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				<journal-title>Revista Psicologia e Saúde</journal-title>
				<abbrev-journal-title abbrev-type="publisher">Rev. Psicol.
					Saúde</abbrev-journal-title>
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			<issn pub-type="epub">2177-093X</issn>
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				<publisher-name>Universidade Católica Dom Bosco, Programa de Mestrado e Doutorado em
					Psicologia</publisher-name>
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			<article-id pub-id-type="doi">10.20435/pssa.v15i1.2123</article-id>
			<article-id pub-id-type="publisher-id">00010</article-id>
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				<subj-group subj-group-type="heading">
					<subject>Artigo</subject>
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			<title-group>
				<article-title>Repercussões de um Grupo de Coral Comunitário como Dispositivo de
					Promoção da Saúde Mental</article-title>
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					<trans-title>Repercussions of a Community Choir Group as a Mental Health
						Promotion Device</trans-title>
				</trans-title-group>
				<trans-title-group xml:lang="es">
					<trans-title>Repercusiones de un Grupo de Coro Comunitario como Dispositivo de
						Promoción de la Salud Mental</trans-title>
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					<contrib-id contrib-id-type="orcid">0000-0001-8272-3533</contrib-id>
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						<surname>Barros</surname>
						<given-names>Leonardo Haddad da Costa</given-names>
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					<contrib-id contrib-id-type="orcid">0000-0003-0738-4601</contrib-id>
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						<surname>Pio</surname>
						<given-names>Danielle Abdel Massih</given-names>
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					<contrib-id contrib-id-type="orcid">0000-0002-6660-7812</contrib-id>
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						<surname>Bettini</surname>
						<given-names>Roseli Vernasque</given-names>
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				<email>clinichaddad@hotmail.com</email>
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				<email>danimassihpio@hotmail.com</email>
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				<email>roselivb@uol.com.br</email>
			</aff>
			<author-notes>
				<fn fn-type="other" id="fn1">
					<label>1</label>
					<p> Faculdade de Medicina de Marília (Famema) - Av. Monte Carmelo, 800, Marília,
						SP. CEP 17519-030. Telefone: (14) 3311-2929.</p>
				</fn>
				<fn fn-type="current-aff" id="fn100">
					<p><bold>Leonardo Haddad da Costa Barros:</bold> Mestre em Ensino em Saúde pela
						Faculdade de Medicina de Marília (FAMEMA). Especialista em Saúde Mental pela
						FAMEMA e psicólogo pela mesma instituição. Atualmente, é psicólogo em
						clínica particular.
							<bold>E-mail:</bold><email>clinichaddad@hotmail.com</email>,
							<bold>Orcid:</bold><ext-link ext-link-type="uri"
							xlink:href="https://orcid.org/0000-0001-8272-3533"
							>https://orcid.org/0000-0001-8272-3533</ext-link>
					</p>
				</fn>
				<fn fn-type="current-aff" id="fn101">
					<p><bold>Danielle Abdel Massih Pio:</bold> Doutora em Saúde Coletiva pela
						Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP), Botucatu.
						Especialista em Psicologia Clínica e Hospitalar pela UNESP e psicóloga pela
						mesma universidade. Professor adjunto na Faculdade de Medicina de Marília
						(FAMEMA). <bold>E-mail:</bold><email>danimassihpio@hotmail.com</email>,
							<bold>Orcid</bold>: <ext-link ext-link-type="uri"
							xlink:href="https://orcid.org/0000-0003-0738-4601"
							>https://orcid.org/0000-0003-0738-4601</ext-link>
					</p>
				</fn>
				<fn fn-type="current-aff" id="fn102">
					<p><bold>Roseli Vernasque Bettini:</bold> Doutorado em Psicologia como Profissão
						e Ciência pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-Campinas).
						Especialista em Psicologia Escolar e Educacional e Psicologia Clínica pela
						PUC-Campinas. Psicóloga pela mesma instituição. Docente da Faculdade de
						Medicina de Marília (FAMEMA).
							<bold>E-mail:</bold><email>roselivb@uol.com.br</email>,
							<bold>Orcid:</bold><ext-link ext-link-type="uri"
							xlink:href="https://orcid.org/0000-0002-6660-7812"
							>https://orcid.org/0000-0002-6660-7812</ext-link>
					</p>
				</fn>
			</author-notes>
			<!--<pub-date date-type="pub" publication-format="electronic">
				<day>15</day>
				<month>09</month>
				<year>2023</year>
			</pub-date>
			<pub-date date-type="collection" publication-format="electronic">-->
				<pub-date pub-type="epub-ppub">
				<season>jan/dez</season>
				<year>2023</year>
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			<volume>15</volume>
			<issue>1</issue>
			<elocation-id>e1592123</elocation-id>
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				</date>
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				<license license-type="open-access"
					xlink:href="https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/" xml:lang="pt">
					<license-p>Este é um artigo publicado em acesso aberto (Open Access) sob a
						licença Creative Commons Attribution, que permite uso, distribuição e
						reprodução em qualquer meio, sem restrições desde que o trabalho original
						seja corretamente citado.</license-p>
				</license>
			</permissions>
			<abstract>
				<title>Resumo</title>
				<sec>
					<title>Introdução</title>
					<p>As práticas em saúde necessitam cada vez mais de um cuidado humanizado,
