align="left">Questionário: sintomas clínicos de intoxicação aguda, atividade da AChE </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Mancini et al. <xref ref-type="bibr" rid="B61"><sup>61</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Tipo de agrotóxico, quantidade, horas gastas em uma sessão de aplicação de agrotóxicos </td>
								<td align="left">Sinais e sintomas de intoxicação aguda por agrotóxicos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Neupane et al. <xref ref-type="bibr" rid="B62"><sup>62</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Tipo de agrotóxicos, GQ, IA, uso de EPI, práticas de higiene após aplicação do agrotóxico </td>
								<td align="left">Questionário para avaliação dos sintomas de intoxicação aguda e atividade da AChE, Hg e Q </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Oesterlund et al. <xref ref-type="bibr" rid="B63"><sup>63</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Tipo de agrotóxicos, conhecimentos, práticas e atitudes </td>
								<td align="left">Sintomas de intoxicação aguda autorreferidos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Faria et al. <xref ref-type="bibr" rid="B64"><sup>64</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Tempo de uso, GQ, atividades realizadas, EPI </td>
								<td align="left">Caso possível e caso provável de exposição ao pesticida At segundo protocolo de avaliação de atividade de BChE </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Munoz-Quezada et al. <xref ref-type="bibr" rid="B65"><sup>65</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Tipo de IA/GQ, tempo de exposição, EPI, práticas de higiene, treinamento sobre uso de agrotóxicos e uso do teste para avaliar AChE </td>
								<td align="left">Sinais e sintomas clínicos de intoxicação aguda autorreferidos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Khan et al. <xref ref-type="bibr" rid="B66"><sup>66</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Uso de pesticidas, quantidade do IA, toxicidade do IA, práticas e comportamentos de risco </td>
								<td align="left">Morbidade e sintomas clínicos autorreferidos durante a mistura/ aplicação ou em até 24h após contato </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Salameh e Saleh <xref ref-type="bibr" rid="B67"><sup>67</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Quatro indicadores: exposição direta; exposição indireta; não exposto e exposição cumulativa </td>
								<td align="left">Pergunta: “você já foi internado por intoxicação aguda devido aos agrotóxicos?” </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Souza et al. <xref ref-type="bibr" rid="B68"><sup>68</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Contato com agrotóxico (sim/não) </td>
								<td align="left">Morbidade e sintomas crônicos de saúde autorreferidos </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Jacobson et al. <xref ref-type="bibr" rid="B69"><sup>69</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Tipo de IA, EPI, práticas de limpeza no trabalho, destino das embalagens, frequência de aplicação </td>
								<td align="left">Pergunta aberta: “qual é o seu problema de saúde?” </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Siqueira et al. <xref ref-type="bibr" rid="B70"><sup>70</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Aplica ou não agrotóxico </td>
								<td align="left">Qualidade de vida: “WHOQOL-bref” </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Alavanja et al. <xref ref-type="bibr" rid="B71"><sup>71</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Tipo de IA, GQ, finalidade de uso e exposição cumulativa </td>
								<td align="left">Linfoma Não Hodking (LNH) e seus subtipos - definidos pelo Serviço de Vigilância Epidemiológica </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Lerro et al. <xref ref-type="bibr" rid="B72"><sup>72</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Aplicou ou misturou agrotóxico durante toda a vida (nome comercial, IA, GQ, finalidade de uso) </td>
								<td align="left">Câncer- registros hospitalares de câncer (Classificação Internacional de Doenças para Câncer) </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Engel et al. <xref ref-type="bibr" rid="B73"><sup>73</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Tipo de IA, intensidade do uso, dias de uso, uso de EPI, práticas de manuseio e aplicação </td>
								<td align="left">Câncer de mama - registros hospitalares de câncer (Classificação Internacional de Doenças para Câncer) </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Lerro et al. <xref ref-type="bibr" rid="B74"><sup>74</sup></xref><sup>)</sup></td>
								<td align="left">Dias de exposição, intensidade de uso de acetocloro e uso de acetocloro com atrazina </td>
								<td align="left">Câncer- registros hospitalares de câncer (Classificação Internacional de Doenças para Câncer) </td>
							</tr>
						</tbody>
					</table>
					<table-wrap-foot>
						<fn id="TFN2">
							<p>AChE: Acetilcolinesterase; BChe: butirilcolinesterase; CRT: comprimento relativo dos telômeros; CT: colesterol total; Cr: creatinina; EEG: eletroencefalograma; EPI: equipamento de proteção individual; ETU: etilenotioureia; FA: fosfatase alcalina; GQ: grupamento químico; GST: glutationa-S-transferase; HDL: lipoproteína de alta densidade; IA: Ingrediente ativo; OF: organofosforado; OMS: Organização Mundial da Saúde; PNP: pontes nucleoplasmáticas; TBARS: substâncias reativas com o ácido tiobarbitúricos; TSH: hormônio estimulante da tireóide; T3: triiodotironina total; FT3: triiodotironina livre; T4: tiroxina total; FT4: tiroxina livre; TG: triglicerídeo; TGO: transaminase glutâmico oxalacética; TGP: transaminase glutâmico pirúvica; TgAb: tireoglobulina; TPOAb: anticorpos anti-tireoperoxidase U-ureia; US: ultrassonografia; WHO: <italic>World health organization</italic>; WHOQOL-bref: <italic>World Health Organization Quality of Life</italic></p>
						</fn>
					</table-wrap-foot>
				</table-wrap>
			</p>
			<p>Apenas seis estudos empregaram biomarcadores de exposição através da detecção de metabólitos de IA nos fluidos corporais<xref ref-type="bibr" rid="B27"><sup>27</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B29"><sup>29</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B30"><sup>30</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B41"><sup>41</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B53"><sup>53</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B56"><sup>56</sup></xref>. Outros consideraram: a época da aplicação de agrotóxicos na lavoura - meses de baixa e alta aplicação<xref ref-type="bibr" rid="B29"><sup>29</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B30"><sup>30</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B42"><sup>42</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B51"><sup>51</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B64"><sup>64</sup></xref>; fases de cultivo - preparo da terra, plantio, acompanhamento da lavoura, colheita e período de entre safra)<xref ref-type="bibr" rid="B53"><sup>53</sup></xref> e antes e após aplicação<xref ref-type="bibr" rid="B56"><sup>56</sup></xref>.</p>
			<p>Quanto aos desfechos, identificaram-se três grandes grupos de agravos à saúde:</p>
			<p>
				<list list-type="simple">
					<list-item>
						<p>I) Agravos crônicos - doenças neurológicas<xref ref-type="bibr" rid="B16"><sup>16</sup></xref><sup>)-(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B21"><sup>21</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B54"><sup>54</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B68"><sup>68</sup></xref>; doenças e transtornos mentais<xref ref-type="bibr" rid="B22"><sup>22</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B23"><sup>23</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B24"><sup>24</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B54"><sup>54</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B68"><sup>68</sup></xref>; câncer<xref ref-type="bibr" rid="B25"><sup>25</sup></xref><sup>)-(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B28"><sup>28</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B68"><sup>68</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B71"><sup>71</sup></xref><sup>)-(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B74"><sup>74</sup></xref>; doenças da tireoide e distúrbios hormonais/metabólicos<xref ref-type="bibr" rid="B29"><sup>29</sup></xref><sup>)-(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B31"><sup>31</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B68"><sup>68</sup></xref>; doenças renais<xref ref-type="bibr" rid="B32"><sup>32</sup></xref><sup>),(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B68"><sup>68</sup></xref>; doenças respiratórias<xref ref-type="bibr" rid="B33"><sup>33</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B68"><sup>68</sup></xref>; alterações auditivas<xref ref-type="bibr" rid="B34"><sup>34</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B35"><sup>35</sup></xref>; doença autoimune<xref ref-type="bibr" rid="B36"><sup>36</sup></xref>;</p>
					</list-item>
					<list-item>
						<p>II) Condições subclínicas<xref ref-type="bibr" rid="B20"><sup>20</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B29"><sup>29</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B37"><sup>37</sup></xref><sup>)-(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B40"><sup>40</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B42"><sup>42</sup></xref><sup>)-(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B45"><sup>45</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B48"><sup>48</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B50"><sup>50</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B52"><sup>52</sup></xref><sup>)-(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B55"><sup>55</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B62"><sup>62</sup></xref>: alterações bioquímicas, danos genéticos, estresse oxidativo;</p>
					</list-item>
					<list-item>
						<p>III) Sinais e sintomas de intoxicação aguda, queixas de saúde<xref ref-type="bibr" rid="B60"><sup>60</sup></xref><sup>)-(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B67"><sup>67</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B69"><sup>69</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B70"><sup>70</sup></xref>.</p>
					</list-item>
				</list>
			</p>
