Resenhas
Resenha: Letramentos na web: gêneros, interação e ensino
Resenha: Letramentos na web: gêneros, interação e ensino
Texto Livre: Linguagem e Tecnologia, vol. 9, núm. 2, pp. 248-253, 2016
Universidade Federal de Minas Gerais

| Araújo J. C., DIEB M.. Letramentos na web: gêneros, interação e ensino.. 2009. Fortaleza. Edições UFC. 287pp. |
|---|
Recepção: 28 Maio 2016
Aprovação: 25 Junho 2016
As Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) têm modificado o modo com que as pessoas lidam com os textos e hipertextos que são produzidos em meio digital. Nesse contexto, os estudiosos da linguagem e da tecnologia têm buscado entender a natureza desse fenômeno e compreender os novos letramentos que surgem da interface entre gêneros textuais e tecnologias.
Na obra “Letramentos na Web: Gêneros, Interação e Ensino”, encontramos vários especialistas que debatem e refletem sobre o tema. Essa obra é de autoria de Júlio César Araújo e Messias Dieb, ambos professores e pesquisadores da Universidade Federal do Ceará (UFC), e faz parte da coleção denominada “Diálogos intempestivos”, das Edições UFC. O volume que vamos apresentar aos leitores e interessados em tal temática conta com um prefácio escrito pela professora da Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais (FALE/UFMG), Carla Viana Coscarelli, intitulado “Linkando as ideias dos textos”. Nessa introdução, a autora faz uma avaliação geral da obra e, em seguida, expõe brevemente as ideias de cada um dos quinze artigos, de autoria de diversos nomes importantes da área.
O primeiro artigo é intitulado “Ame-os ou deixe-os: navegando no panorama de letramentos em tempos digitais”. Por um lado, a autora Ilana Snyder discorre sobre as posições polares existentes em relação às tecnologias no contexto educacional: “os promotores do último estouro tecnológico inteligente, celebrações da vida online e predições da otimização do ensino e aprendizagem quando a mais avançada tecnologia aparecer” (p. 25). Por outro, a autora argumenta sobre a “ninharia nostálgica a favor do livro e da cultura do livro, críticos violentos dos computadores, dos vídeos-game e da Internet, e expressões de pânico moral sobre os perigos à espreita das crianças no ciberespaço” (p. 25).
Em busca de um caminho para a solução dessa dualidade, Snyder se apoia em Silverstone e Hirsh (1994) e sugere que a domesticação, como compromisso entre o determinismo tecnológico e social, seria uma das teorias sociais e tecnológicas mais adequadas para se tratar o assunto. Ela ainda aponta a necessidade de integrar os letramentos impresso e digital em sala de aula, pois “noções de letramento como um conjunto de habilidades básicas prescritas por um mundo baseado no impresso parecem cada vez mais limitadas” (p. 43), dada a realidade multimídia em que vivem os alunos de hoje.
O segundo artigo, de autoria de Samuel de Carvalho Lima e Vicente de Lima-Neto, apresenta uma visão geral das tendências das pesquisas sobre Letramento Digital no Brasil. Nesse texto, intitulado “Panorama das pesquisas sobre letramento digital no Brasil: principais tendências”, os autores exibem os resultados de uma pesquisa realizada com base em resumos de teses e dissertações publicados no Portal Virtual de Periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), entre os anos 2000 e 2007. A partir disso, os autores mostram que as temáticas pesquisadas dentro do tema “letramento digital” são diversificadas. Entretanto, existe uma tendência para a pesquisa sobre o que há de novo na prática social de escrita em língua materna. Assim, a pesquisa identificou maior interesse por trabalhos relacionados à produção escrita em ambientes digitais, seguido de pesquisas sobre aquisição de língua estrangeira. Em seguida, apareceram trabalhos envolvendo a prática docente, formação continuada de professores de língua estrangeira da Rede Pública de Ensino, gerenciamento das ferramentas técnicas por parte do sujeito professor, o uso da Internet por analfabetos e contribuições para o letramento. Os autores concluem seu texto considerando que a variedade das pesquisas encontradas é reflexo da multidisciplinaridade da área, mesmo ainda sendo pouco explorada, e ponderam que há boas perspectivas para o desenvolvimento de estudos nessa área.