						visando à integralidade e à clínica ampliada. Para tanto, devem contemplar
						progressivamente a integração de diversas áreas do saber comprometidas com a
						mudança dos paradigmas da psiquiatria clássica. Nesse sentido, a música pode
						servir como um instrumento de reabilitação e um poderoso recurso em Saúde
						Coletiva. A presente pesquisa objetiva analisar as repercussões de um coral
						comunitário na promoção da Saúde Mental em usuários da Rede de Atenção
						Psicossocial. Método: Foi realizada pesquisa qualitativa, com amostra
						intencional, sendo convidados os participantes usuários de um coral
						comunitário. Dos 12 integrantes, oito participaram das entrevistas
						semiestruturadas, com posterior análise de conteúdo temática. Resultados:
						Este artigo enfoca a categoria “Repercussões terapêuticas do coral e o papel
						da equipe multiprofissional”. Discussões: Discutiu-se o papel do grupo na
						inclusão social, aspectos cognitivos, representações psíquicas, autonomia e
						laços sociais. Conclusão: Houve melhora de aspectos cognitivos, autoestima,
						sensações de pertencimento, preenchimento, altruísmo, das relações
						interpessoais e o contato com a subjetividade. O convívio grupal favoreceu o
						protagonismo, sentimentos de motivação, utilidade, acolhimento e alegria,
						revelando um cuidado humanizado.</p>
				</sec>
			</abstract>
			<trans-abstract xml:lang="en">
				<title>Abstract</title>
				<sec>
					<title>Introduction</title>
					<p>Health practices increasingly need humanized care, aiming at
						comprehensiveness and an expanded clinic. To this end, they must
						progressively consider the integration of different areas of knowledge
						committed to changing the paradigms of classical psychiatry. In this sense,
						music can serve as a rehabilitation instrument and a powerful resource in
						Public Health. The present research aims to analyze the repercussions of a
						community choir in the promotion of Mental Health in users of the
						Psychosocial Care Network. Method: Qualitative research was carried out,
						with an intentional sample, and participants who were users of a community
						choir were invited. Eight of the 12 members participated in semi-structured
						interviews, with subsequent thematic content analysis. Results: This article
						focuses on the category “Therapeutic repercussions of the choir and the role
						of the multidisciplinary team”. Discussions. The group’s role in social
						inclusion, cognitive aspects, psychic representations, autonomy, and social
						bonds. Conclusion: There was an improvement in cognitive aspects,
						self-esteem, feelings of belonging, fulfillment, altruism, interpersonal
						relationships, and contact with subjectivity. The group conviviality favored
						protagonism, feelings of motivation, usefulness, acceptance, and joy,
						revealing a humanized care.</p>
				</sec>
			</trans-abstract>
			<trans-abstract xml:lang="es">
				<title>Resumen</title>
				<sec>
					<title>Introducción</title>
					<p>Las prácticas de salud necesitan cada vez más un cuidado humanizado, buscando
						la integralidad y una clínica ampliada. Para ello, deben considerar
						progresivamente la integración de diferentes áreas de conocimiento
						comprometidas con el cambio de paradigmas de la psiquiatría clásica. En este
						sentido, la música puede servir como instrumento de rehabilitación y un
						recurso poderoso en Salud Pública. La presente investigación tiene como
						objetivo analizar las repercusiones de un coro comunitario en la promoción
						de la Salud Mental en usuarios de la Red de Atención Psicosocial. Método. Se
						realizó una investigación cualitativa, con una muestra intencional, y se
						invitó a participantes usuarios de un coro comunitario. De los 12
						integrantes, ocho participaron de entrevistas semiestructuradas, con
						posterior análisis de contenido temático. Resultados: Este artículo se
						enfoca en la categoría “Repercusiones terapéuticas del coro y el papel del
						equipo multidisciplinario”. Discusiones: Se discutió el papel del grupo en
						la inclusión social, los aspectos cognitivos, las representaciones
						psíquicas, la autonomía y lazos sociales. Conclusión: Hubo mejoría en
						aspectos cognitivos, autoestima, sentimientos de pertenencia, realización,
						altruismo, relaciones interpersonales y contacto con la subjetividad. La
						convivencia grupal favoreció el protagonismo, los sentimientos de
						motivación, utilidad, aceptación y alegría, revelando un cuidado
						humanizado.</p>
				</sec>
			</trans-abstract>
			<kwd-group xml:lang="pt">
				<title>Palavras-chave</title>
				<kwd>Canto</kwd>
				<kwd>humanização da assistência</kwd>
				<kwd>terapias complementares</kwd>
				<kwd>saúde mental</kwd>
				<kwd>saúde pública</kwd>
			</kwd-group>
			<kwd-group xml:lang="en">
				<title>Keywords</title>
				<kwd>Chant</kwd>
				<kwd>humanization of assistance</kwd>
				<kwd>complementary therapies</kwd>
				<kwd>mental health</kwd>
				<kwd>public health</kwd>
			</kwd-group>
			<kwd-group xml:lang="es">
				<title>Palabras clave</title>
				<kwd>Canto</kwd>
				<kwd>humanización de la atención</kwd>
				<kwd>terapias complementarias</kwd>
				<kwd>salud mental</kwd>
				<kwd>salud pública</kwd>
			</kwd-group>
		</article-meta>
	</front>
	<body>
		<sec sec-type="intro">
			<title>Introdução</title>
			<sec>
				<title>A Música na Promoção de Saúde por meio do Canto Coral</title>
				<p>Desde a antiguidade, a música é utilizada como um recurso terapêutico em saúde.