			<p>Dentre os métodos de avaliação dos desfechos (<xref ref-type="table" rid="t2">Quadro 2</xref>), o uso de exames clínicos ou instrumentos já validados ocorreram em 21 estudos<xref ref-type="bibr" rid="B16"><sup>16</sup></xref><sup>)-(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B18"><sup>18</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B20"><sup>20</sup></xref><sup>)-(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B23"><sup>23</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B25"><sup>25</sup></xref><sup>)-(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B28"><sup>28</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B30"><sup>30</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B32"><sup>32</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B33"><sup>33</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B36"><sup>36</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B64"><sup>64</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B68"><sup>68</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B71"><sup>71</sup></xref><sup>)-(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B74"><sup>74</sup></xref>, a morbidade, sinais e sintomas autorreferidos em 14 estudos<xref ref-type="bibr" rid="B24"><sup>24</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B33"><sup>33</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B37"><sup>37</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B39"><sup>39</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B41"><sup>41</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B60"><sup>60</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B62"><sup>62</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B63"><sup>63</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B65"><sup>65</sup></xref><sup>)-(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B70"><sup>70</sup></xref> e o uso de biomarcadores de efeito em 23 estudos<xref ref-type="bibr" rid="B20"><sup>20</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B27"><sup>27</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B29"><sup>29</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B30"><sup>30</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B37"><sup>37</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B39"><sup>39</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B40"><sup>40</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B42"><sup>42</sup></xref><sup>)-(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B45"><sup>45</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B47"><sup>47</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B48"><sup>48</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B50"><sup>50</sup></xref><sup>)-(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B55"><sup>55</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B60"><sup>60</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B62"><sup>62</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B64"><sup>64</sup></xref>.</p>
			<p>Com relação à amostragem, a maioria dos estudos transversais utilizou amostragem por conveniência<xref ref-type="bibr" rid="B19"><sup>19</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B23"><sup>23</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B30"><sup>30</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B34"><sup>34</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B38"><sup>38</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B40"><sup>40</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B45"><sup>45</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B47"><sup>47</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B48"><sup>48</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B54"><sup>54</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B61"><sup>61</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B68"><sup>68</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B70"><sup>70</sup></xref>, sete estudos empregaram amostragem probabilística<xref ref-type="bibr" rid="B22"><sup>22</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B24"><sup>24</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B29"><sup>29</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B35"><sup>35</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B62"><sup>62</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B63"><sup>63</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B66"><sup>66</sup></xref>, três não informaram o tipo de amostragem<xref ref-type="bibr" rid="B20"><sup>20</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B24"><sup>24</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B65"><sup>65</sup></xref> e em dois estudos<xref ref-type="bibr" rid="B55"><sup>55</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B69"><sup>69</sup></xref> foi realizado um censo de todas as propriedades familiares, com seleção aleatória de um indivíduo de cada propriedade, para a amostra. Em alguns estudos, as amostras de domicílios foram calculadas segundo parâmetros estatísticos, mas, posteriormente, não houve seleção probabilística dos indivíduos<xref ref-type="bibr" rid="B44"><sup>44</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B64"><sup>64</sup></xref>. No estudo de Hongsibsong et al. <sup>(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B41"><sup>41</sup></xref> empregou-se amostragem por conglomerados (vilas), porém não há informações sobre a seleção dos indivíduos. No estudo de Dasgupta et al. <sup>(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B60"><sup>60</sup></xref> a amostragem foi estratificada por regiões de cultivo.</p>
			<p>As análises estatísticas variaram em função do tipo de estudo. Nos estudos transversais empregaram-se testes estatísticos mais simples (teste de diferença de proporções, de diferença de médias etc.) <sup>(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B19"><sup>19</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B20"><sup>20</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B35"><sup>35</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B38"><sup>38</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B40"><sup>40</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B41"><sup>41</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B44"><sup>44</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B45"><sup>45</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B48"><sup>48</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B64"><sup>64</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B68"><sup>68</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B70"><sup>70</sup></xref> e modelos multivariados<xref ref-type="bibr" rid="B22"><sup>22</sup></xref><sup>)- (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B24"><sup>24</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B29"><sup>29</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B30"><sup>30</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B34"><sup>34</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B47"><sup>47</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B52"><sup>52</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B54"><sup>54</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B55"><sup>55</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B60"><sup>60</sup></xref><sup>)- (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B63"><sup>63</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B65"><sup>65</sup></xref><sup>)-67),69)</sup>. Nos estudos de coorte e caso-controle, análises multivariadas ocorreram em 16 pesquisas<xref ref-type="bibr" rid="B16"><sup>16</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B21"><sup>21</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B25"><sup>25</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B27"><sup>27</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B28"><sup>28</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B31"><sup>31</sup></xref><sup>)- (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B33"><sup>33</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B37"><sup>37</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B42"><sup>42</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B50"><sup>50</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B51"><sup>51</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B53"><sup>53</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B71"><sup>71</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B72"><sup>72</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B74"><sup>74</sup></xref>. Tais análises foram ajustadas para as variáveis de confusão: idade<xref ref-type="bibr" rid="B16"><sup>16</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B17"><sup>17</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B19"><sup>19</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B21"><sup>21</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B23"><sup>23</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B27"><sup>27</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B28"><sup>28</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B30"><sup>30</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B31"><sup>31</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B32"><sup>32</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B34"><sup>34</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B36"><sup>36</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B37"><sup>37</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B42"><sup>42</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B50"><sup>50</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B52"><sup>52</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B53"><sup>53</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B66"><sup>66</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B67"><sup>67</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B71"><sup>71</sup></xref><sup>)- (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B74"><sup>74</sup></xref> sexo<xref ref-type="bibr" rid="B19"><sup>19</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B27"><sup>27</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B28"><sup>28</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B37"><sup>37</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B42"><sup>42</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B52"><sup>52</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B67"><sup>67</sup></xref>, escolaridade<xref ref-type="bibr" rid="B19"><sup>19</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B67"><sup>67</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B72"><sup>72</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B74"><sup>74</sup></xref>, consumo de tabaco <sup>27),28),30),31),36),37),42),50),52),67),72),74)</sup>, consumo de álcool<xref ref-type="bibr" rid="B37"><sup>37</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B42"><sup>42</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B50"><sup>50</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B52"><sup>52</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B72"><sup>72</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B74"><sup>74</sup></xref>, consumo de café<xref ref-type="bibr" rid="B16"><sup>16</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B27"><sup>27</sup></xref>, Índice de Massa Corpórea (IMC)<xref ref-type="bibr" rid="B21"><sup>21</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B31"><sup>31</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B37"><sup>37</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B72"><sup>72</sup></xref>, exposição solar<xref ref-type="bibr" rid="B42"><sup>42</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B50"><sup>50</sup></xref><sup>)</sup> , níveis sanguíneos de folato e vitamina B12<xref ref-type="bibr" rid="B50"><sup>50</sup></xref>, renda<xref ref-type="bibr" rid="B66"><sup>66</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B67"><sup>67</sup></xref>, raça<xref ref-type="bibr" rid="B71"><sup>71</sup></xref><sup>)- (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B73"><sup>73</sup></xref>, conhecimento sobre pesticidas<xref ref-type="bibr" rid="B66"><sup>66</sup></xref>, local/estado de residência<xref ref-type="bibr" rid="B36"><sup>36</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B71"><sup>71</sup></xref><sup>)- (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B74"><sup>74</sup></xref>, eventos estressantes na vida<xref ref-type="bibr" rid="B23"><sup>23</sup></xref>, dor<xref ref-type="bibr" rid="B21"><sup>21</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B23"><sup>23</sup></xref>, capacidade física funcional<xref ref-type="bibr" rid="B23"><sup>23</sup></xref>, história prévia de doença da tireoide<xref ref-type="bibr" rid="B30"><sup>30</sup></xref>, história familiar de câncer<xref ref-type="bibr" rid="B72"><sup>72</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B74"><sup>74</sup></xref>, uso de herbicidas<xref ref-type="bibr" rid="B71"><sup>71</sup></xref> ou agrotóxicos<xref ref-type="bibr" rid="B74"><sup>74</sup></xref>, tipo de equipamento de aplicação<xref ref-type="bibr" rid="B74"><sup>74</sup></xref>, uso de contraceptivo oral<xref ref-type="bibr" rid="B72"><sup>72</sup></xref>, idade da menopausa<xref ref-type="bibr" rid="B72"><sup>72</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B73"><sup>73</sup></xref>, uso de dominossanitários<xref ref-type="bibr" rid="B72"><sup>72</sup></xref> e idade ao nascimento/paridade combinada<xref ref-type="bibr" rid="B73"><sup>73</sup></xref>. Alguns pesquisadores também consideraram em seus modelos outras variáveis<xref ref-type="bibr" rid="B31"><sup>31</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B67"><sup>67</sup></xref>. Em dois estudos, não houve diferenças significativas entre as <italic>odds ratio</italic> (ORs) brutas e ajustadas, portanto, os resultados referem-se aos valores brutos<xref ref-type="bibr" rid="B17"><sup>17</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B25"><sup>25</sup></xref>.</p>