De autoria de Rodrigo Aragão, o terceiro artigo, intitulado “Projeto FORTE: formação, reflexão e tecnologias no ensino de inglês na Bahia”, descreve o projeto FORTE, uma ação que, na época da publicação do livro, ainda estava para ser desenvolvida por professores e alunos bolsistas de Iniciação Científica e Tecnológica do curso de Letras da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), na Bahia. O FORTE foi inspirado no projeto ARADO – Agregar, Refletir, Agir e Doar –, da professora Vera Lúcia Menezes de Oliveira e Paiva, da FALE/UFMG. A ideia principal era oferecer um programa de pesquisa e formação continuada do professor de inglês da Rede Pública de Ensino de Ilhéus e Itabuna, Bahia, e daqueles em formação inicial no curso de Letras. O FORTE foi baseado em dois eixos: a formação de professores reflexivos e o conceito de multiletramentos. Conforme ressaltam Dias e Aragão (2014), o projeto tem atuado, até o presente, de modo interessante na expansão do uso das tecnologias da informação por professores da Rede Pública de Ensino.
No quarto artigo, Tatiana Lourenço de Carvalho traz uma discussão interessante sobre “O professor de espanhol diante dos letramentos da web e a utilização dos gêneros digitais”. A autora busca entender de que forma os professores de espanhol se posicionam frente às práticas de letramentos digitais. Para tanto, ela realizou uma pesquisa com professores de espanhol como língua estrangeira que lecionam em centros de línguas de referência ligados a instituições públicas de ensino, mas não do Ensino Regular, na cidade de Fortaleza. A pesquisa de Carvalho aponta que os professores estão abertos ao uso da tecnologia, porém, a escola falha, muitas vezes, em fornecer uma estrutura adequada, incentivo e capacitação aos mestres. Sendo assim, considerou-se que a presença do computador, por si só, não gera benefício ao aprendizado, pois é necessária a orientação didática para atingir os fins esperados.
Em “O e-mail e o blog: interação e possibilidades pedagógicas”, quinto artigo da obra, Francisca das Chagas Soares Reis discute as maneiras como os professores podem utilizar essas duas tecnologias (e-mail e o Blog) em suas práticas didáticas. A motivação para o estudo, segundo a autora, se deu ao observar a realidade com a qual o aluno da graduação se depara ao entrar na universidade: a utilização de ferramentas de Educação a Distância sem possuir o devido letramento digital demandado por esse gênero. Ela também observa que o aluno do Ensino Básico não está acostumado a lidar com esse tipo de texto; portanto, não está capacitado a trabalhar com esta tecnologia corretamente ao ingressar no Ensino Superior. Reis crê que o e-mail e o blog podem contribuir para a articulação de saberes e tecnologias e promover conhecimentos contextualizados na escola. Ela analisa essas possibilidades à luz das ideias de Paulo Freire: o aluno como sujeito de sua aprendizagem, o dialogismo, a relevância da linguagem e da cultura, a busca de significações, a prática reflexiva e a formação contínua do professor para a formação crítica do aluno. Portanto, a autora considera que as tecnologias são importantes no ensino e devem ser empregadas não como um fim em si mesmas, mas como ferramentas para a construção de conhecimentos em qualquer disciplina curricular.