					Atualmente, existem manifestações dos sons e da música em muitas culturas para
					tratamentos diversos. As pesquisas correspondem a diversas áreas de atuação em
					saúde e interdisciplinaridade, como a Medicina, Pediatria, Enfermagem, Gestão,
					Bioética, Educação Física, Comunicação, Psicopatologia, Fonoaudiologia, Música,
					Psicologia e Neuropsicologia (<xref ref-type="bibr" rid="B2">Andrade Júnior,
						2018</xref>).</p>
				<p>
					<xref ref-type="bibr" rid="B2">Andrade Júnior (2018)</xref> nos mostra que a
					música provoca respostas emocionais consistentes, com registros de alterações na
					amígdala, no hipocampo, no giro hipocampal, no lobo temporal, no estrato ventral
					e na ínsula. O exercício da criação musical fomenta a capacidade de aprendizado,
					a redução de ansiedade e o progresso em aspectos cognitivos, emocionais e
					psicomotores. Em outras pesquisas, também é possível encontrar suas influências
					positivas na interação social, qualidade do sono, redução da agitação,
					diminuição da apatia, de comportamentos agressivos e na melhora de quadros
					relacionados à ansiedade e à depressão. Há também contribuições na redução da
					desigualdade por meio da inclusão social (<xref ref-type="bibr" rid="B21"
						>Oliveira et al., 2018</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B23">Pimentel et
						al., 2017</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B28">Rohr &amp; Alvim,
						2016</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B29">Santee et al.,
					2019</xref>).</p>
				<p>Quanto ao canto coral, diversos estudos apontam suas possibilidades como
					ferramenta para exercitar a concentração e a respiração, seus benefícios à saúde
					fisiológica envolvendo funções cardiorrespiratórias e imunológicas, bem como o
					fortalecimento de redes neurais associadas ao estresse (<xref ref-type="bibr"
						rid="B32">Souza, Barbosa et al., 2020</xref>; <xref ref-type="bibr"
						rid="B33">Souza, Martins et al., 2020</xref>; <xref ref-type="bibr"
						rid="B12">Kang et al., 2018</xref>). Além disso, o canto em grupo é capaz de
					proporcionar aprendizagem a partir do que a música desperta e de trazer uma
					alteração na qualidade de vida, podendo ainda favorecer certa ordenação diante
					de experiências internas e externas desagradáveis (<xref ref-type="bibr"
						rid="B31">Souza et al, 2019</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B15">Maluf et
						al., 2009</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B37">Wisnik, 2017</xref>).</p>
				<p>No âmbito das políticas públicas do Brasil, a arte como instrumento de saúde
					passou décadas aguardando o seu espaço. Sua trajetória, que se articula com a da
					humanização do cuidado e do protagonismo em saúde, passa necessariamente pela
					história da Reforma Psiquiátrica. No entanto, passa a constar como política
					pública somente cinco anos após a <xref ref-type="bibr" rid="B13">Lei
						10.216/2001</xref> (<xref ref-type="bibr" rid="B13">Lei nº 10.216,
						2001</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B30">Secretaria de Vigilância em
						Saúde, 2010</xref>).</p>
				<p>Em 30 de março de 2006, por meio da Portaria n. 687, foi aprovada a Política
					Nacional de Promoção de Saúde (PNPS), que fomenta a inserção de atividades
					inovadoras associadas à linguagem cultural, como a música, o teatro, a
					literatura de cordel, entre outras (<xref ref-type="bibr" rid="B30">Secretaria
						de Vigilância em Saúde, 2010</xref>). Em seguida, a Política Nacional de
					Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) foi instituída em 3 de maio de
					2006, pela Portaria n. 971, incluindo práticas como homeopatia, medicina
					antroposófica, acupuntura/medicina tradicional chinesa etc (<xref
						ref-type="bibr" rid="B24">Portaria n. 971, 2006</xref>). Nove anos depois,
					em 27 de março de 2017, a partir da Portaria n. 849, o Ministério da Saúde
					reconheceu e adicionou outras Práticas Integrativas e Complementares (PICs),
					como a dança circular, a reflexoterapia, a ioga, a quiropraxia, a meditação, a
					terapia comunitária, a musicoterapia e a arteterapia, entre outras (<xref
						ref-type="bibr" rid="B25">Portaria nº 849, 2017</xref>).</p>
				<p>A utilização da música como terapêutica em saúde constitui uma tecnologia leve,
					podendo ser benéfica no âmbito emocional, na melhora da adesão no tratamento de
					aspectos físicos e na expressão da subjetividade. Em sua aplicação, estão
					inclusos ritmos, sons, melodias e harmonias, os quais facilitam as interrelações
					entre profissionais e indivíduos (<xref ref-type="bibr" rid="B4">Barcellos,
						2015</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B25">Portaria nº 849, 2017</xref>).
					Pode servir como um potente recurso a serviço da promoção de saúde,
					transcendendo a simples experiência auditiva, tornando-se, portanto, uma
					poderosa estratégia em Saúde Coletiva. Assim, considerando-se a existência de
					insuficientes espaços de empoderamento que promovam a autonomia dos usuários da
					Rede de Atenção à Saúde (RAS), este estudo se propõe a compreender a experiência
					e as repercussões de um coral comunitário na perspectiva dos participantes.
					Nesse sentido, questiona-se: “Quais as repercussões que a inserção das pessoas
					em um dispositivo como um coral pode ter na Saúde Mental dos usuários?”.</p>
			</sec>
		</sec>
		<sec sec-type="methods">
			<title>Método</title>
			<p>O presente estudo utilizou a abordagem qualitativa. Segundo <xref ref-type="bibr"
					rid="B18">Minayo (2008)</xref>, o método qualitativo é o que melhor se aplica ao
				estudo das relações, da história, das crenças, dos sentimentos, pensamentos, das
				representações, opiniões e percepções. É adequado para as investigações de grupos,
				segmentos focalizados e delimitados, bem como das histórias do ponto de vista dos
				atores.</p>
			<p>A pesquisa teve aprovação do Conselho Municipal de Avaliação em Pesquisa (COMAP) da
				Secretaria Municipal de Saúde local e do Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da
				Instituição de Ensino Superior (IES) proponente, sob o número do Parecer
				4.653.966.</p>
			<p>Teve como ponto de partida uma prática já implementada e sustentada pelo Núcleo
				Ampliado de Saúde da Família e Atenção Básica (NASF-AB) em parceria com uma
				Estratégia de Saúde da Família (ESF) em um município do interior de São Paulo.