			<p>O <xref ref-type="table" rid="t3">Quadro 3</xref> apresenta os principais achados sucblínicos e o <xref ref-type="table" rid="t4">Quadro 4</xref> os efeitos crônicos e agudos encontrados. A seguir serão descritos apenas os resultados que apresentaram associações estatisticamente significativas. Quanto aos achados subclínicos, associações positivas e significativas entre exposição aos agrotóxicos e dano oxidativo no DNA ocorreram em quatro estudos<xref ref-type="bibr" rid="B40"><sup>40</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B53"><sup>53</sup></xref><sup>)- (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B56"><sup>56</sup></xref>. Também foram observadas associações entre ocupação (agricultor) <sup>(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B44"><sup>44</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B64"><sup>64</sup></xref> e dias de aplicação de fungicidas<xref ref-type="bibr" rid="B42"><sup>42</sup></xref> com danos no DNA medidos através do ensaio cometa. Tumer et al. <sup>(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B47"><sup>47</sup></xref> demonstraram que o tempo de trabalho agrícola associou-se com a frequência de micronúcleos (MN) no DNA. Resultados semelhantes foram encontrados em três estudos<xref ref-type="bibr" rid="B40"><sup>40</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B44"><sup>44</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B45"><sup>45</sup></xref>. A presença de micronúcleos no DNA indicam danos permanentes no código genético que ocorrem durante a exposição a contaminantes químicos, sendo um dos mecanismos propostos da carcinogênese<xref ref-type="bibr" rid="B75"><sup>75</sup></xref>.</p>
			<p>
				<table-wrap id="t3">
					<label>Quadro 3</label>
					<caption>
						<title>Principais efeitos subclínicos ocasionados por agrotóxicos identificados nos estudos selecionados</title>
					</caption>
					<table frame="hsides" rules="groups">
						<colgroup>
							<col width="15%"/>
							<col width="85%"/>
						</colgroup>
						<thead>
							<tr>
								<th align="left"><bold>
 <italic>Autor(es)</italic>
</bold></th>
								<th align="center"><bold>
 <italic>Principais resultados</italic>
</bold></th>
							</tr>
						</thead>
						<tbody>
							<tr>
								<td align="left">García-García et al.<xref ref-type="bibr" rid="B37"><sup>37</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">As médias de glicemia, CT, Cr, FA foram significativamente maiores no período de alta exposição do que no período de baixa exposição. Os expostos apresentaram menores níveis de glicemia, CT, TG, Cr, FA e BChE do que os controles e maiores níveis de AChE e pressão diastólica do que os controles. </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Aroonvilairat et al.<xref ref-type="bibr" rid="B38"><sup>38</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">A atividade da AChE foi significativamente menor em homens e mulheres expostos a OF e carbamatos em comparação aos controles. Os níveis séricos de IgE foram significativamente maiores entre produtores de orquídeas em comparação aos controles. A concentração total de linfócitos B e total de células CD19+ foi menor entre expostos do que em controles. As concentrações de Cr e U plasmática não diferiram significativamente entre os dois grupos. As concentrações plasmáticas de proteína total e albumina foram significativamente menores nos produtores de orquídeas do que nos controles. Não houve diferenças significativas entre os grupos quanto aos parâmetros hematológicos e níveis de lisozima. </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Rocha et al.<xref ref-type="bibr" rid="B39"><sup>39</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Para todos os metais analisados, os expostos apresentaram níveis de 2 a 4 vezes maiores do que os controles nas 1a e 2a visitas. Na 3a visita, as concentrações de metais foram de 1,5 a 2 vezes maiores nos expostos do que nos controles. </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Alves et al.<xref ref-type="bibr" rid="B40"><sup>40</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Os plantadores de tabaco apresentaram danos no DNA significativamente maiores do que os controles (p &lt; 0,05). A presença de polimorfismos genéticos da PON1 associou-se positivamente com frequência de MN (p &lt; 0,01). No grupo exposto a atividade da SOD foi maior que nos controles (p &lt; 0,001). Os plantadores de tabaco apresentaram maiores concentrações de monócitos e neutrófilos do que os controles. Os expostos tiveram maiores concentrações de Zn, Mg e Al no sangue. </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Hongsibsong et al.<xref ref-type="bibr" rid="B41"><sup>41</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Agricultores com falta de ar tiveram níveis significativamente maiores de ΣDAP em comparação aos que não referiram sintoma. Os agricultores que referiram falta de ar e dor no peito apresentaram maiores danos no DNA (maior comprimento da cauda e maior tempo de cauda) em comparação aos que não referiram os sintomas. Falta de ar, dor no peito, garganta seca, dormência, dor de cabeça, tontura e irritação ocular foram estatisticamente associados à menor atividade de AChE. Houve diferenças significativas na RP de entorpecimento e fraqueza muscular entre os grupos (RP = 3,45; IC95%: 1,125 - 10,552, p &lt; 0,05 e RP = 3,79; IC95%: 1,370 - 10,466, p &lt; 0,01, respectivamente). </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Lebailly et al.<xref ref-type="bibr" rid="B42"><sup>42</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">A análise longitudinal (períodos P0 e P4) revelou que, entre os expostos, o dano nos linfócitos B e T foi significativamente maior em P4 do que em P0 (p = 0,02). O dano no DNA dos linfócitos B e T foram significativamente maiores nos agricultores do que nos controles em P4 (p = 0,003 e p = 0,001 para linfócitos B e T, respectivamente). Entre os dois períodos de tempo estudados, houve uma tendência de efeito do número de dias de tratamentos com fungicidas (r2 = 0,43; p = 0,11) sobre o dano do DNA de linfócitos T. Isso não ocorreu para herbicidas e inseticidas. </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">De Oliveira e Ehrhardt<xref ref-type="bibr" rid="B43"><sup>43</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Não houve diferenças significativas nas concentrações de AChE e de BChE antes e após a aplicação de agrotóxico (p &gt; 0,05). </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Rosales<sup>(4()4)</sup></td>
								<td align="left">Os expostos tiveram níveis significativamente menores de BChE e maiores danos no DNA (teste do MN e ensaio cometa) em comparação aos controles. Não houve diferenças significativas quanto à frequência de aberrações cromossômicas entre expostos e não expostos (p &gt; 0,05 para todos os parâmetros). </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Carbajal-López et al.<xref ref-type="bibr" rid="B45"><sup>45</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Os expostos apresentaram maiores danos no DNA para todos os parâmetros avaliados em comparação aos controles. Não houve correlação entre danos no DNA e tempo de exposição. </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Simoniello et al.<xref ref-type="bibr" rid="B46"><sup>46</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Houve redução de AChE (p &lt; 0,001) em expostos diretos e indiretos; aumento nos níveis de TBARS (p &lt; 0,001) nos expostos diretos; redução significativa de CAT (p &lt; 0,01) e aumento do IDER (p &lt; 0,001) em ambos os grupos. </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Tumer et al.<xref ref-type="bibr" rid="B47"><sup>47</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Os expostos tiveram 3,4 vezes maior dano no DNA (frequência MN) do que os controles (p &lt; 0,001). No modelo multivariado, a frequência de MN foi associada positivamente com anos de trabalho agrícola (B = 6,225; EP = 0,568; p = 0,032) e genótipo nulo GSTM1 (B = 1,001; EP = 0,520; p = 0,017). </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Saad-Hussein et al.<xref ref-type="bibr" rid="B48"><sup>48</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Danos no DNA foram maiores nos trabalhadores em comparação com controles (p &lt; 0,01). Trabalhadores expostos com os genótipos GSTP1 Ile-Ile e XRCC1399 Arg-Arg mostraram dano no DNA significativamente maior em comparação com outros alelos. </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Mackness et al.<xref ref-type="bibr" rid="B49"><sup>49</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Os criadores de ovelha que relataram doenças crônicas devido à exposição a organofosforados têm uma proporção maior do polimorfismo PON1-192R associado a taxas mais baixas de hidrólise do inseticida diazinona </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Rusieki et al.<xref ref-type="bibr" rid="B50"><sup>50</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Eventos de alta exposição a agrotóxicos foram associados significativamente com a metilação de DNA na região promotora da GSTp1 e em alguns subgrupos de promotores de DNAm: MGMT e LINE-1. </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Gómez-Martín et al.<xref ref-type="bibr" rid="B51"><sup>51</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Os níveis de N7-MedG foram significativamente maiores nos períodos de alta exposição em comparação aos de baixa exposição. Polimorfismos genéticos da PON1 e da GST associaram-se com a metilação do DNA (N7-MedG). </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Zeljezic et al.<xref ref-type="bibr" rid="B52"><sup>52</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Não houve diferenças significativas no comprimento dos telômeros entre expostos e controles (p &gt; 0,05). O número de PNP nos expostos foi significativamente maior do que nos controles. Não houve associação positiva entre a formação de PNP e encurtamento dos telômeros. </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Lerro et al.