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			<journal-id journal-id-type="publisher-id">Anos 90</journal-id>
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				<journal-title>Anos 90</journal-title>
				<abbrev-journal-title abbrev-type="publisher">Anos 90</abbrev-journal-title>
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			<issn pub-type="ppub">0104-236X</issn>
			<issn pub-type="epub">1983-201X</issn>
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				<publisher-name>Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Programa de Pós-Graduação em</publisher-name>
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			<article-id pub-id-type="doi">10.22456/1983-201X.110473</article-id>
			<article-id pub-id-type="publisher-id">00001</article-id>
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				<subj-group subj-group-type="heading">
					<subject>Editorial</subject>
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				<article-title>Por uma política de valorização das revistas acadêmicas na área de História</article-title>
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				<contrib contrib-type="author">
					<contrib-id contrib-id-type="orcid">0000-0002-7604-7484</contrib-id>
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						<surname>Kerber</surname>
						<given-names>Alessander</given-names>
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                    <bio><p>Professor associado do Departamento de História e do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Editor-chefe da revista Anos 90.</p></bio>
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				<aff id="aff1">
					<institution content-type="original">Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, RS, Brasil</institution>
					<institution content-type="normalized">Universidade Federal do Rio Grande do Sul</institution>
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						<named-content content-type="city">Porto Alegre</named-content>
                        <named-content content-type="state">RS</named-content>
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					<country country="BR">Brasil</country>
					<email>alekerber@yahoo.com.br</email>
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			<author-notes>
				<corresp id="c1">
					<label>E-mail:</label>
					<email>alekerber@yahoo.com.br</email>
					<ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://orcid.org/0000-0002-7604-7484">https://orcid.org/0000-0002-7604-7484</ext-link>
				</corresp>
			</author-notes>
			<!--><pub-date date-type="pub" publication-format="electronic">
				<day>28</day>
				<month>02</month>
				<year>2025</year>
			</pub-date>
			<pub-date date-type="collection" publication-format="electronic">
				<year>2024</year>
			</pub-date>-->
			<pub-date pub-type="epub-ppub">
				<year>2022</year>
			</pub-date>
			<volume>29</volume>
			<elocation-id>e2022000</elocation-id>
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				<license license-type="open-access" xlink:href="https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/" xml:lang="pt">
					<license-p>Este é um artigo publicado em acesso aberto sob uma licença Creative Commons</license-p>
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		<p>Nas últimas três décadas, o lugar e o papel dos artigos científicos publicados nosperiódicos ampliaram-se significativamente no campo das Humanidades, seja como partede mudanças no universo de potenciais autores e leitores devido à expansão de cursos degraduação e pós-gradua- ção, seja este processo resultado, em parte, da indução da avaliação feita pela CAPES, a agência de consolidação da pós-graduação nacional. No entanto, apesar do crescente volume de artigos e de revistas publicados (incluindo periódicos discentes), não observamos um crescimento equiva- lente nos usos destas referências, tanto em outros artigos, teses e dissertações e livros quanto sua presença emementas de cursos de graduação e pós-graduação. Caberia perguntar: será que lemos e acompanhamos os artigos que saem nos periódicos, ao menos, nas áreas de nossas especialidades? A resposta parece ser não, o que pode indicar uma certa distorção: apesar de ser um elemento altamente valorizado