				Trata-se de um coral comunitário com objetivos terapêuticos, mediado por
				profissionais da saúde e constituído por usuários que se encontravam com
				periodicidade quinzenal em um centro comunitário da zona sul do município (próximo à
				ESF de referência).</p>
			<p>A amostra do estudo foi intencional, incluindo-se participantes do coral com idade
				acima de 18 anos. Dos 12 membros, três recusaram a participação e um possuía
				importantes limitações de comunicação, inviabilizando a entrevista. Desta maneira, a
				amostragem final representou um total de oito participantes.</p>
			<p>O trabalho foi iniciado com uma entrevista piloto para validação do instrumento. A
				partir de então, foi dado seguimento às entrevistas semiestruturadas, que foram
				compostas por dados de identificação seguidos por uma questão disparadora e um
				roteiro, permeando os objetivos do estudo. Os dados de identificação foram
				preenchidos pelo entrevistador durante as entrevistas, que foram audiogravadas, após
				o consentimento das entrevistadas obtido por meio do Termo de Consentimento Livre e
				Esclarecido (TCLE). Os contatos foram realizados individualmente, entre setembro de
				2021 e fevereiro de 2022, no decorrer da pandemia do coronavírus. Quando
				presenciais, ocorreram nos domicílios das participantes. Quando remotos, por chamada
				de vídeo via plataforma <italic>Google Meet</italic>. A escolha da modalidade remota
				ou presencial foi previamente combinada com cada participante. Em média, a duração
				das entrevistas foi de 49 minutos, tendo a mais extensa durado 75 minutos, e a mais
				curta, 33 minutos.</p>
			<p>Foi utilizada a análise de conteúdo na modalidade temática, a qual se destaca por ser
				um conjunto de técnicas para a análise das comunicações que se aplicam a discursos
				extremamente diversificados. Tais técnicas visam obter indicadores que permitam a
				dedução por inferência, possibilitando ao observador interpretar seu conteúdo
				latente (<xref ref-type="bibr" rid="B5">Bardin, 2011</xref>). A categoria escolhida
				para ser apresentada neste artigo foi “Repercussões terapêuticas do coral e o papel
				da equipe multiprofissional”.</p>
			<sec>
				<title>Caracterização das Participantes</title>
				<p>As oito participantes eram mulheres, com idades entre 61 e 73 anos. Quatro se
					identificaram como casadas, uma como viúva, uma como divorciada e duas como
					solteiras. Uma descreveu possuir ensino superior incompleto, e uma, completo;
					uma, ensino médio incompleto, e três, completo; duas possuíam ensino fundamental
					incompleto. Quatro se declararam aposentadas, duas, do lar; uma era costureira
					autônoma, e uma, auxiliar de cozinha. Quanto à religião, quatro se
					caracterizaram como católicas e quatro como evangélicas. Cinco estavam presentes
					desde o início do grupo (três anos e cinco meses); uma, três anos e três meses;
					uma, dois anos e cinco meses, e uma, um ano e cinco meses.</p>
			</sec>
		</sec>
		<sec sec-type="results|discussion">
			<title>Resultados e Discussão</title>
			<p>Os núcleos de sentido envolvidos na categoria temática “Repercussões terapêuticas do
				coral e o papel da equipe multiprofissional” foram: compromisso e pertencimento
				proporcionados pelo coral; efeitos terapêuticos do coral; repercussões das
				apresentações do coral; o coral como meio para encontros e relacionamentos;
				reconhecimento do papel e da postura dos profissionais no coral; oportunidades a
				partir dos encontros do coral.</p>
			<p>Para algumas participantes, o coral foi inserido em um momento da vida em que as
				atividades laborais e diárias estavam em processo de mudança/descontinuidade:</p>
			<p><disp-quote>
				<p><italic>Aí eu fui pro coral. Aí eu fiquei muito. . . Parece que mudou, sabe?!
						Fiquei alegre de novo, participativa, fiquei mais confiante. . . Agora,
						aposentada, aposentada pra mim, na minha cabeça, é aquilo que você põe de
						lado. Aposenta, ‘aposentei isso’, né?! Então, na minha cabeça, eu não tenho
						setenta e três anos</italic> (risos)<italic>!</italic> (P6).</p>
			</disp-quote></p>
			<p>Diante dos depoimentos que trazem as sensações de inclusão e de participação, <xref
					ref-type="bibr" rid="B27">Rézio e Fortuna (2018)</xref> afirmam que o sentimento
				de pertencimento se deve aos encontros grupais serem organizados em uma certa
				periodicidade (dia e horário), o que estimula a participação e a identificação com
				as particularidades do grupo. Isto está de acordo com <xref ref-type="bibr" rid="B3"
					>Araújo (2013)</xref>, a qual afirma que há uma compreensão de pertencimento
				quando o sujeito, inserido em determinada comunidade, recebe dela uma formação e uma
				função, desempenhando um papel. Conforme esta autora, a consciência sobre pertencer
				se inicia a partir da responsabilidade com a comunidade, na medida em que há uma
				convocação para a sua construção. <xref ref-type="bibr" rid="B17">Minaré e Cardoso
					(2021)</xref> associam, ainda, a sensação de pertencimento às participações
				grupais em longo prazo, uma vez que ambas se retroalimentam. Nesse sentido, pode-se
				considerar a fala de P3, uma das participantes mais antigas do grupo:
					“<italic>Porque a gente chega em uma certa idade e as coisas vão ficando mais
					limitadas pra essas coisas e quando têm as atividades físicas e essas reuniões
					dão mais ânimo para gente, mais sentido na vida, sabe?!”</italic> (P3).</p>
			<p>As atividades que se estruturam ao redor de um dado tempo, de uma dada programação,
				de um funcionamento particular e com uma frequência constante tornam-se, ao mesmo
				tempo, acolhedoras e organizadas. Assim, é possível perceber o fator continente do
				grupo (<xref ref-type="bibr" rid="B1">Afonso, 2006</xref>; <xref ref-type="bibr"
					rid="B36">Trindade &amp; Ferreira, 2009</xref>).</p>
			<p>Participar do coral revela experiências que vão além do cantar, atingindo aspectos
				relacionados à autoestima enquanto aspecto psicológico. Os relatos que demonstram as
				potências que este tipo de grupo é capaz podem ser articulados com a experiência do
				“Coral Cênico Cidadãos Cantantes”, do município de São Paulo (<xref ref-type="bibr"
					rid="B15">Maluf et al., 2009</xref>). <xref ref-type="bibr" rid="B15">Maluf et
					al. (2009)</xref> afirmam que o grupo de coral pode constituir um espaço para
				encontros no qual seus integrantes se conhecem, fazendo desse um importante lugar
				para a produção de subjetividade. A participação no coral também repercutiu no
				âmbito de amenizar possíveis sofrimentos psíquicos: “<italic>Uma vez eu estava
					entrando em depressão, daí surgiu o coral. . . . Por isso que eu falo pra você:
					é muito bom! Faz muito tempo. Eu não estava bem, mas depois do coral eu fiquei
					muito bem</italic>” (P5).</p>
			<p>
				<xref ref-type="bibr" rid="B29">Santee et al. (2019)</xref> afirmam que a utilização
				da música como estratégia nas práticas em saúde é capaz de reduzir a ansiedade e
				sintomas psiquiátricos, além de ser uma prática integrativa, complementar e uma
				ferramenta de humanização. Os autores mostram que a música é capaz de trazer
				relaxamento em momentos de sofrimento decorrentes do processo saúde-doença.</p>
			<p>A prática também serviu como um incentivo para trabalhar a memória, a atenção e a
				motivação das participantes, que estão em processo de envelhecimento: “<italic>O
					coral é um incentivo pra você memorizar, pra você decorar e pra você cantar. . .