<xref ref-type="bibr" rid="B53"><sup>53</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Níveis elevados de 2,4-D na urina associaram-se positiva e significativamente com aumentos de 8-OHdG e 8-isoPGF. Não houve associação significativa entre 2,4-D e MDA ou mercapturato de atrazina . </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Bayrami et al.<xref ref-type="bibr" rid="B54"><sup>54</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Os níveis médios de SOD e LPO foram maiores nos agricultores do que nos controles (p = 0,01). A concentração de TAC e AChE foi menor nos agricultores do que nos controles (p = 0,001). Não houve diferenças significativas entre os agricultores e controles quanto aos níveis de TTM, 8-OH-dG, e CAT. </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Madani et al.<xref ref-type="bibr" rid="B55"><sup>55</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Associação positiva e significativa entre a duração da exposição aos agrotóxicos e níveis de glicose, TG, TGO, TG, proteína C reativa, protrombia e fibrinogênio (p &lt; 0,05). Houve associação inversa significativa entre a duração da exposição aos agrotóxicos e marcadores antioxidantes (p &lt; 0,01) e positiva com os marcadores oxidativos (p &lt; 0,04). </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Wang et al.<xref ref-type="bibr" rid="B56"><sup>56</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Os agricultores apresentaram maiores níveis basais urinários de metabólitos de clorpirifós do que os controles. Houve aumento significativo da excreção urinária de 8-OHdG no primeiro dia após aplicação, comparada aos três dias antes da aplicação, retornando aos níveis normais após o terceiro dia de aplicação. </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Costa et al.<xref ref-type="bibr" rid="B57"><sup>57</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">A presença de polimorfismos genéticos da PON1 associou-se significativamente a marcadores de estresse oxidativo (AGE e AOPP). </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Ramírez e Cuenca<xref ref-type="bibr" rid="B58"><sup>58</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Todas as mulheres expostas a agrotóxicos e que tiveram abortos espontâneos ou natimortos tiveram chances 1,45 vezes maior de ter danos no DNA (presença de MN) quando comparadas às mulheres não expostas. </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Pakravan et al.<xref ref-type="bibr" rid="B59"><sup>59</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Houve diferenças significativas entre os níveis de AChE antes da exposição e durante, com redução de 54% de sua atividade; e entre durante a exposição e após a exposição (x = 4.155 ± 275 vs x = 6.615 ± 392; p &lt; 0,05). Os níveis de AChE no t0 (antes da exposição) e no t3 (oito semanas após exposição) não diferiram estatisticamente. </td>
							</tr>
						</tbody>
					</table>
					<table-wrap-foot>
						<fn id="TFN3">
							<p>AChE: Acetilcolinesterase; AGE: produtos finais da glicação avançada; Al: alumínio; AOPP produtos de oxidação protéica; BChE butirilcolinesterase; CAT: Catalases; CRT: comprimento relativo dos telômeros; CT: colesterol total; Cr: creatinina; DAP: dialqui-fosfato; 2,4D: ácido 2,4 diclofenoxiacético; EEG: eletroencefalograma; EPI: equipamento de proteção individual; ETU: etilenotioureia; FA: fosfatase alcalina; GST: glutationa-S-transferase; 8-isoPGF: 8-isso-prostaglandina F; LPO: peroxidação lipídica; Mg: magnésio; MN: Micronúcleo; MDA: malondialdeído; N7: MedG-N7-metildeoxiguanosina; OF: organofosforado; 8OH-Dg: 8-oxo-2’-desoxiguanosina; PNP: pontes nucleoplasmáticas; PON1: paraoxonase1; SOD: superóxido dismutase; TAC: capacidade antioxidante total; TBARS: substâncias reativas com o ácido tiobarbitúricos; TG: triglicerídeo; TGO: transaminase glutâmico oxalacética, TGP: transaminase glutâmico pirúvica; TTM: moléculas de tiol totais; U: ureia; Zn: zinco</p>
						</fn>
					</table-wrap-foot>
				</table-wrap>
			</p>
			<p>
				<table-wrap id="t4">
					<label>Quadro 4</label>
					<caption>
						<title>Principais efeitos crônicos e agudos ocasionados por agrotóxicos identificados nos estudos selecionados</title>
					</caption>
					<table frame="hsides" rules="groups">
						<colgroup>
							<col width="15%"/>
							<col width="85%"/>
						</colgroup>
						<thead>
							<tr>
								<th align="left"><bold>
 <italic>Autor(es)</italic>
</bold></th>
								<th align="center"><bold>
 <italic>Principais resultados</italic>
</bold></th>
							</tr>
							<tr>
								<th align="left" colspan="2"><bold>DOENÇAS NEUROLÓGICAS</bold></th>
							</tr>
						</thead>
						<tbody>
							<tr>
								<td align="left">Moisan et al.<xref ref-type="bibr" rid="B16"><sup>16</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Associação significativa entre intensidade da exposição e DP (OR = 2,04, IC95%: 1,03 - 4,05) e entre duração da exposição e DP (OR = 2,28, IC95%: 1,16 - 4,50), para inseticidas e fungicidas, respectivamente. </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Nielsen et al.<xref ref-type="bibr" rid="B17"><sup>17</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Não houve associação significativa entre não uso de EPI, a reentrada frequente de áreas tratadas com agrotóxicos e sintomas/sinais de PS. Residir ou comprar uma fazenda foram associados significativamente com sinais de PS. </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Nguyen et al.<xref ref-type="bibr" rid="B18"><sup>18</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Trabalhadores agrícolas tiveram piores escores na capacidade de aprendizagem (p = 0,01), memória de curto prazo (p = 0,01) e capacidade de codificação perceptual (p = 0,04) em comparação aos não trabalhadores agrícolas. </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Zhang et al.<xref ref-type="bibr" rid="B19"><sup>19</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Os casos apresentaram escores estatisticamente superiores aos controles para raiva/hostilidade, depressão/abatimento, tensão/ansiedade e menores para vigor/atividade. </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Jamal et al.<xref ref-type="bibr" rid="B20"><sup>20</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">As pontuações de ansiedade/insônia e depressão severa foram maiores em expostos do que não expostos. A disfunção social foi significativamente menor entre os expostos do que em controles. Nos parâmetros de comprometimento de função neurocognitiva, os agricultores expostos apresentaram os menores valores quando comparados aos controles. Houve diferenças significativas entre aplicadores e controles para todos os parâmetros bioquímicos avaliados, com exceção de TGP e TG. </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Sunwook et al.<xref ref-type="bibr" rid="B21"><sup>21</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">A exposição aos agrotóxicos ao longo da vida associou-se inversamente com o índice de complexidade de equilíbrio postural (agricultores expostos apresentaram piores desempenhos no equilíbrio postural). </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" colspan="2"><bold>DOENÇAS E TRANSTORNOS MENTAIS</bold></td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Campos et al.<xref ref-type="bibr" rid="B22"><sup>22</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Maior chance de depressão entre os que têm contato com agrotóxicos antes dos 15 anos. Maior chance de depressão para os expostos a piretróides, álcool alifático, dinitroanilina e sulfoniluréia. Houve associação positiva entre intoxicação por agrotóxicos e TPM e depressão. Houve associação positiva entre SRQ-20 ≥ 8 e exposição a álcool alifático. </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Harrison e Ross<xref ref-type="bibr" rid="B23"><sup>23</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">A exposição à OF aumentou a chance de diagnóstico de ansiedade em 13,44 vezes, mas não para diagnóstico de depressão. Houve associação significativa entre sintomas autorreferidos de depressão/ansiedade e exposição a OF. </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Kim et al.<xref ref-type="bibr" rid="B24"><sup>24</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Os casos moderados/severos de intoxicação aguda associaram-se com tentativa de suicídio, com tempo de hospitalização decorrente de intoxicação por pesticida e ocorrência de episódios de intoxicação aguda. Não houve associação positiva entre ocorrência de intoxicação aguda mais de uma vez e tentativa de suicídio mais de uma vez. </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" colspan="2"><bold>CÂNCER</bold></td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Lemarchand et al.<xref ref-type="bibr" rid="B25"><sup>25</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">A exposição aos agrotóxicos na pecuária aumenta o risco de câncer de próstata. O uso de agrotóxico por cultura (trigo/cevada) aumenta o risco de câncer de próstata em 1,17 vezes. O RR para aplicação de agrotóxicos em árvores frutíferas com terreno maior ou igual a 25 hectares foi de 2,28. A exposição combinada a pesticidas para as culturas: cevada/trigo e batata associou-se com risco de câncer de pulmão. </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Bonner et al.<xref ref-type="bibr" rid="B26"><sup>26</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Tempo de uso de clorimuron etil e de maconzeb/maneb aumenta o risco de câncer de pulmão. A intensidade de uso de maconzeb/maneb eleva o risco de câncer de pulmão (RR = 3,21; IC95%: 1,74 - 5,91). </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Boada et al.<xref ref-type="bibr" rid="B27"><sup>27</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">A exposição aos OC associou-se inversamente à chance de câncer de bexiga. Esta associação não ocorreu na presença de polimorfismo genético da enzima GST (GST-T1 nulo): (OR = 0,930; IC95%: 0,824 - 1,050; p = 0,242). </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Boulanger et al.<xref ref-type="bibr" rid="B28"><sup>28</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">A exposição a agrotóxicos não foi estatisticamente associada ao risco de câncer de bexiga. </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Alavanja et al.<xref ref-type="bibr" rid="B71"><sup>71</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">O RR para LNH foi alto para a maior categoria de exposição ao DDT e lindano. Nas análises de subtipo, os terbufos e o DDT foram associados ao linfoma de pequenas células/linfocitose crônica leucemia/linfoma marginal de células; lindano e diazinon com linfoma folicular e permetrina com MM. </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Lerro et al.<xref ref-type="bibr" rid="B72"><sup>72</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Todos os OP foram associados a um risco elevado de câncer de mama (RR = 1,20; IC95%: 1,01 - 1,43). Malation associou-se com aumento do risco de câncer de tireoide (RR = 2,04; IC95%: 1,14 - 3,63) e diminuição do risco de Linfoma não-Hodgkin (RR = 0,64; IC95%: 0,41 - 0,99). O uso de diazinon foi associado com câncer de ovário (RR = 1,87, IC95%: 1,02 - 3,43). </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Engel et al.