No sexto artigo, “Letramentos que emergem da hipertextualidade”, Ana Cristina Lobo-Sousa, Júlio César Araújo e Regina Cláudia Pinheiro mostram que o termo letramento digital não dá conta de abarcar o conceito de letramento hipertextual, dada a gama de usos da linguagem possível na Web. Sendo assim, é necessário refletir sobre esse novo tipo de letramento oriundo das práticas de linguagem emergentes da hipertextualidade, esta definida como a “colaboração e participação dos internautas na escrita coletiva de hipertextos” (p. 112). É também necessário, segundo os autores, realizar uma diferenciação entre os conceitos de hipertexto e hipertextualidade. Assim, apoiando em Ribeiro (2006), Buzato (2003) e Xavier (2002), os autores propõem a redefinição dos conceitos de hipertexto que, como categoria em construção, “não considera em sua definição a heterogeneidade funcional dos hipertextos” (p. 119), e de letramento digital que é, por vezes, bastante restrito para designar o emergente letramento hipertextual.
A seguir, em “Leitura e produção de textos acadêmicos no EAD: letramentos e ensino na WEB”, Camila Maria Marques Peixoto e Eulália Vera Lúcia Fraga Leurquim refletem sobre o tema a partir de sua experiência na oferta da disciplina “Práticas de Leitura e Produção de Textos”, a distância, para os cursos de graduação em Física e Química da UFC. Com a convicção de que a língua materna deve ser ensinada a partir de gêneros textuais e tendo a Internet como uma mediadora da interação e da comunicação, as autoras apresentam uma proposta de ensino-aprendizagem da língua materna em ambiente virtual a partir do gênero acadêmico resenha. Então, elas fazem uma análise das aulas dessa disciplina que privilegiaram tal gênero. O texto é finalizado com o entendimento de que há muitos desafios a serem superados no desenvolvimento de aulas em ambientes virtuais, mas que a reflexão sobre tais dificuldades é importante no sentido de orientar os professores sobre o melhor caminho a ser seguido no sentido de promover um aprendizado mais significativo para os alunos.
O oitavo artigo é de autoria de Valéria Maria Cavalcanti Tavares, que discute “As novas exigências do letramento e a construção de um ambiente propício ao ensino da leitura”. A partir das reflexões geradas pela sua experiência em sala de aula, a autora busca compreender de que forma as novas tecnologias da informação e comunicação afetam a leitura e qual o papel da escola nesse contexto. Mais especificamente, ela se propõe a: “compreender o conceito de letramento que se delineia com o advento das novas tecnologias; e definir o ambiente de aprendizagem mais propício ao ensino da leitura nessa nova realidade” (p. 139). Em uma proposta de reflexão, a autora utiliza os conceitos das quatro áreas de habilidades proposta por Leu et al (2004) e das diferentes inteligências (GARDNER, 1995). Ao final do texto, Tavares considera que o modelo de instrução mais adequado a essa nova realidade deve ser baseado em uma proposta de construção do conhecimento através da resolução de problemas e da interação social. Nesse contexto, o professor seria o mediador entre o aluno e o novo conhecimento, e o aprendiz seria o produtor de seu próprio conhecimento.
“Entre textos e hipertextos: os letramentos e a constituição da autoria na universidade”, de Obdália Santana Ferraz Silva, é o nono artigo da obra. A partir da definição de conceitos como leitor, autor, leitura, texto, hipertexto, que se articulam como fios entrelaçados, Silva constrói sua base teórica para compreender o modo como os sujeitos se relacionam com os textos, em suas variadas formas, no ciberespaço. Esse caminho leva a autora a responder a questão central de seu texto: como se constitui a autoria em tempos de tecnologia da informação? Apoiada em Ramal (2002), a autora explora a ideia de subversão da autoria no hipertexto. A partir dessa noção, Silva apresenta uma pesquisa que conduziu com alunos de graduação em Letras da Universidade do Estado da Bahia (UEBA). Os resultados obtidos corroboram a necessidade de se pensarem as “mutações e rupturas decorrentes do surgimento do hipertexto que, indubitavelmente, propõe uma nova forma de leitura e de relação com a escrita” (p. 170) e acrescenta que é também necessário traçar um “paralelo entre os textos impresso e digital, considerando critérios referentes à maleabilidade, ins/estabilidade, autoria e identidade do escrito” (p. 170).