					.Porque a partir do momento que você para e deixa de exercitar, o cérebro da
					gente, ele não “capitaliza” mais as coisas. . .</italic>” (P2).</p>
			<p>
				<xref ref-type="bibr" rid="B20">Moreira (2018)</xref> e <xref ref-type="bibr"
					rid="B2">Andrade Júnior (2018)</xref> demonstram os benefícios da música em
				aspectos cognitivos, como atenção e concentração, além do controle dos movimentos
				respiratórios, do relaxamento e da destreza motora no ato de fazer música.</p>
			<p>Os estímulos que o grupo propiciou não se encerraram em aspectos psíquicos ou
				sociais. O relato a seguir destaca a importância dos exercícios que eram realizados
				antes dos ensaios: “<italic>Então, eu acho que é uma das. . . Vamos dizer: é uma
					terapia! Você estar indo lá, você está indo no canto, fazendo aqueles exercícios
					antes de começar a cantar</italic>” (P6).</p>
			<p>Conforme <xref ref-type="bibr" rid="B32">Souza, Barbosa et al. (2020)</xref> e <xref
					ref-type="bibr" rid="B33">Souza, Martins et al., 2020</xref>, a prática do coral
				possibilita o uso da música como ferramenta para exercitar a concentração e a
				respiração. <xref ref-type="bibr" rid="B12">Kang et al. (2018)</xref> destacam que o
				canto em coral possui inúmeros benefícios à saúde fisiológica, pois fortalece o
				aparelho vocal e as funções cardiorrespiratórias, bem como as redes neurológicas
				responsáveis pelo estresse e pelo sistema imunológico.</p>
			<p>A prática do grupo também foi capaz de proporcionar sentimentos de preenchimento e de
				trazer certa organização interna:</p>
			<p><disp-quote>
				<p><italic>E o coral foi uma das coisas que mais me preencheu, sabe?! Eu me senti
						viva, eu senti que estava fazendo alguma coisa de útil. Muito bom pra mim,
						pra minha mente, pra minha religião, pro meu estado, pra tudo o que eu
						estava tendo, sabe?! Pro meu coração, pra tudo!</italic> (P8).</p>
			</disp-quote></p>
			<p>
				<xref ref-type="bibr" rid="B34">Souza et al. (2021)</xref> afirmam que a música é um
				instrumento relevante na promoção de saúde, capaz de viabilizar momentos de
				reflexão, expressão de sentimentos e o despertar de ânimo para prosseguir com a
				vida.</p>
			<p>
				<xref ref-type="bibr" rid="B37">Wisnik (2017)</xref> afirma que o canto realizado de
				maneira uníssona por um grupo tem o poder de inseminar coletivamente um princípio
				ordenador em meio aos ruídos desordenados do mundo e diante das violências exterior
				e interior. <xref ref-type="bibr" rid="B35">Tavares (2020)</xref> refere que a
				representação psíquica em seus conteúdos precede a construção da subjetividade e
				está sempre relacionada à esfera da produção de sentido. A atividade artística é
				criadora de sentido e pode fecundar um infinito exercício de simbolização.</p>
			<p>Os depoimentos também apontam para a presença de um sentimento de coparticipação na
				escolha do repertório e nas trocas em grupo:</p>
			<p><disp-quote>
				<p><italic>É muito bom você falar, você abrir a boca e falar daquilo que você sente,
						do que você acha, sabe?! . . .Nós escolhíamos as músicas e depois a gente ia
						ler pra saber a letra, o que aquilo significava pra cada um, o significado
						de cada letra daquelas músicas. . .</italic> (P8).</p>
			</disp-quote></p>
			<p>A sensação de participação decorre do fato de que as sugestões das canções que
				compunham os ensaios partiam do próprio grupo e a cada encontro. Além disso, a cada
				nova música, era realizada a leitura da letra e, posteriormente, uma primeira escuta
				em grupo. Deste modo, proporcionava-se um espaço para a troca de impressões e de
				interpretações singulares antes do ensaio inicial.</p>
			<p>Um estudo revelou que a música é capaz de mobilizar sentimentos de alegria,
				esperança, distração e paz (<xref ref-type="bibr" rid="B38">Zanettini et al.,
					2015</xref>). Seguindo nesta perspectiva, <xref ref-type="bibr" rid="B35"
					>Tavares (2020)</xref> nos traz a questão do papel da música na oferta de novos
				espaços para subjetivação. Isso ocorre por meio de encontros que oportunizam
				compartilhamento de sentimentos, incluindo pertencimento e motivação. Relatos como o
				de P8 sugerem um bem-estar subjetivo a partir do momento em que a música proporciona
				um lugar de fala que lhes é singular e intransferível.</p>
			<p>
				<xref ref-type="bibr" rid="B31">Souza, Barbosa et al. (2019)</xref> afirmam que a
				prática do coral é capaz de proporcionar aprendizado aos sujeitos a partir do que a
				canção lhes desperta, de maneira singular, sendo possíveis diferentes significados e
				visões de mundo.</p>
			<p>Também é possível notar as repercussões do grupo nas relações e comunicações
				interpessoais das participantes. O relato a seguir demonstra que o grupo de coral
				pôde auxiliar a participante a melhorar sua voz, sua vergonha e a sua timidez:</p>
			<p><disp-quote>
				<p><italic>Aquilo ali pra mim foi bom até pra minha voz, sabe, foi bom até pro meu
						desempenho. . . . Hoje eu não sinto mais aquela vergonha. . . . Eu sempre
						fui meio tímida, assim, em relação a ter que falar pra muita gente, a ter
						que conversar, sabe?! Ainda mais cantar!</italic> (P8).</p>
			</disp-quote></p>
			<p>De acordo com <xref ref-type="bibr" rid="B15">Maluf et al. (2009)</xref>, a prática
				do coral possibilita um resgate da arte como atributo humano, sendo capaz de
				transformar lugares de saber e de existência, atitudes e, consequentemente, trazer
				uma alteração na qualidade de vida. Essa compreensão também está de acordo com
				outros estudos, que afirmam que a música utilizada como terapêutica facilita a
				sociabilidade e a comunicação. Cantar por meio de um coral, além de proporcionar a
				convivência com apoio recíproco, responsabilidade e desenvolvimento pessoal, também
				contribui para o aperfeiçoamento da voz e a superação da timidez (<xref
					ref-type="bibr" rid="B2">Andrade Júnior, 2018</xref>; <xref ref-type="bibr"