<xref ref-type="bibr" rid="B73"><sup>73</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">O RR para câncer de mama entre as mulheres que já relataram ter usado inseticidas em algum momento da vida foi de 1,4 (IC95%: 1,0 - 2,0) para clorpirifós e 1,5 para tebufós (IC95%: 1,0 - 2,1). O uso de forato pelas mulheres e seus maridos aumentou o RR de câncer para 2,0 (IC95%: 1,0 - 4,1). </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Lerro et al.<xref ref-type="bibr" rid="B74"><sup>74</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Risco aumentado de câncer de pulmão foi observado entre os usuários de acetocloro (RR = 1,74; IC95%: 1,07 - 2,84) em comparação aos não usuários, e entre os indivíduos que relataram o uso de misturas de produtos acetocloro/atrazina (RR = 2,33; IC95%: 1,30 - 4,17), comparado aos não usuários de acetocloro. O risco de câncer colorretal foi significativamente elevado entre a categoria mais alta de usuários de acetocloro (RR = 1,75; IC95%: 1,08 - 2,83) em comparação com os não usuários. Não houve associações significativas para melanoma (RR = 1,61; IC95%: 0,98 - 2,66) e câncer de pâncreas (RR = 2,36; IC95%: 0,98 - 5,65). </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" colspan="2"><bold>DOENÇAS DA TIREÓIDE E DISTÚRBIOS HORMONAIS OU METABÓLICOS</bold></td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Piccoli et al.<xref ref-type="bibr" rid="B29"><sup>29</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Em geral, as associações entre níveis de OC no sangue e de hormônios tireoidianos foram fracas e inconsistentes; não houve associação significativa entre atividade das colinesterases e níveis de hormônios tireoidianos. </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Medda et al.<xref ref-type="bibr" rid="B30"><sup>30</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">A exposição ocupacional ao maconzeb etá associada à disfunção da tireoide, sendo mais pronunciada em trabalhadores expostos residentes em uma área com deficiência leve a moderada de iodo (Chianti) em comparação a trabalhadores residentes em uma área coberta por um programa de profilaxia iodada de longa duração (Bolzano). </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">La Verda et al.<xref ref-type="bibr" rid="B31"><sup>31</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Quanto maior a exposição à triazina e atrazina, maior o IMC. Esse efeito foi mais pronunciado entre os aplicadores residentes de Iowa. Estas associações não foram observadas na Carolina do Norte. </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" colspan="2"><bold>DOENÇA RENAL</bold></td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Lebov et al.<xref ref-type="bibr" rid="B32"><sup>32</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Risco maior de DRET entre as esposas que aplicavam agrotóxicos em geral para a categoria de maior dias de uso (&gt; 507,5 dias; RR = 4;22; IC95%: 1,26 - 14,2). O uso de chlorimuron-ethyl entre as esposas e risco de DRET foi alto (RR = 4,03; IC95%: 1,30 - 12,51). Entre as esposas que nunca aplicaram pesticidas, a DRET esteve associada ao uso de paraquat (RR = 1,99; IC95%: 1,14 - 3,47) e butilato (RR = 1,71; IC95%: 1,00 - 2,95) pelo marido. </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" colspan="2"><bold>DOENÇA RESPIRATÓRIA</bold></td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Hoppin et al.<xref ref-type="bibr" rid="B33"><sup>33</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Houve associação positiva e significativa de dose-resposta (dias de uso de agrotóxicos e chance de sibilo alérgico e não alérgico) para 2,4D, atrazina, glifosato, carbaril, malation, permetrina e warfarina. </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" colspan="2"><bold>ALTERAÇÕES AUDITIVAS</bold></td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Bazilio et al.<xref ref-type="bibr" rid="B34"><sup>34</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Quanto maior o índice de exposição, maior a chance de alterações auditivas em ambos os ouvidos observadas no TPD e no teste “gaps in noise”. </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">De Sena<xref ref-type="bibr" rid="B35"><sup>35</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Quanto maior o grau de toxicidade do agrotóxico, maior a prevalência de perda auditiva. Os expostos a agrotóxicos tiveram escores de qualidade de vida significativamente inferiores em todos os domínios, exceto para capacidade funcional (não houve diferenças significativas entre expostos e não expostos a agrotóxicos). </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" colspan="2"><bold>DOENÇA AUTOIMUNE</bold></td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Parks et al.<xref ref-type="bibr" rid="B36"><sup>36</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Dos 15 pesticidas examinados, maneb / mancozeb (OR = 3,3; IC95%: 1,5 - 7,1) e glifosato (OR = 1,4; IC95%: 1,0 - 2,1) foram associados a casos incidentes de AR. </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left" colspan="2"><bold>SINAIS E SINTOMAS DE INTOXICAÇÃO AGUDA</bold></td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Siqueira et al.<xref ref-type="bibr" rid="B70"><sup>70</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Trabalhadores que aplicam agrotóxicos apresentaram maior frequência de queixas relacionadas a dores na coluna em comparação àqueles que não aplicam. Houve diferenças significativas para os domínios físico, psicológico e social da escala WHOQOL-Bref entre os grupos de trabalhadores, sendo as piores médias encontradas nos aplicadores de agrotóxicos. </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Oesterlund et al.<xref ref-type="bibr" rid="B63"><sup>63</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Houve associação positiva entre toxicidade do agrotóxico e intoxicação aguda. Ser mulher é um fator de proteção para intoxicação aguda em todas as classes de toxicidade de agrotóxicos. Soprar ou sugar o bico do pulverizador aumenta a chance sintomas de intoxicação aguda por agrotóxicos (OR bruto = 2,5; IC95%: 1,4 - 4,3). </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Dasgupta et al.<xref ref-type="bibr" rid="B60"><sup>60</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">A análise de regressão revelou: a cada 1% de aumento na quantidade de agrotóxico utilizada, diminui 9,8% a chance de intoxicação aguda; a cada 1% de aumento no uso de agrotóxicos classificados pela OMS nas categorias WHO Ia e WHO Ib, aumenta a probabilidade de intoxicação em 3,9%; o uso de medidas protetivas diminui a probabilidade de intoxicação em 44,3%. </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Salameh et al.<xref ref-type="bibr" rid="B67"><sup>67</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">O modelo ajustado revelou associação positiva entre exposição cumulativa de agrotóxicos e sintomas gastrintestinais (OR = 2,28; IC95%: 1,03 - 5,05; p = 0,04), imunoalérgicos (OR = 3,63; IC95%: 1,93 - 6,85; p = 0,0001); anorexia (OR = 4,98; IC95%: 1,33 - 18,55; p = 0,04), infecções do trato respiratório superior (OR = 16,61; IC95%: 3,52 - 78,51; p = 0,04), epistaxe (OR = 6,30; IC95%: 2,01 - 19,71; p = 0,04) e internação por intoxicação aguda (OR = 4,99; IC95%: 1,59 - 15,64; p = 0,04). </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Faria et al.<xref ref-type="bibr" rid="B64"><sup>64</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Maior escolaridade revelou efeito protetor contra a ocorrência de intoxicação aguda. A frequência de uso de agrotóxicos, o uso de mangueira com “caneta” de pulverização e a ausência de máscaras associou-se positivamente com casos possíveis de intoxicação aguda. </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Neupane et al.<xref ref-type="bibr" rid="B62"><sup>62</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Maior chance de intoxicação aguda em agricultores expostos a agrotóxicos em comparação aos controles para as seguintes manifestações clínicas: náusea, visão turva, tontura, fraqueza muscular, dor de cabeça, exaustão; ausência de coordenação, suor excessivo, boca seca. </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Jacobson et al.<xref ref-type="bibr" rid="B69"><sup>69</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Houve associação positiva entre: capina com herbicida e problemas de saúde (OR = 3,67; p = 0,047); aplicação semanal de agrotóxicos e problemas de saúde quando a capina é realizada com herbicida (OR = 6,89; p = 0,047); equipamento de proteção e problemas de saúde, quando a capina é feita com herbicida (OR = 3,57; p = 0,049). </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Mancini et al.<xref ref-type="bibr" rid="B61"><sup>61</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">As variáveis toxicidade de agrotóxico e tempo de exposição associou-se positiva e significativamente ao índice de severidade de intoxicação e, a educação formal associou-se negativamente. Com relação ao somatório de sinais e sintomas de intoxicação aguda, as variáveis toxicidade, tempo de exposição associaram-se positiva e significativamente e as variáveis educação formal e profissão associaram-se negativamente. </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Muñoz-Quezada et al.<xref ref-type="bibr" rid="B65"><sup>65</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">O uso de máscaras e menor idade (&lt; 47 anos) associaram-se negativamente com sinais/sintomas de intoxicação aguda. O tempo de exposição a agrotóxicos teve associação positiva com sinais/sintomas de intoxicação aguda. </td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Khan et al.<xref ref-type="bibr" rid="B66"><sup>66</sup></xref>
								</td>
								<td align="left">Aumentos significativos de efeitos na saúde com a quantidade de agrotóxicos, uso de agrotóxicos altamente tóxicos (toxicidade classe Ia e Ib) e o distrito de residência. O uso de EPI mostrou-se inversamente associado ao risco de agravos à saúde. </td>
							</tr>
						</tbody>
					</table>
					<table-wrap-foot>
						<fn id="TFN4">
							<p>AR: Artrite reumatoide; DP: Doença de Parkinson; 2,4D: ácido diclorofenoxiacético; DDT: diclorodifeniltricloroetano; DRET: Doença renal em estágio terminal; EPI: Equipamento de proteção individual; GST: Glutationa-S-transferase; IMC: Índice de massa corporal; LNH: Linfoma Não Hodgkin; MM: Mieloma múltiplo. PS: Parkinsonismo; OF: Organofosforado; OC: Organoclorado; OMS: Organização Mundial de Saúde; OR: <italic>Odds ratio</italic> (Razão de chances); RR: risco relativo; SRQ-20: <italic>Self reporting questionnaire</italic>; TG: Triglicerídeos; TGP: Transaminase glutâmico pirúvica; TPD: Teste padrão de duração; TPM: Transtorno psiquiátrico menor; WHO: <italic>World Health Organization</italic>.</p>
						</fn>
					</table-wrap-foot>
				</table-wrap>
			</p>
			<p>Observou-se que a ocorrência de polimorfismos genéticos de enzimas de detoxificação de contaminantes químicos aumenta o dano ao DNA em agricultores expostos a agrotóxicos quando comparados aos controles<xref ref-type="bibr" rid="B40"><sup>40</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B47"><sup>47</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B48"><sup>48</sup></xref> e potencializa a associação entre exposição aos agrotóxicos e metilação do DNA em agricultores<xref ref-type="bibr" rid="B50"><sup>50</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B51"><sup>51</sup></xref>. Pesquisas científicas têm evidenciado que mecanismos de metilação no DNA parecem estar envolvidos no desenvolvimento de câncer de próstata<xref ref-type="bibr" rid="B75"><sup>75</sup></xref> (<xref ref-type="table" rid="t3">Quadro 3</xref>).</p>