No décimo artigo, “Links entre mediação pedagógica, letramento digital e hipertextualidade em EAD”, Francisca Monica da Silva, João Paulo Eufrazio de Lima e Júlio César Araújo abordam a questão da educação a distância. Para eles, o ambiente digital demandou que se reconfigurassem os conceitos de letramento, mediação e interação, dada a separação físico-espacial entre os sujeitos nos Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVA). Um dos dispositivos utilizados nesse ambiente é o chat com seus mecanismos hipertextuais. À luz dessas ideias e das teorias de Bakhtin e Vygozky, a respeito da interação e mediação, os autores tratam da seguinte questão: de que maneira os chats podem contribuir para o processo de mediação e interação virtual e, por conseguinte, cooperar com o letramento digital do aluno? Analisando o MSN e o chat, da plataforma Moodle, consideram que os chats, por seu dinamismo, favorecem a exploração da hipertextualidade em todo ambiente de avaliação virtual pelos seus produtores/consumidores. Sendo assim, esse gênero proporciona possibilidades para a prática pedagógica considerando-se a “natureza hipertextual dos e-gêneros” (p. 186), nos AVAS, o que colabora para a confluência de letramentos e para o desenvolvimento de habilidades diversas.
O décimo primeiro artigo, “O endereço eletrônico e as práticas de escrita na Web: ampliando a aprendizagem da ortografia”, de Márcia Maria Ribeiro e Dorotéa Emília Ribeiro Sayed, mostra a importância do ensino da ortografia de maneira crítica nas escolas. As autoras afirmam que é preciso superar as duas visões extremistas sobre o assunto: a de que não é necessário ensinar, pois os alunos desenvolverão essa habilidade naturalmente, e, por outro lado, a que foca excessivamente na precisão ortográfica em detrimento de outras habilidades mais significativas. Ribeiro e Sayed mostram, a partir de sua pesquisa com crianças do Ensino Fundamental I envolvendo o uso de endereços eletrônicos, que o ensino da ortografia é mais eficaz quando vem acompanhado de uma reflexão sobre a escrita, que propicia a (re)leitura e revisão dos textos, além da compreensão dos próprios erros. No contexto específico da pesquisa apresentada, o endereço eletrônico se mostrou eficaz para o ensino da ortografia de modo reflexivo, pois ao digitar uma palavra em grafia inadequada em relação ao padrão, a criança não conseguia acesso ao site desejado e, assim, precisava pensar em outras formas de escrever a palavra até que conseguisse acessar o endereço proposto.
“Wikipédia e o dicionário escolar: links entre o letramento digital e letramento lexicográfico” é o décimo segundo artigo, de autoria de Halysson Oliveira Dantas, que através de uma análise comparativa de dois verbetes, um em meio impresso – um dicionário escolar – e outro em meio digital – a Wikipédia –, o autor busca verificar a existência de indícios de uma relação entre letramento lexicográfico e habilidade com hipertextos. A partir disso, constatou-se que há mais semelhanças do que diferenças entre os dois tipos de competências, pois, conforme coloca o autor, “a consulta a obras lexicográficas impressas ou digitais demanda habilidades específicas por parte do leitor/consulente, evidenciando a necessidade do desenvolvimento de um tipo de letramento específico para essa atividade” (p. 232).
No artigo seguinte, “Mudanças e permanências dos propósitos de leitura de hipertextos: considerações acerca de letramento digital”, Regina Cláudia Pinheiro e Marilene Barbosa Pinheiro estudam o comportamento de leitores proficientes no manuseio de hipertextos comparados ao texto impresso. Nessa pesquisa, realizada com professores do Ensino Regular, as autoras verificaram as estratégias metacognitivas empregadas pelos sujeitos da pesquisa, como skimming, scanning e previewing. Com isso, foi possível realizar uma reflexão a respeito do letramento digital desses sujeitos no que diz respeito ao estabelecimento de propósitos iniciais de leitura e modificação da leitura com a variação desses propósitos. Uma das considerações a que chegam as autoras é que há uma semelhança no comportamento desses participantes na leitura de hipertextos e de textos impressos.