na avaliação dos programas de pós-graduação, e envolver um grande traba- lho de avaliação e edição por parte das equipes editoriais de periódicos, bem como de produção e aperfeiçoamento de cada artigo avaliado, sua inserção no cotidiano de docentes e pesquisadores em História não parece ser central. Setomarmos como certo que os artigos deveriam representar os primeiros resultados de pesquisas originais, não caberia a nós, como comunidade, valorizá-los? Nos arriscamos adizer que duas ações deveriam ser pensadas de modo a contribuir com uma desejável mudança neste quadro: primeiramente, uma ampliação nos usos de artigos científicos naprática de pesquisa, de formação, de ensino e de preparo e seleção de novos pesquisadores; além disso, o reconhecimento pleno dos trabalhos realizados pelas equipeseditoriais (editores de periódicos e avaliadores/pareceristas, em especial), em sua dimensão técnica e, sobretudo, acadêmica.</p>
		<p>É um consenso partilhado entre nós a importância dos livros autorais como fruto da conso- lidação de pesquisas originais, muitas delas acumuladas ao longo de anos. Os artigos de periódico, no entanto, podem ter outra função: a de apresentar novidades de pesquisas, de abordagens, de revisões do campo historiográfico, de reflexões sobre a docência e sua prática etc., cujo caráter exploratório é sempre bem-vindo. Seria salutar que alguma reflexão sobre seus formatos estivesse presente nos nossos espaços formativos. Mas provavelmente a questão passe por um gargalo: como nós, enquanto campo, desejamos potencializar a leitura e o uso dos artigos publicados se durante a formação do historiador (no nível de graduação e pós-graduação) a imensa maioria dos itens bibliográficos das ementas disciplinares são de livros? E mesmo os textos obrigatórios valorizam capítulos muito mais que artigos? Sem uma formação que preparea comunidade historiadora para consultar, usar e refletir sobre este tipo de referência, considerando inclusive a crescente multiplica- ção de ferramentas digitais que subsidiam indexadores e bases de periódicos plurais, dificilmente este quadro se alterará.</p>
		<p>Observando o que as revistas do campo têm feito ultimamente, cabe apontar que utilizamos muito pouco o que oferecem para reflexão e atividades de formação. Além dostradicionais dossiês, as seções de debate, informes de pesquisas, entrevistas, blogs, entreoutros, e mais recentemente <italic>lives</italic> e discussões on-line que aumentaram progressivamentecom a pandemia iniciada em 2020, quase nada disso parece ser material orgânico de discussão sobre seus temas e produções. Poucos são os cursos que promovem reflexão eacompanhamento de revistas nas áreas especializadas, dentro e fora do Brasil, o que podeser especialmente significativo na pós-graduação, onde a necessidade de atualização dasnovas pesquisas diante da produção referente a cada tema é imperiosa, devido ao fato dosperiódicos serem veículos de comunicação das pesquisas mais recentes, bem como espaços de interações recorrentes. E o que dizer de cursos que promovam atividades formativas acerca da produção editorial em seus vários níveis, até mesmo de avaliadores,o que conta com ainda expe- riências inovadoras muito pontuais.</p>
		<p>Ao mesmo tempo que esse conjunto de indícios sugere um baixo investimento naqualificação do debate acadêmico, stricto sensu, convoca a comunidade de historiadoresa reavaliar e aperfei- çoar suas práticas. Nada disso fará sentido se não investirmos na valorização do trabalho editorial como um todo: a atuação dos editores, conselhos, assistentes e avaliadores. Este processo envolve ao menos dois âmbitos, fundamentais para o fortalecimento do debate qualificado no campo da história: (a) reconhecimento institucional do trabalho acadêmico e técnico daqueles envolvidos no processo de ediçãode um periódico; e (b) reconhecimento do trabalho acadêmico na elaboração dos pareceres dos artigos avaliados.</p>