			<p>O estudo da coorte francesa de agricultores (AGRICAN) revelou associações positivas entre exposição a agrotóxicos e risco de câncer de próstata<xref ref-type="bibr" rid="B25"><sup>25</sup></xref> (<xref ref-type="table" rid="t4">Quadro 4</xref>). Os estudos da coorte estadounidense <italic>Agriculture Health Study</italic> revelaram maior risco de câncer de pulmão em aplicadores para os IA clorimuron, maconzeb/maneb<xref ref-type="bibr" rid="B26"><sup>26</sup></xref>, acetocloro<xref ref-type="bibr" rid="B74"><sup>74</sup></xref> e misturas de acetocloro com atrazina<xref ref-type="bibr" rid="B74"><sup>74</sup></xref>; risco elevado de Linfoma Não-Hodgkin (LNH) e seus subtipos para determinados IA<xref ref-type="bibr" rid="B71"><sup>71</sup></xref>; risco relativo alto de câncer de colorretal para acetocloro<xref ref-type="bibr" rid="B74"><sup>74</sup></xref>; maior risco de câncer em geral em mulheres expostas a organofosforados (OF) <sup>(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B72"><sup>72</sup></xref>; risco elevado de câncer da tireoide entre expostas ao malation e de câncer de ovário entre expostas à diazinona<xref ref-type="bibr" rid="B72"><sup>72</sup></xref>; risco aumentado de câncer de mama em mulheres para clorpirifós, tebufós e forato<xref ref-type="bibr" rid="B73"><sup>73</sup></xref>. Porém, para câncer de bexiga<xref ref-type="bibr" rid="B27"><sup>27</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B28"><sup>28</sup></xref>, câncer de pâncreas<xref ref-type="bibr" rid="B74"><sup>74</sup></xref> e melanoma<xref ref-type="bibr" rid="B74"><sup>74</sup></xref> não houve associação positiva significativa com exposição aos agrotóxicos (<xref ref-type="table" rid="t4">Quadro 4</xref>).</p>
			<p>Em um estudo<xref ref-type="bibr" rid="B52"><sup>52</sup></xref>, a ocorrência de instabilidade genômica foi associada positivamente à exposição aos agrotóxicos (<xref ref-type="table" rid="t3">Quadro 3</xref>).</p>
			<p>Dentre as alterações bioquímicas (<xref ref-type="table" rid="t3">Quadro 3</xref>), dois estudos<xref ref-type="bibr" rid="B39"><sup>39</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B40"><sup>40</sup></xref> demonstraram maiores concentrações séricas de metais (zinco, chumbo, cobre, arsênio, manganês e níquel) em agricultores expostos do que nos controles, mesmo em períodos de baixa aplicação<xref ref-type="bibr" rid="B39"><sup>39</sup></xref>. Também foram observadas alterações na glicemia, na função hepática e no lipidograma<xref ref-type="bibr" rid="B37"><sup>37</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B55"><sup>55</sup></xref>.</p>
			<p>Em relação às doenças mentais (<xref ref-type="table" rid="t4">Quadro 4</xref>) houve associações positivas para depressão e ansiedade autorreferida em expostos a organofosforados<xref ref-type="bibr" rid="B23"><sup>23</sup></xref>. Campos et al.<xref ref-type="bibr" rid="B22"><sup>22</sup></xref> verificaram que a exposição a determinados IA associou-se positivamente à depressão autorreferida; Kim et al.<xref ref-type="bibr" rid="B24"><sup>24</sup></xref> observaram associações positivas entre casos moderados/severos de intoxicação aguda por agrotóxicos e tentativa de suicídio.</p>
			<p>Para as doenças neurológicas (<xref ref-type="table" rid="t4">Quadro 4</xref>) identificaram-se associações positivas entre a ocupação (agricultor) e alterações cognitivas<xref ref-type="bibr" rid="B18"><sup>18</sup></xref>. Resultados similares ocorreram em outras duas pesquisas<xref ref-type="bibr" rid="B19"><sup>19</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B20"><sup>20</sup></xref>. Dois estudos revelaram associações positivas entre exposição a agrotóxicos e Doença de Parkinson/Parkinsonismo<xref ref-type="bibr" rid="B16"><sup>16</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B17"><sup>17</sup></xref>. Um estudo<xref ref-type="bibr" rid="B21"><sup>21</sup></xref> identificou que a exposição aos agrotóxicos ao longo da vida está associada positivamente a alterações no equilíbrio postural. Bayrami et al.<xref ref-type="bibr" rid="B54"><sup>54</sup></xref>, entretanto, não observaram associação entre ocupação e desordens neuropsicológicas, apesar de identificarem níveis da enzima colinesterase eritrocitária ou acetilcolinesterase (AChE) significativamente menores nos agricultores do que nos controles. Especialistas têm demonstrado que alterações da atividade da AChE e da colinesterase plasmática ou butirilcolinesterase (BChE) estão envolvidas na patogênese de doenças neurológicas e provavelmente em alterações mentais<xref ref-type="bibr" rid="B76"><sup>76</sup></xref>.</p>
			<p>Estudos identificaram associações positivas entre exposição a agrotóxicos e atividade reduzida de AChE<xref ref-type="bibr" rid="B38"><sup>38</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B41"><sup>41</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B46"><sup>46</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B59"><sup>59</sup></xref> e de BChE<xref ref-type="bibr" rid="B37"><sup>37</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B38"><sup>38</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B44"><sup>44</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B54"><sup>54</sup></xref>. Hongsibsong et al. <sup>(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B41"><sup>41</sup></xref> revelaram associações positivas entre redução nos níveis de AChE e sintomas de saúde. De Oliveira e Ehrhardt<xref ref-type="bibr" rid="B43"><sup>43</sup></xref> não verificaram diferenças significativas nos níveis de AChE e BChE entre os períodos de baixa e alta aplicação de agrotóxicos (<xref ref-type="table" rid="t3">Quadro 3</xref>).</p>
			<p>Alterações da tireoide foram avaliadas em dois estudos<xref ref-type="bibr" rid="B29"><sup>29</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B30"><sup>30</sup></xref> (<xref ref-type="table" rid="t4">Quadro 4</xref>). No primeiro, as associações foram fracas e inconsistentes e, no segundo, a exposição a ditiocarbamatos associou-se positivamente a alterações na função da tireoide em homens. Ainda no grupo de distúrbios hormonais/metabólicos, destaca-se o estudo de LaVerda<xref ref-type="bibr" rid="B31"><sup>31</sup></xref><sup>),</sup>, que demonstrou associações positivas entre ganhos de IMC e exposição a atrazina e triazina em aplicadores de agrotóxicos.</p>
			<p>Com relação aos demais desfechos crônicos (<xref ref-type="table" rid="t4">Quadro 4</xref>), a exposição à ditiocarmabatos e ao glifosato foram associadas positivamente à artrite reumatoide em mulheres<xref ref-type="bibr" rid="B36"><sup>36</sup></xref>. Encontraram-se associações positivas entre exposição aos agrotóxicos (clorimurom etil, paraquate e butilato) e doença renal em estágio avançado<xref ref-type="bibr" rid="B32"><sup>32</sup></xref>; doenças respiratórias<xref ref-type="bibr" rid="B33"><sup>33</sup></xref>, para os ingredientes ativos 2,4D, atrazina, glifosato, carbaril, malationa, permetrina e warfarina; e alterações auditivas para exposição a agrotóxicos em geral<xref ref-type="bibr" rid="B34"><sup>34</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B35"><sup>35</sup></xref>.</p>
			<p>Sinais e sintomas clínicos de intoxicação aguda foram associados positivamente ao uso de agrotóxicos para as variáveis: tempo/duração da exposição<xref ref-type="bibr" rid="B61"><sup>61</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B64"><sup>64</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B65"><sup>65</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B67"><sup>67</sup></xref> e toxicidade do agrotóxico<xref ref-type="bibr" rid="B60"><sup>60</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B61"><sup>61</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B63"><sup>63</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B66"><sup>66</sup></xref>. Para a variável quantidade de pesticidas, os achados foram controversos<xref ref-type="bibr" rid="B60"><sup>60</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B66"><sup>66</sup></xref>. Em alguns estudos, o uso de medidas de proteção teve associação inversa com a ocorrência de intoxicação aguda<xref ref-type="bibr" rid="B60"><sup>60</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B64"><sup>64</sup></xref><sup>)- (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B66"><sup>66</sup></xref> e, em dois estudos, a escolaridade também associou-se negativamente com a chance de intoxicação aguda<xref ref-type="bibr" rid="B60"><sup>60</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B64"><sup>64</sup></xref>. Ser mulher foi um fator de proteção para intoxicação aguda e práticas inadequadas de manuseio de pulverizadores associaram-se positivamente a sinais/sintomas de intoxicação aguda<xref ref-type="bibr" rid="B63"><sup>63</sup></xref>. Destaca-se o estudo de Siqueira<xref ref-type="bibr" rid="B70"><sup>70</sup></xref> que identificou pior qualidade de vida em aplicadores de agrotóxico em comparação aos não aplicadores.</p>
		</sec>
		<sec sec-type="discussion">
			<title>Discussão</title>
			<p>Esta revisão evidenciou a diversidade de métodos utilizados para avaliação da exposição de agricultores a agrotóxicos e dos desfechos nos estudos selecionados. Apesar disso, os estudos revelaram associações positivas significativas entre exposição aos agrotóxicos e condições subclínicas, agravos crônicos e sinais/sintomas de intoxicação aguda. A seguir, são pontuados alguns aspectos relacionados às limitações dos estudos analisados.</p>
			<sec>
				<title>Limitações quanto à avaliação da exposição aos agrotóxicos</title>
				<p>A maioria dos estudos avaliou a exposição aos agrotóxicos por meio de questionários, com o objetivo de detalhar as características dos processos de trabalho na agricultura - atividade em que a exposição se dá de forma mais acentuada. O uso de questionários tem como vantagens a fácil execução, a agilidade e o baixo custo<xref ref-type="bibr" rid="B78"><sup>78</sup></xref>. Porém, por abordar questões relacionadas ao uso de um produto tóxico para a saúde humana e ambiental, podem ocorrer alguns constrangimentos por parte dos participantes dos estudos ao responder perguntas sobre a idade de início de contato, as doses administradas e o nome comercial dos agrotóxicos utilizados, por exemplo - o que pode ocasionar omissão de respostas ou falsas informações, resultando em exposição subestimada, ou em ausência ou fraca associação entre a exposição aos IA e agravos à saúde, como observado no estudo de Boulanger<xref ref-type="bibr" rid="B28"><sup>28</sup></xref> para câncer de bexiga. Tais vieses de informação podem acentuar-se em casos de baixa escolaridade devido ao desconhecimento do entrevistado, conforme notou-se no estudo de Salameh e Saleh<xref ref-type="bibr" rid="B67"><sup>67</sup></xref>. A prática de utilizar IAs não recomendados para determinada cultura e o emprego de mais de um tipo de IA em uma única cultura também podem induzir a vieses de informação nessa população. No Brasil, relatórios do Programa Nacional de Análise de Resíduos de Agrotóxicos<xref ref-type="bibr" rid="B79"><sup>79</sup></xref> têm demonstrado ao longo dos anos que essas práticas são frequentes entre os agricultores.</p>