O décimo quarto artigo traz uma reflexão interessante sobre o gênero carta-corrente. Nesse texto, intitulado “Carta-corrente por e-mail: evidências do meio digital no gênero”, a autora Larissa Pereira de Almeida ressalta, a partir das características do gênero carta-corrente escrito, a possibilidade de se estabelecer que ambas as formas, impressas e virtuais, se tratam do mesmo gênero, e de que forma o meio pode modificar a concepção do gênero. Pautada no conceito de esferas comunicativas de Bakhtin (1997), a autora afirma que “as esferas de comunicação são diferenciadas e requerem observância de peculiaridades próprias” (p. 252). O estudo considerou que as cartas-corrente eletrônicas são um gênero cada vez mais frequente e que conservam características da escrita impressa. Elas possuem a peculiaridade de que ainda que tenham um caráter anônimo, são enviadas a pessoas conhecidas e se diferem de outros textos por apresentarem um pedido explícito de replicação. Assim, ao sair do papel e se transpor para a tela, a carta-corrente ganhou características intrínsecas ao meio digital e demanda que o leitor tenha um grau de letramento adequado para o entendimento do gênero e da mensagem.
O décimo quinto e último artigo da obra, intitulado “Escrevo abreviado porque é muito mais rápido: o adolescente, o internetês e o letramento digital”, de Messias Dieb e Flávio César Bezerra Avelino, mostra a escrita de gêneros digitais, como chats, também conhecida como internetês, sendo muito utilizada pelos adolescentes. Os autores nos mostram que essa escrita demanda especificidades, como abreviações para maior agilidade e uso de sinais diversos para expressar informações paralinguísticas. Em sua pesquisa, Dieb e Avelino descobriram que os adolescentes estudados tinham consciência da adequação do uso do gênero chat. Mesmo quando transferiam a variação internetês para o caderno, eles tinham consciência do que chamaram de “erro”. Entretanto, essa noção de adequação linguística dos adolescentes, segundo os autores, possui uma natureza indutiva, pois eles não eram ensinados na escola a trabalhar com e-gêneros, visto que os pais e professores tendem a ver a escrita em ambientes digitais como uma ameaça à escrita canônica.
Ao navegarmos pelos quinze artigos propostos, consideramos que as leituras proporcionadas pela obra resenhada são de grande interesse para os estudantes de licenciaturas, professores do Ensino Fundamental e Médio e pesquisadores da área de Linguística Aplicada. Apesar de ser um livro publicado no ano de 2009, os assuntos aqui tratados são atuais e muito relevantes para a prática docente, visto que o uso das tecnologias nas escolas ainda é um tabu e que há uma crença entre os professores do efeito negativo delas no aprendizado dos alunos. Portanto, esse livro, além de um aporte teórico respeitável cientificamente sobre o uso das tecnologias para o ensino dos novos letramentos emergentes do seu uso, traz, também, pesquisas pautadas em práticas e observações reais, o que permite ao leitor um entendimento maior sobre as possibilidades e problemas no que tange à utilização das TIC na educação.
Enfim, vale, ainda, destacar a relevância dos autores envolvidos na construção dessa obra e sua contribuição para a pesquisa e produção de conhecimento nessa área, em que ainda há muito a se estudar.
Referências
DIAS, I. A.; ARAGÃO, R. Multiletramentos, Facebook e ensino de inglês na escola pública. Calidoscópio, São Leopoldo, RS, v. 12, n. 3, p. 380-389, set./dez. 2014. Disponível em: . Acesso em: 04 dez. 2016.
Ligação alternative
https://periodicos.ufmg.br/index.php/textolivre/article/view/16739 (html)