		<p>A atuação das equipes, em seus mais variados níveis, requer um reconhecimentoinstitucional quetalvezdeva ter um forte arrimo dentro denossos próprios departamentos,programas, universida- des, sem contar nossa avaliação como pesquisadores e docentes. Acondução e execução dos trabalhos dos periódicos requer horas a fio de trabalho voluntário em prol do campo científico e, na imensa maioria das vezes, sequer é levado em conta como atividade profissional pelas instituições - salvo raríssimas exceções. O mesmo se pode dizer dos trabalhos dos discentes envolvidos nos processos de editoraçãode periódicos que deveriam ter computadas, ao menos, as horas que essas atividades tomam, se as entendemos realmente como experiência central na sua formação. Os editores arcam com o tempo, o acúmulo de trabalho (vale dizer que quanto menor o periódico, mais o trabalho é centralizado em poucas pessoas), a dificuldade de encontrarpareceristas especialistas dispostos e disponíveis para análise de nossos artigos, o restritoapoio técnico institucional que os obriga à busca pelo aprendizado sobre novas ferramentas de gestão editorial, de controle de originalidade, de indexação e de difusão de nossa produção, incessantemente, tudo para garantir a publicação de nossos artigos mantendo o rigor da periodicidade mais adequada possível.</p>
		<p>Infelizmente não é muito diferente no trabalho dos pareceristas. Na imensa maioria, temos uma atuação praticamente voluntária e anônima, em que a demanda pelasua grande especialização e qualidade do parecer tem um mínimo de reconhecimento (uma declaração de atividade realizada, a ser computado em relatórios de atividades de departamentos e/ou no programa), que é bem aquém da contrapartida ofertada. Não à toa,não há revista que não enfrente atualmente dificuldade em encontrar pareceristas, e aindamais dispostos e com tempo para dedicação às avaliações. Enquanto não valorizarmos otrabalho dos pareceristas como produção intelectual sumamente qualificada, novamente estaremos com poucas possibilidades de reverter o quadro. Ainda mais diante dos novos desafios que se colocam às revistas hoje em dia para que sejam veículos muito mais dinâmicos e ativos na interação com a comunidade, e menos simples repositórios de textos.</p>
		<p>Arriscamos dizer que o reconhecimento de todas essas etapas de produção e avaliação pode apontar para um saudável caminho contrário ao produtivismo, em prol deuma cultura de maior leitura e interação com os periódicos. Alterar a cultura consolidadada área no que toca às revistas, e incentivar uma maior experimentação diante das possibilidades atuais das plataformas digitais é algo mais que bem-vindo atualmente, masque demanda tempo precioso de trabalho de todas e todos nós.</p>
		<p>Se nada disso é possível sem recursos humanos e técnicos qualificados, é inviávelsem recursos financeiros. Editar um periódico de qualidade exige recursos financeiros nopagamento de equipes especializadas - revisão, tradução, diagramação, apoio de secretários/assistentes editoriais, mar- cação XML, hospedagem de sistema de gerenciamento do fluxo editorial, registro DOI, acom- panhamento dos processos de indexação entre outros. A mudança do suporte de papel para o digital pode ter apresentadouma ideia ilusória de que os custos se reduziram. No entanto, de modo geral, os custos ficam equivalentes ou maiores, na medida em que trabalhos mais especializados se tornaram imperativos, assim como a necessidade de criação/disponibilização de sistemasque garantam não ape- nas o acesso digital no curto e médio, mas também sistemas digitaisque assegurem a guarda e o acesso a nossas produções no longo prazo. Afinal, são esses acervos que testemunham parte substantiva de nosso debate historiográfico e, portanto, de sua memória. Neste sentido, financiar a publicação de um livro é muito mais fácil do que o complexo processo editorial que sustenta cada artigo publicado em uma revista acadêmica, cujo exigente trabalho, constante e qualificado, não pode ser como que sorrateiramente embutido nas tarefas de docência e pesquisa.</p>