				<p>Com relação ao uso de biomarcadores de exposição, apenas seis estudos dosaram metabólitos de IA em fluidos corporais. Tal achado, provavelmente, justifica-se pela necessidade de estrutura laboratorial complexa, com equipamentos sofisticados e recursos humanos qualificados elevando o custo das pesquisas. Somam-se a isso as grandes distâncias percorridas entre as áreas agrícolas e as dificuldades de transporte das amostras para os laboratórios<xref ref-type="bibr" rid="B5"><sup>5</sup></xref>. Além disso, recomenda-se que o momento da coleta das amostras biológicas seja o período de maior exposição aos agrotóxicos, que geralmente ocorre nas etapas de preparo da terra, acompanhamento e crescimento da lavoura, conforme observado no estudo de Lerro<xref ref-type="bibr" rid="B53"><sup>53</sup></xref> e Piccoli<xref ref-type="bibr" rid="B29"><sup>29</sup></xref>. A definição do momento da coleta das amostras dos fluidos também deve considerar a meia-vida do agrotóxico (tempo requerido para que a metade da concentração do agrotóxico seja eliminada pelo organismo), pois, caso contrário, pode levar a resultados negativos<xref ref-type="bibr" rid="B5"><sup>5</sup></xref>.</p>
				<p>Destaca-se que a meia-vida dos organofosforados e dos carbamatos é curta. De uma maneira geral, esses compostos químicos são agrotóxicos não persistentes, ou seja, uma vez presentes em ambientes naturais decompõem-se em dias ou semanas<xref ref-type="bibr" rid="B80"><sup>80</sup></xref>. No entanto, por mais que sejam degradados rapidamente, podem gerar subprodutos ou metabólitos mais tóxicos decorrentes de sua degradação<xref ref-type="bibr" rid="B81"><sup>81</sup></xref>.</p>
				<p>Segundo Oliveira-Silva et al. <sup>(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B82"><sup>82</sup></xref>, os organofosforados e carbamatos são denominados agentes anticolinesterásicos por possuírem o mesmo mecanismo tóxico de ação: inibem a ação das colinesterases, enzimas presentes nos sistemas nervosos central, periférico, placa motora e no tecido sanguíneo (AChE e BChE), resultando em diversos efeitos neurotóxicos.</p>
				<p>Na prática clínica, para fins de diagnóstico de intoxicação por organofosforados ou carbamatos, deve-se conhecer o tempo de meia-vida dessas enzimas<xref ref-type="bibr" rid="B5"><sup>5</sup></xref>: para a AChE é de três meses e para a BChE é de uma semana. Tais diferenças indicam que a AChE reflete melhor um efeito tóxico crônico, por ser afetada por mais tempo, enquanto a BChE, por apresentar inibição menos prolongada, funciona como um biomarcador importante para exposição recente. Porém, segundo Klassen<xref ref-type="bibr" rid="B83"><sup>83</sup></xref>, ao se utilizar esses marcadores na prática clínica, para fins de diagnóstico de intoxicação por organofosforados, é preciso levar em consideração as diferenças entre os compostos químicos, já que inibem as colinesterases de maneiras distintas (por exemplo: malation, diazinon, clorfirifós e diclovós são fortes inibidores da BChE e não da AChE). Enquanto isso, em quadros de intoxicação por carbamatos, as colinesterases retornam aos seus níveis normais mais rapidamente, pois a inibição enzimática é transitória e rapidamente reversível, tendo, portanto, um valor diagnóstico limitado. Nesse sentido, quando há suspeita de intoxicação por carbamato, a dosagem de AChE desse ser feita o mais rápido possível (em poucas horas) pois é muito frequente a não detecção de níveis reduzidos dessa enzima, mesmo na presença de sintomas de intoxicação severa por esse ingrediente ativo. A inibição da BChE por carbamatos também ocorre, porém o grau de inibição varia conforme o composto.</p>
				<p>Os organofosforados e os carbamatos são os maiores responsáveis pelas intoxicações humanas no mundo<xref ref-type="bibr" rid="B84"><sup>84</sup></xref>. Por essa razão, alguns países da Europa, os EUA, a China e, mais recentemente, o Brasil<xref ref-type="bibr" rid="B85"><sup>85</sup></xref> baniram alguns IA que pertencem ao grupo dos organofosforados, como: os metamidofóes, tricloform e forato. No entanto, a legislação brasileira ainda permite o uso de outros, como: o acefato, que já foi banido em 28 países da União Européia, China, Palestina e Omã<xref ref-type="bibr" rid="B86"><sup>86</sup></xref>, por causar efeitos neurotóxicos e, possivelmente, câncer, além de induzir toxicidade reprodutiva<xref ref-type="bibr" rid="B87"><sup>87</sup></xref>. A diazinona também banida em Moçambique, Palestina e em 28 países da Europa<xref ref-type="bibr" rid="B86"><sup>86</sup></xref>, foi classificada pela Agência Internacional de Pesquisa em Câncer como provável cancerígeno em humanos<xref ref-type="bibr" rid="B75"><sup>75</sup></xref>.</p>
				<p>Todas essas questões relacionadas à avaliação de biomarcadores de exposição são complexas e podem influenciar o tamanho amostral limitando o número de participantes recrutados para os estudos, conforme observado em algumas pesquisas<xref ref-type="bibr" rid="B41"><sup>41</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B53"><sup>53</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B56"><sup>56</sup></xref>.</p>
				<p>No que tange à identificação do IA ou de seu GQ, onze estudos<xref ref-type="bibr" rid="B22"><sup>22</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B26"><sup>26</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B29"><sup>29</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B32"><sup>32</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B33"><sup>33</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B36"><sup>36</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B53"><sup>53</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B71"><sup>71</sup></xref><sup>)- (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B74"><sup>74</sup></xref><sup>),</sup> verificaram uma associação positiva significativa entre os IA utilizados e desfechos à saúde: transtornos mentais e depressão<xref ref-type="bibr" rid="B22"><sup>22</sup></xref>, artrite reumatoide<xref ref-type="bibr" rid="B36"><sup>36</sup></xref>, alterações nos níveis de hormônios tireoidianos<xref ref-type="bibr" rid="B29"><sup>29</sup></xref>, doença renal em estágio terminal<xref ref-type="bibr" rid="B32"><sup>32</sup></xref>, estresse oxidativo<xref ref-type="bibr" rid="B53"><sup>53</sup></xref>, presença de distúrbios respiratórios<xref ref-type="bibr" rid="B33"><sup>33</sup></xref> e câncer<xref ref-type="bibr" rid="B26"><sup>26</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B71"><sup>71</sup></xref><sup>)- (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B74"><sup>74</sup></xref>. Já o estudo de Boada et al. <sup>(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B27"><sup>27</sup></xref> não identificou associação significativa positiva entre IA e câncer de bexiga. Além disso, em alguns estudos, coletou-se informações sobre o GQ e os IA - porém, não foi possível utilizar estas variáveis em modelos estatísticos<xref ref-type="bibr" rid="B19"><sup>19</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B38"><sup>38</sup></xref><sup>)- (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B41"><sup>41</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B52"><sup>52</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B60"><sup>60</sup></xref><sup>)- (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B62"><sup>62</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B64"><sup>64</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B66"><sup>66</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B69"><sup>69</sup></xref>, provavelmente devido à baixa frequência da distribuição dos IA/GQ de agrotóxicos na amostra, limitando o seu uso como uma variável de exposição principal e levando-a a ser substituída por outras variáveis de menor especificidade, como uso de agrotóxicos em geral, índices de exposição, classificação dos agrotóxicos por toxicidade ou finalidade de uso, entre outras.</p>
				<p>É importante considerar também que os estudos científicos avaliados são limitados quanto à análise de possíveis efeitos tóxicos decorrentes de exposições mistas de agrotóxicos (com dois ou mais IA) em humanos. Ou seja, a maioria não foi capaz de avaliar os efeitos sinérgicos que podem ocorrer quando mais de um IA e outros compostos químicos se fazem presentes nos produtos formulados. Adicionalmente, no cotidiano das populações agrícolas, ocorre a exposição simultânea a múltiplas misturas por diferentes vias de penetração (inalatória ou dérmica durante os processos de trabalho, ou pela via oral, através do consumo de alimentos e água contaminados) <sup>(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B87"><sup>87</sup></xref>, mais um fator complicador para a avaliação da exposição aos agrotóxicos.</p>
			</sec>
			<sec>
				<title>Limitações quanto à avaliação dos desfechos relacionados à saúde</title>
				<p>Dos estudos selecionados, 21 utilizaram biomarcadores de efeito ou indicadores bioquímicos como uma variável-resposta à exposição aos agrotóxicos <sup>(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B37"><sup>37</sup></xref><sup>)- (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B46"><sup>46</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B48"><sup>48</sup></xref><sup>)- (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B53"><sup>53</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B55"><sup>55</sup></xref><sup>)- (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B59"><sup>59</sup></xref>. Os biomarcadores de efeito identificam os estágios de progressão de um quadro subclínico antes que a manifestação dos sinais e sintomas estejam presentes e a doença diagnosticada, funcionando como preditores do desenvolvimento de agravos crônicos<sup>5</sup>. Entretanto, o elevado custo envolvido na coleta, armazenamento, processamento e análise dos fluidos biológicos pode limitar a obtenção de uma amostra representativa e, dessa forma, restringir a generalização dos resultados a populações semelhantes. O uso de amostragem por conveniência em tais estudos torna-se um ato frequente, o que é compreensível, porém perde-se em validade externa.</p>
				<p>Além disso, devem-se considerar outras limitações desses biomarcadores de efeito, especialmente quanto ao uso das colinesterases para o monitoramento biológico ocupacional ou na prática clínica, a saber: a) grande variabilidade individual dos níveis basais dessas enzimas, não sendo adequado estabelecer um valor universal de referência para indicar intoxicação; b) dificuldade em se estabelecer valores pré-exposição para populações agrícolas, que em geral crescem e vivem nos locais de trabalho, sendo, portanto, regularmente expostas, o que impossibilita a definição de valores basais pré-exposição (uma opção seria considerar a medida na fase de baixa exposição, mas para determinadas culturas agrícolas o uso de agrotóxicos é quase ininterrupto<xref ref-type="bibr" rid="B88"><sup>88</sup></xref>; c) a presença de outros problemas de saúde que alteram os níveis dessas enzimas no sangue - a BChE tem suas concentrações alteradas em quadros de anemias hemolíticas, anemia perniciosa, recuperação de hemorragia e condições associadas a reticulose. A AChE pode ter seus níveis reduzidos por outros fatores como ingestão de álcool, desnutrição, gravidez precoce, uso de cocaína, contraceptivos, determinados medicamentos, síndrome nefrótica e doenças hepáticas; d) diferenças nos valores de AChE e BChE em função da sensibilidade e especificidade dos diferentes métodos laboratoriais empregados<xref ref-type="bibr" rid="B89"><sup>89</sup></xref>; e) ausência de consenso sobre o ponto de corte de medição da atividade dessas enzimas para a definição de intoxicação<xref ref-type="bibr" rid="B82"><sup>82</sup></xref>. A exemplo, a norma regulamentadora do trabalho Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (NR-7) utiliza como indicador de intoxicação por agrotóxico depressão da atividade inicial da BChE de 30% em comparação aos níveis pré-exposição, de 50% para AChE e de 25% para o sangue total. Alguns toxicologistas recomendam outros valores de referência segundo o grau de intoxicação - leve, moderado e severo<xref ref-type="bibr" rid="B90"><sup>90</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B91"><sup>91</sup></xref>.</p>