					rid="B7">Bullack et al., 2018</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B33">Souza,
					Martins et al., 2020</xref>).</p>
			<p>Para além dos ensaios que ocorriam com frequência quinzenal, eram feitas
				apresentações a convite ou a partir de propostas do próprio grupo, que despertavam
				vários sentimentos e levavam alegria para outras pessoas:</p>
			<p><disp-quote>
				<p><italic>Eu não era não um zero à esquerda. Eu era alguém que estava fazendo
						alguma coisa que alguém também se beneficiava daquilo.</italic> (P4).</p>
				<p><italic>Sabendo que eu ia fazer a alegria de poder cantar pra aquelas pessoas,
						praqueles idosos, praquele menino que estava acamado, pra tudo aquilo que
						aconteceu. . . Aquele pessoal que tem problema mental. . . Tudo aquilo ali
						pra mim foi gratificante demais, demais, demais!</italic> (P8).</p>
			</disp-quote></p>
			<p>As apresentações eram de finalidades diversas e aconteciam em casas de acamados,
				Instituições de Longa Permanência de Idosos (ILPI), na Associação de Combate ao
				Câncer (ACC), em escolas, na inauguração de instituições, em ações em saúde nas
				Unidade de Saúde da Família (USF), além de apresentações-convite realizadas no
				Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), que guardam certa similaridade com a proposta
				do “Coral Cênico Cidadãos Cantantes” (<xref ref-type="bibr" rid="B15">Maluf et al.,
					2009</xref>). Ocorriam ainda apresentações de final de ano na comunidade.</p>
			<p>As apresentações foram capazes de evocar lembranças e possibilidades de resgate a
				quem assiste:</p>
			<p><disp-quote>
				<p><italic>Uma senhorinha bem debilitada, assim, ela falou: “Gente, vocês cantam
						essas músicas que foram da nossa época! Então a gente relembra de coisas da
						nossa vida de quando a gente era jovem. A gente tem umas lembranças muito
						gostosas e isso faz muito bem! Vocês tinham que vir mais vezes!”. Então,
						isso é tão gratificante!</italic> (P6).</p>
			</disp-quote></p>
			<p>Como é possível notar, as apresentações foram capazes de produzir efeitos naqueles
				que puderam experimentar as ressonâncias das músicas em sua própria subjetividade.
					<xref ref-type="bibr" rid="B35">Tavares (2020)</xref>, ao citar Freud
						(1919/1996)<sup><xref ref-type="fn" rid="fn2">2</xref></sup>, mostra-nos que
				uma obra resultante da sublimação (processo psíquico que tem o significado de
				transformação do que é agressivo em criação cultural), como uma música, ao ser
				socialmente valorizada nesse processo, tem em si a capacidade de tocar outros
				sujeitos na dimensão do que lhes é estranho, mas também internamente familiar:</p>
			<p><disp-quote>
				<p><italic>Porque, nos grupos que você mostrou para gente</italic> [o grupo de
					usuários do CAPS de transtornos severos], <italic>a gente via aquelas pessoas
						que você conhecia que eram pessoas muito dependentes de medicamento, mas
						elas estavam direcionadas para o coral, para cantar. . . . Elas estavam ali
						todas emotivas, tudo ali para cantar bonito! Então, pra você ver, a música
						resgata as pessoas.</italic> (P2).</p>
			</disp-quote></p>
			<p>Quanto à associação da reabilitação psicossocial com as práticas em grupo, <xref
					ref-type="bibr" rid="B17">Minaré e Cardoso (2021)</xref> apontam que a proposta
				de grupo aberto com vistas à promoção de Saúde Mental se mostra como uma potente
				estratégia para o cuidado assistencial integral. <xref ref-type="bibr" rid="B8"
					>Caldeira e Ávila (2021)</xref> reforçam a ideia de que a ferramenta dos grupos
				é eficaz na promoção de Saúde Mental, favorecendo a inserção social.</p>
			<p>As participantes se envolviam na busca do contato com instituições para as
				apresentações e faziam doações de itens próprios para o grupo. Doaram pastas para o
				repertório, criação da logomarca do grupo, com impressão em papel adesivo e tecidos,
				confecção das estolas e empréstimo de vans para a locomoção nos dias de
				apresentação. Nesse sentido, o grupo favorecia o protagonismo e a autonomia de suas
				integrantes, que se envolviam ativamente e aderiram às propostas do grupo.</p>
			<p>Isto está de acordo com o que apontam <xref ref-type="bibr" rid="B11">Jordão e
					Pergentino (2018)</xref>, os quais demonstram que um forte fator que favorece a
				adesão dentro das propostas psicossociais é a humanização do cuidado. Estes autores
				compreendem a adesão como algo que implica um sujeito que, estando em concordância
				com o profissional, exerce a sua autonomia favorecendo o seu próprio protagonismo em
				Saúde Mental.</p>
			<p>Além dos sentimentos de doação, os encontros também eram motivadores. Assim, surgiram
				depoimentos sobre as contribuições do grupo para interação, brincadeiras entre os
				integrantes e novas amizades: “<italic>Ah, a minha vida, na experiência do coral,
					mudou muito! A gente conheceu bastante as pessoas, né?! Fomos em vários lugares,
					a gente comunicou, cantava. . .</italic>” (P5).</p>
			<p>Conforme <xref ref-type="bibr" rid="B33">Souza, Martins et al. (2020)</xref>, a
				prática de coral pode interferir nos laços sociais, favorecendo a amizade e
				estabelecendo papéis sociais independentes, além de contribuir para o
				estabelecimento de valores humanos. <xref ref-type="bibr" rid="B10">Ishara e Cardoso
					(2013)</xref> trazem que este tipo de prática em grupo proporciona a valorização
				das vivências, favorecendo processos de amadurecimento, elaboração, apropriação de
				aprendizados e experiências. Esse momento possibilita, ainda, um espaço para o
				compartilhamento de demandas importantes que podem ser cuidadas fora do coral,
				ampliando uma escuta que não se restringe a encaminhamentos (<xref ref-type="bibr"
					rid="B15">Maluf et al., 2009</xref>).</p>
			<p>Os frequentes encontros e a possibilidade de se relacionar com as mesmas pessoas
				foram capazes de despertar a sensação de “estar em família”: “<italic>Sempre a gente
					está procurando incentivar outras: ‘olha, vem participar do coral com a gente!’.