		<p>Neste sentido, a demanda por recursos financeiros é mais que urgente, seja nacionalmente, seja em nossas instituições e programas. Sua falta tem levado ao encerramento da atividade de vários periódicos, desde pequenos títulos até mesmo revistas academicamente consolidadas e do mais alto estrato no sistema de avaliação nacional. Uma posição hegemônica dentro da área de história e recorrente em grande parte das Humanidades é que os periódicos não devem realizar cobranças de taxas, seja dos autores (normalmente nomeadas como “taxa de processamento de artigo”, APC, <italic>article processing charge</italic>), seja dos leitores (taxas de assinaturas ou de acesso). Deste modo, e considerando que o vínculo da grande maioria das revistas é com as Instituiçõesde Ensino Superior (IES) públicas, as alternativas são as chamadas públicas da modalidade programa editorial. Dentre estes sistemas de financiamento são poucos os que contemplam os novos periódicos e os que ainda não foram amplamente indexados; em geral, o foco tem sido os periódicos indexados nas grandes bases de dados nacionais e internacionais. As alternativas seriam as Fundações de Apoio e recursos das próprias IES, no entanto, têm sido cada vez mais raros esses editais. Ainda assim, raramente essasagências financiadoras contemplam este grupo.<xref ref-type="fn" rid="fn1"><sup>1</sup></xref> O estrangulamento financeiro dos periódicos alija as comunidades de pesquisa no seu processo de crescimento e consolidação acadêmica, além de comprometer e reduzir a pluralidade de tópicos de pesquisa e, com isso, a bibliodiversidade do campo.</p>
		<p>Diante do grave cenário nacional de descaso e flagrante desfinanciamento das pesquisas, que eleva esse quadro complexo a desafios presentes e futuros ainda mais exigentes, nossa atua- ção política é conclamada a uma dupla empreitada, que só podemosenfrentar na convergência de esforços. A primeira é lutar pelo reconhecimento e pelo financiamento, sempre! Mas é também fundamental lembrar o quanto pode ser crucial uma cultura de pesquisa e formação que valorize as revistas científicas da área, no âmbitodo uso e dos trabalhos para sua produção.</p>
		<p>Assinam: </p>
		<p>
			<list list-type="bullet">
				<list-item>
					<p>Aldrin Castellucci - Editor-chefe da <italic>Revista Mundos do Trabalho</italic></p>
				</list-item>
				<list-item>
					<p>Alessander Kerber - Editor-chefe da <italic>Revista Anos 90</italic></p>
				</list-item>
				<list-item>
					<p>Andréa Slemian - Editora da <italic>Revista Brasileira de História</italic></p>
				</list-item>
				<list-item>
					<p>Ângela Meirelles de Oliveira - Editora da <italic>Revista Tempos Históricos</italic></p>
				</list-item>
				<list-item>
					<p>Artur Nogueira Santos e Costa - Editor da <italic>Revista Em Tempo de Histórias</italic></p>
				</list-item>
				<list-item>
					<p>Breno Arsioli Moura, Ermelinda Moutinho Pataca, Indianara Lima Silva, Rômulo de Paula Andrade - Editores da <italic>Revista Brasileira de História da Ciência</italic> (RBHC)</p>
				</list-item>
				<list-item>
					<p>Camila Condilo - Editora-chefe da <italic>Revista Mundo Antigo em Resenha</italic></p>
				</list-item>
				<list-item>
					<p>Cláudia Maria das Graças Chaves - Editora da <italic>Revista Almanack</italic></p>
				</list-item>
				<list-item>
					<p>Claudia Rodrigues - Editora da <italic>Revista M. Estudos sobre a morte, os mortos e o morrer</italic></p>
				</list-item>
				<list-item>
					<p>(Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro/UNIRIO)</p>
				</list-item>
				<list-item>
					<p>Eduardo Henrique Barbosa de Vasconcelos - Editor da <italic>Revista de História da UEG/ Quirinópolis</italic> - Goiás</p>
				</list-item>
				<list-item>
					<p>Ester Liberato Pereira - Editora-chefe da <italic>Revista Caminhos da História</italic></p>
				</list-item>
				<list-item>
					<p>Flávia Florentino Varella - Editora-chefe da <italic>Revista História da Historiografia</italic></p>
				</list-item>
				<list-item>
					<p>Frank Antonio Mezzomo - Editor da <italic>Revista NUPEM</italic> (Universidade Estadual do Paraná/ Unespar)</p>
				</list-item>
				<list-item>
					<p>Gilberto da Silva Francisco, Glaydson José da Silva - Editor da <italic>Revista Heródoto</italic> (Universidade Federal de São Paulo)</p>
				</list-item>
				<list-item>
					<p>Gustavo Junqueira Duarte Oliveira, Uiran Gebara da Silva - Editores da <italic>Revista Mare Nostrum</italic> (USP)</p>
				</list-item>
				<list-item>
					<p>João Maia, Thaís Blank, Bernardo Buarque de Holanda - Editores da Revista <italic>Estudos Históricos</italic></p>
				</list-item>
				<list-item>
					<p>Josianne Francia Cerasoli - Editora da revista <italic>Urbana</italic> e revista <italic>Manduarisawa</italic></p>