				<p>Mesmo diante de todas essas limitações, tais enzimas continuam sendo os indicadores de preferência para a avaliação de intoxicação por inseticidas organofosforados e/ou carbamatos nos serviços de saúde <xref ref-type="bibr" rid="B89"><sup>89</sup></xref>.</p>
				<p>No entanto, vale destacar a possibilidade de se avaliar outros marcadores biológicos, tais como biomarcadores de genotoxidade e de estresse oxidativo, que podem complementar os resultados encontrados pelas colinesterases e servir de indicativos dos danos associados à exposição crônica aos agrotóxicos, conforme observado em alguns estudos desta revisão <xref ref-type="bibr" rid="B40"><sup>40</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B44"><sup>44</sup></xref><sup>)- (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B48"><sup>48</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B54"><sup>54</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B55"><sup>55</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B58"><sup>58</sup></xref>.</p>
				<p>Os ensaios de genotoxicidade para avaliação de danos do DNA através do teste Cometa e teste do micronúcleo fundamentam-se em alterações nível celular que ocorrem no gene/DNA da célula. O teste Cometa detecta lesões reparáveis recentes, tais como quebras e locais com álcoois alcalinos, enquanto o teste do micronúcleo (MN) detecta dano não reparável, permanente. Entretano, alguns fatores como o ambiente de trabalho, uso de equipamento de proteção individual, tempo de exposição e condições da exposição podem afetar os níveis de danos citogenéticos e genotóxicos<xref ref-type="bibr" rid="B83"><sup>83</sup></xref>.</p>
				<p>A Agência Internacional de Pesquisa em Câncer<xref ref-type="bibr" rid="B92"><sup>92</sup></xref> descreveu três mecanismos predominantes para a genotoxicidade de metais que estão presentes no processo de carcinogênese: (1) interferência com a regulação redox celular e indução de estresse oxidativo, o que pode causar danos oxidativo ao DNA ou desencadear cascatas de sinalização levando a estimulação do crescimento celular; (2) inibição dos principais sistemas de reparo do DNA, resultando em instabilidade genômica e acumulação de mutações críticas; (3) desregulação da proliferação celular por indução de caminhos de sinalização ou inativação de controles de crescimento tais como genes supressores de tumor. Portanto, tais biomarcadores de efeito à exposição aos agrotóxicos podem sugerir condições internas alteradas de maior risco para o desenvolvimento de câncer.</p>
				<p>Íons metálicos contidos em alguns agrotóxicos podem interferir com etapas distintas de vários sistemas de reparo do DNA e produzir espécies reativas de oxigênio (ROS), levando ao dano oxidativo do DNA. A exposição a diferentes categorias de pesticidas (por exemplo: organofosforados, carbamatos ou piretróides) pode levar ao estresse oxidativo em indivíduos que pulverizam esses agrotóxicos. Os mecanismos propostos na literatura são: formação de espécies reativas de oxigênio, geração de radicais livres, alteração da atividade de enzimas antioxidantes, como o aumento nos níveis da superóxido dismutase (SOD) e peroxidação lipídica<xref ref-type="bibr" rid="B9"><sup>9</sup></xref>.</p>
				<p>Assim, a avaliação de saúde desses trabalhadores que estão expostos aos agrotóxicos deveria apoiar-se neste tripé: histórico detalhado da exposição, avaliação clínica do estado de saúde e diagnóstico laboratorial por meio do uso de diferentes biomarcadores de efeito.</p>
				<p>No que tange às categorias de agravos crônicos à saúde identificados, observou-se que, em 24 estudos, os autores recorreram a definições e critérios diagnósticos validados pela comunidade científica<xref ref-type="bibr" rid="B17"><sup>17</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B18"><sup>18</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B20"><sup>20</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B26"><sup>26</sup></xref><sup>)- (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B28"><sup>28</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B30"><sup>30</sup></xref><sup>)- (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B34"><sup>34</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B38"><sup>38</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B43"><sup>43</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B45"><sup>45</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B54"><sup>54</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B60"><sup>60</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B61"><sup>61</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B69"><sup>69</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B71"><sup>71</sup></xref><sup>), (</sup><xref ref-type="bibr" rid="B72"><sup>72</sup></xref>. Entretanto, o emprego de perguntas amplas tal como “qual o seu problema de saúde?”, como descrito no artigo de Jacobson et al. <sup>(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B69"><sup>69</sup></xref>, não permite conhecer com precisão qual é o agravo/doença que poderia estar associado à exposição aos agrotóxicos na população estudada, limitando a interpretação dos achados encontrados. Destaca-se o estudo de Siqueira et al. <sup>(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B70"><sup>70</sup></xref>, que revelou que aqueles que não aplicavam agrotóxicos foram os que mais relataram queixas sobre saúde. Porém, ao avaliar a qualidade de vida, através de um instrumento validado, os que aplicavam agrotóxicos referiram uma pior qualidade de vida. Daí, a importância cada vez maior de se medir também o conceito ampliado de saúde. Segundo Szwarcwald et al. <xref ref-type="bibr" rid="B93"><sup>93</sup></xref>, a autoavaliação de saúde é um indicador que expressa a percepção do indivíduo sobre o seu estado de saúde sendo reconhecido internacionalmente por apresentar boa associação com indicadores de morbi-mortalidade de doenças crônicas. Moreira et al. <xref ref-type="bibr" rid="B94"><sup>94</sup></xref>, ao avaliar uma amostra representativa de trabalhadores brasileiros, mostraram que a autoavaliação de saúde ruim/muito ruim associou-se positiva e significativamente ao trabalho em atividades agrícolas, se comparado àqueles que não desenvolviam tais atividades.</p>
			</sec>
			<sec>
				<title>Limitações quanto à amostragem</title>
				<p>O fato de se planejar um tamanho amostral adequado para representar a população que se pretende estudar nem sempre é acompanhado da seleção probabilística dos indivíduos que comporão a amostra, como ocorreu na maioria dos estudos que utilizaram biomarcadores de efeitos e nas pesquisas de Rosales<xref ref-type="bibr" rid="B44"><sup>44</sup></xref> e Faria et al. <sup>(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B64"><sup>64</sup></xref>. Tal fato prejudica a extrapolação dos resultados para outras populações de agricultores, perdendo-se em validade externa.</p>
			</sec>
			<sec>
				<title>Limitações quanto ao delineamento dos estudos</title>
				<p>Estudos transversais fornecem informações sobre o diagnóstico de saúde de um grupo populacional e, por isso, auxiliam o planejamento local em saúde. Entretanto, não testam hipóteses de causalidade entre exposição e desfecho, já que não conseguem identificar se a exposição antecedeu ou não o desfecho, uma vez que os dados sobre ambos são coletados simutalneamente. Vieses de causalidade reversa são frequentes nesse tipo de estudo. Os resultados encontrados por Dasgupta et al. <sup>(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B60"><sup>60</sup></xref> (associação inversa entre quantidade de agrotóxico utilizado e chance de intoxicação) corroboram essa afirmação. Já estudos caso-controle possibilitam o cálculo de medidas de efeito, e, portanto, testam a causalidade entre a exposição e o desfecho. Entretanto, os vieses de seleção ocorrem regularmente, devido à dificuldade de identificação de controles representativos da mesma base populacional dos casos. Assim, a ausência de associação entre exposição a organoclorados e câncer de bexiga observada no estudo de Boada et al. <sup>(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B27"><sup>27</sup></xref> pode ser atribuída ao uso de controles de base hospitalar. No tocante aos estudos de coorte, a principal limitação decorre do tempo de seguimento da população, especialmente para doenças crônicas, como o câncer, que demandam tempo de seguimento suficientemente longo para se observar a incidência do mesmo, favorecendo as perdas ao longo do seguimento e, dessa forma, enviesando os resultados. Provavelmente a ausência de associação entre exposição aos agrotóxicos e câncer de bexiga no estudo de Boulanger et al. <sup>(</sup><xref ref-type="bibr" rid="B28"><sup>28</sup></xref> atribuem-se ao curto tempo de seguimento (cinco anos).</p>
			</sec>
		</sec>
		<sec sec-type="conclusions">
			<title>Conclusão</title>
			<p>As evidências identificadas nesta revisão sugerem a necessidade de se complementar a avaliação de saúde do trabalhador exposto aos agrotóxicos com monitoramento biológico utilizando biomarcadores de efeito de genotoxicidade e citotoxicidade, a fim de se promover e ampliar a vigilância da exposição e de intoxicações crônicas, tais como o câncer.</p>
			<p>Para estudos futuros, aconselha-se incluir outras formas de se avaliar a saúde de populações expostas aos agrotóxicos, incorporando também o conceito ampliado de saúde, por meio do indicador “autoavaliação de saúde”, pois esse indicador tem sido reportado como um bom marcador para avaliação de risco de morbi-mortalidade - tema ainda muito pouco explorado nos estudos que avaliam a saúde das populações agrícolas.</p>
			<p>Esta revisão não esgota as evidências científicas referentes ao tema, porém fornece indícios de que a avaliação da exposição aos agrotóxicos é complexa e a diversidade de danos associados à saúde é alarmante, revelando que esse grupo de trabalhadores apresenta risco elevado para a ocorrência de agravos crônicos (câncer, doenças mentais, neurológicas, endócrinas, renais, auditivas, respiratórias e autoimune), efeitos subclínicos (danos genéticos e alterações bioquímicas) e sinais e sintomas clínicos de intoxicação aguda. Recomenda-se que órgãos competentes considerem todos estes achados para fins de registro e reavaliação de agrotóxicos no Brasil, uma vez que o país é o maior consumidor de agrotóxicos do mundo<xref ref-type="bibr" rid="B95"><sup>95</sup></xref>. Na incerteza dos danos, os princípios da precaução e da prevenção devem ser priorizados com o intuito de proteger a saúde da população.</p>
		</sec>
	</body>
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					<source>Notas sobre a história da agricultura através do tempo</source>
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					<publisher-loc>Rio de Janeiro</publisher-loc>
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				<p>Os autores informam que o trabalho não foi apresentado em evento científico.</p>
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