					. . É como uma família, a gente se sente em família ali</italic>” (P6).</p>
			<p>É vasto o arcabouço teórico que relaciona os processos grupais às vivências
				familiares. <xref ref-type="bibr" rid="B9">Correa (2000)</xref> afirma que, dentro
				de cada indivíduo, há internalizado o primeiro protótipo de grupo, vivido com a
				família original. Desta maneira, todas as experiências vividas posteriormente em
				grupo remeteriam a essas imagens inconscientes.</p>
			<p>O espaço propiciado pelo coral foi uma oportunidade de reencontro com sentimentos
				antigos, e a postura dos profissionais também trouxe repercussões diante das
				necessidades do grupo:</p>
			<p><disp-quote>
				<p><italic>Uma coisa que eu acho bonito: uma senhorinha que tem mais idade não fica
						muito tempo em pé, não é confortável. . . . Põe-se uma cadeirinha pra
						ela!</italic> (P6).</p>
				<p><italic>Eu, por exemplo, achava que eu estava sendo servida por vocês. Vocês
						estavam me dando algo que ajudava meu cérebro, minha cabeça</italic> [a]
						<italic>funcionar.</italic> (P4).</p>
			</disp-quote></p>
			<p>As afirmações das participantes correspondem-se com os estudos de <xref
					ref-type="bibr" rid="B10">Ishara e Cardoso (2013)</xref>, que mostram que há um
				predomínio de características de solidariedade, cuidados, afetos e de
				responsabilização mútua nas relações entre os integrantes de uma comunidade.</p>
			<p>
				<xref ref-type="bibr" rid="B19">Mizrahi (2017)</xref> relaciona a experiência das
				relações à dimensão subjetiva, mostrando a importância de ser acolhido, recebido e
				reconhecido por um outro no desenvolvimento psicoemocional e social. Assim, a
				experiência de fazer parte de um ambiente relacional favorece o sujeito na
				constituição de sua própria subjetividade.</p>
			<p>Diante dos depoimentos acerca da presença de profissionais diversos, <xref
					ref-type="bibr" rid="B6">Bezerra e Alves (2019)</xref> afirmam que o trabalho
				multiprofissional em saúde torna as práticas mais humanizadas, menos medicalizadas,
				favorecendo a integralidade, a equidade, a universalidade, a resolubilidade, a
				intersetorialidade e a participação social, princípios norteadores do Sistema Único
				de Saúde (SUS).</p>
			<p>O lugar ocupado pelo coordenador pode ser também compreendido a partir das reflexões
				de <xref ref-type="bibr" rid="B22">Pichon-Rivière (2009)</xref>, que pontua que o
				papel deste guarda dimensões fundamentais, já que, em sua figura, são depositadas as
				dificuldades e ansiedades do grupo. Assim, é fundamental uma postura de pensar
				conjuntamente, de maternagem e o apoio na construção de autonomia.</p>
			<p>O relato a seguir mostra a importância da presença e da visão do profissional
				psicólogo no grupo: “<italic>O fato de você ser psicólogo, você tem a visão, e muito
					importante a sua participação no coral. Você dava um suporte ali para todo
					mundo, sem a gente saber que você estava dando!</italic>” (P1).</p>
			<p>A inserção do psicólogo no contexto da Saúde Coletiva pode contribuir para um olhar
				diferenciado quanto ao adoecimento no território, aos fenômenos de saúde e aos
				processos institucionais. Apesar disso, as políticas públicas responsáveis pela
				ordenação da RAS não têm fomentado a ampliação da psicologia na Atenção Primária à
				Saúde (APS) (<xref ref-type="bibr" rid="B16">Medeiros, 2020</xref>).</p>
			<p>
				<xref ref-type="bibr" rid="B26">Prado e Cardoso (2020)</xref> afirmam que é possível
				que o papel e a participação do psicólogo no contexto comunitário, diferentemente da
				perspectiva tradicional de neutralidade, seja mais aberta e voltada ao
				compartilhamento de experiências a partir do que lhe é também singular. Esta forma
				de coordenação pode promover o cuidado por meio de relações intersubjetivas baseadas
				na horizontalidade.</p>
			<p>O grupo de coral era um espaço para o encontro de profissionais que tinham em comum a
				afinidade com a música. As participantes compreendiam que os profissionais, para
				além de suas funções, investiam no coral. Isso era um fator de motivação:</p>
			<p><disp-quote>
				<p><italic>A gente sabia, assim: “Não, vamos lá, eles deixaram de fazer algo da
						função deles dentro da unidade ou até atendendo outras pessoas e eles vão
						estar lá com a gente!” . . . . A gente se animava a voltar no outro
						ensaio</italic>. (P7).</p>
			</disp-quote></p>
			<p>Os relatos demonstram a importância de os profissionais atuarem para além das
				práticas ambulatoriais, já que isso repercute no seu envolvimento com o grupo e em
				fatores emocionais. <xref ref-type="bibr" rid="B14">Maeyama et al. (2018)</xref>
				referem que o processo saúde-doença é dinâmico e que inclui os condicionantes
				ecológico-ambientais, a determinação social e os fatores biológico-emocionais
				desencadeantes. Assim, a intervenção em saúde vai muito além da oferta de
				medicamentos, exames, consultas, procedimentos e internações.</p>
			<p>Além dos fatores motivacionais demonstrados, a participação no grupo proporcionou
				novas oportunidades para as participantes. As oportunidades estão relacionadas a ter
				um espaço para falar o que se pensa:</p>
			<p><disp-quote>
				<p><italic>Até mesmo coisas que me incomodavam eu tinha que passar pra vocês! Que
						nem acontecia com a. . . Uma das meninas, né, que falava alguma coisa e
						depois aquilo ali já me incomodava. Eu falava: “Não, eu tenho que
						falar!”.</italic> (P8).</p>
			</disp-quote></p>
			<p>Em meio a dissonâncias e consonâncias, a oportunidade para conversar e para a troca
				de opiniões também pôde se constituir em um espaço de percepção entre os integrantes
				do grupo. <xref ref-type="bibr" rid="B22">Pichon-Rivière (2009)</xref> nos mostra
				que, na grupalidade, há um exercício de alteridade permitido pelo estar com o outro,
				onde o outro é considerado em suas diferenças e semelhanças.</p>
			<p>Assim como <xref ref-type="bibr" rid="B15">Maluf et al. (2009)</xref> trazem a
				respeito do “Coral Cênico Cidadãos Cantantes”, aqui a saúde está relacionada ao
				desenvolvimento do potencial ativo e criativo, bem como ao fomento de encontros que
				qualifiquem as relações envolvendo as pessoas e o ambiente em que se encontram.