				</list-item>
				<list-item>
					<p>Juniele Rabêlo de Almeida, Marina Annie Martine Berthet Ribeiro, Ynaê Lopes dos Santos - Editoras da <italic>Revista Tempo</italic> (UFF)</p>
				</list-item>
				<list-item>
					<p>Karina Anhezini - Editora-chefe da <italic>Revista História</italic> (São Paulo) - UNESP</p>
				</list-item>
				<list-item>
					<p>Luiz César de Sá - Editor da <italic>Revista História, Histórias</italic></p>
				</list-item>
				<list-item>
					<p>Marcelo Cheche Galves - Editor da <italic>Revista Outros Tempos</italic> (Universidade Estadual do Maranhão/UEMA)</p>
				</list-item>
				<list-item>
					<p>Marcos Cueto - Editor científico, Roberta Cardoso Cerqueira - Editora executiva de <italic>História, Ciências, Saúde - Manguinhos</italic></p>
				</list-item>
				<list-item>
					<p>Marcos Eduardo de Sousa - Assistente editorial no <italic>Fórum de Editores da ANPUH - Brasil</italic></p>
				</list-item>
				<list-item>
					<p>Miriam Dolhnikoff - Editora da <italic>Revista de História</italic> (USP)</p>
				</list-item>
				<list-item>
					<p>Monica Martins da Silva - Editora da <italic>Revista História Hoje</italic> (ANPUH - Brasil)</p>
				</list-item>
				<list-item>
					<p>Odilon Caldeira Neto, Leandro Pereira Gonçalves - Editores da <italic>Revista Locus</italic> (UFJF)</p>
				</list-item>
				<list-item>
					<p>Ronald Lopes de Oliveira - Editor da <italic>Revista Dia-logos</italic> da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ)</p>
				</list-item>
				<list-item>
					<p>Samira Peruchi Moretto - Editora da <italic>Fronteiras: Revista Catarinense de História</italic></p>
				</list-item>
				<list-item>
					<p>(Universidade Federal da Fronteira Sul/UFFS e ANPUH-SC)</p>
				</list-item>
				<list-item>
					<p>Sandro Dutra e Silva - Editor da <italic>HALAC</italic></p>
				</list-item>
				<list-item>
					<p>Silvia Liebel - Editora da <italic>Varia Historia</italic></p>
				</list-item>
				<list-item>
					<p>Silvia Maria Fávero Arend, Maria Teresa Santos Cunha, Reinaldo Lindolfo Lohn - Editores</p>
				</list-item>
				<list-item>
					<p>da <italic>Revista Tempo e Argumento</italic> (UDESC)</p>
				</list-item>
				<list-item>
					<p>Ulisses do Valle - Editor da <italic>Revista de Teoria da História</italic> (UFG)</p>
				</list-item>
				<list-item>
					<p>Valéria dos Santos Guimarães, Adrielli Souza Costa - Editoras da <italic>Revista História e Cultura</italic> (UNESP)</p>
				</list-item>
			</list>
		</p>
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		<ref-list>
			<title>Referências</title>
			<ref id="B1">
				<mixed-citation>SITUAÇÃO DOS PERIÓDICOS CIENTÍFICOS brasileiros. <italic>Academia Brasileira de Ciências</italic>. 11 jun. 2021. <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="http://www.abc.org.br/2021/06/11/manifestacao-situacao-dos-periodicos-cientificos-bra-sileiros/">http://www.abc.org.br/2021/06/11/manifestacao-situacao-dos-periodicos-cientificos-bra-sileiros/</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 28 jun. 2020.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="webpage">
					<article-title>SITUAÇÃO DOS PERIÓDICOS CIENTÍFICOS brasileiros</article-title>
					<source>Academia Brasileira de Ciências</source>
					<year>2021</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="http://www.abc.org.br/2021/06/11/manifestacao-situacao-dos-periodicos-cientificos-bra-sileiros/">http://www.abc.org.br/2021/06/11/manifestacao-situacao-dos-periodicos-cientificos-bra-sileiros/</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2020-06-28">28 jun. 2020</date-in-citation>
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        	<fn fn-type="other" id="fn1">
            <label>1</label>
            <p>Destaca-se que o problema do financiamento tem sido generalizado, como destaca a Academia Brasileira de Ciências (SITUAÇÃO DOS PERIÓDICOS CIENTÍFICOS…, 2021).1 Destaca-se que o problema do financiamento tem sido generalizado, como destaca a Academia Brasileira de Ciências (<xref ref-type="bibr" rid="B1">SITUAÇÃO DOS PERIÓDICOS CIENTÍFICOS…, 2021</xref>).</p>
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        </fn-group>
    </back>
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