				Desta forma, as experiências com o grupo e a relação com os profissionais promoveram
				uma série de ressonâncias e repercussões terapêuticas, possibilitando relatos de
				vivências pessoais intransferíveis.</p>
		</sec>
		<sec sec-type="conclusions">
			<title>Conclusões</title>
			<p>A partir do presente estudo, foi possível compreender as repercussões do coral
				comunitário diante das experiências das participantes. O grupo teve repercussões
				terapêuticas, como o fomento de um bem-estar integral contemplando aspectos de saúde
				física, social e mental. Refletiu, assim, em uma melhora geral da saúde mental das
				participantes, tendo sido ainda um instrumento para a humanização do cuidado.</p>
			<p>A partir da regularidade dos encontros e das apresentações, foi observada a melhora
				nos âmbitos da motivação, de aspectos como a atenção, concentração, memória,
				autoestima e nas sensações e nos sentimentos de pertencimento, ocupação e altruísmo.
				O grupo pôde promover certa organização dos aspectos psíquicos, favorecendo mudanças
				psicológicas. Houve a melhora nas relações interpessoais, no padrão de comunicação
				das entrevistadas e oportunidades de crescimento pessoal no contato com a
				alteridade. O grupo proporcionou interação entre os membros e a criação/manutenção
				de vínculos sociais.</p>
			<p>As repercussões das apresentações mostraram que estas promoveram novos encontros, o
				resgate e a possibilidade de aproximação dos espectadores com sua própria
				subjetividade a partir do contato com a sua história.</p>
			<p>Os relatos também apontaram para a importância da existência das práticas
				comunitárias em saúde para além do âmbito técnico e ambulatorial dos profissionais.
				Também destacaram a diferença que faz a representação do profissional psicólogo com
				suas percepções. O grupo pôde, ainda, promover um espaço para acolhimento, trocas de
				experiências, -impressões e sentidos, favorecendo a composição coletiva de uma rede
				de significados viabilizada pela musicalidade.</p>
			<p>Apesar de ser uma tecnologia leve e de fácil acesso, são escassos os estudos
				relacionando música às práticas de cuidado na RAS, sobretudo no âmbito da APS.
				Assim, revelam-se necessárias outras pesquisas que investiguem a utilização da arte,
				especialmente da música, como instrumento de promoção de Saúde Mental na
				comunidade.</p>
			<p>Diante da necessidade de implementação dessa prática mais fortalecida e fundamentada
				em âmbito municipal, originou-se, a partir da presente pesquisa, um produto técnico
				publicado na internet denominado “O coral comunitário como dispositivo de promoção
				da saúde mental: manual para implementação”.</p>
		</sec>
	</body>
	<back>
		<fn-group>
			<fn fn-type="other" id="fn2">
				<label>2</label>
				<p> Freud, S. (1919). O Estranho. In <italic>Obras Psicológicas Completas: História
						de uma neurose infantil e outros trabalhos</italic> (vol. 18, pp. xx-xx)
					(Jayme Salomão Trad.); Imago, 1996 apud <xref ref-type="bibr" rid="B35">Tavares
						(2020)</xref>.</p>
			</fn>
		</fn-group>
		<ref-list>
			<title>Referências</title>
			<ref id="B1">
				<mixed-citation>Afonso, M. L. M. (2006). <italic>Oficinas em dinâmica de grupo: Um
						método de intervenção psicossocial.</italic> Casa do
					Psicólogo.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="book">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>Afonso</surname>
							<given-names>M. L. M.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<year>2006</year>
					<source>Oficinas em dinâmica de grupo: Um método de intervenção
						psicossocial</source>
					<publisher-name>Casa do Psicólogo</publisher-name>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B2">
				<mixed-citation>Andrade, H. Júnior, (2018). Eficácia terapêutica da música: Um olhar
					transdisciplinar de saúde para equipes, pacientes e acompanhantes.
						<italic>Revista Enfermagem UERJ, 26</italic>, e29155. <ext-link
						ext-link-type="uri" xlink:href="https://doi.org/10.12957/reuerj.2018.29155"
						>https://doi.org/10.12957/reuerj.2018.29155</ext-link>
				</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>Andrade</surname>
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						</name>
					</person-group>
					<year>2018</year>
					<article-title>Eficácia terapêutica da música: Um olhar transdisciplinar de
						saúde para equipes, pacientes e acompanhantes</article-title>
					<source>Revista Enfermagem UERJ</source>
					<volume>26</volume>
					<fpage>e29155</fpage>
					<comment>
						<ext-link ext-link-type="uri"
							xlink:href="https://doi.org/10.12957/reuerj.2018.29155"
							>https://doi.org/10.12957/reuerj.2018.29155</ext-link>
					</comment>
				</element-citation>
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						experiências de pertencer em uma comunidade rural de Minas
						Gerais</chapter-title>
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						>https://doi.org/https://doi.org/10.5216/mh.v15i2.39679</ext-link>
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