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			<journal-id journal-id-type="publisher-id">rpsaude</journal-id>
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				<journal-title>Revista Psicologia e Saúde</journal-title>
				<abbrev-journal-title abbrev-type="publisher">Rev. Psicol.
					Saúde</abbrev-journal-title>
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			<issn pub-type="epub">2177-093X</issn>
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				<publisher-name>Universidade Católica Dom Bosco, Programa de Mestrado e Doutorado em
					Psicologia</publisher-name>
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			<article-id pub-id-type="doi">10.20435/pssa.v15i1.2424</article-id>
			<article-id pub-id-type="publisher-id">00003</article-id>
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					<subject>Artigo</subject>
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				<article-title>Estresse e Habilidades Sociais de Profissionais de Saúde de uma Unidade de Terapia Intensiva</article-title>
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					<trans-title>Stress and Social Skills in Intensive Care Unit’s Health Professionals</trans-title>
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					<trans-title>Estrés y Habilidades Sociales de Profesionales de la Salud de una Unidad de Cuidados Intensivos</trans-title>
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						<surname>Andrade</surname>
						<given-names>Anne Gabriela Menezes Maia de</given-names>
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					<contrib-id contrib-id-type="orcid">0000-0001-5606-129X</contrib-id>
					<name>
						<surname>Pinheiro-Carozzo</surname>
						<given-names>Nádia Prazeres</given-names>
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				<label>1</label>
				<institution content-type="normalized">Universidade Federal do Maranhão</institution>
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				<institution content-type="orgdiv1">Hospital Universitário</institution>
				<institution content-type="original">Hospital Universitário da Universidade Federal
					do Maranhão (HUUFMA)</institution>
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				<label>2</label>
				<institution content-type="normalized">Universidade Federal do Maranhão</institution>
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				<institution content-type="original">Universidade Federal do Maranhão
					(UFMA)</institution>
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				<email>annegabrielamm@gmail.com</email>
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			<author-notes>
				<fn fn-type="other" id="fn1">
					<p><bold>Anne Gabriela Menezes Maia de Andrade:</bold> Mestra em Psicologia
							pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Especialista em Residência
							Multiprofissional em Saúde - Área de concentração Terapia Intensiva pelo
							Hospital Universitário da Universidade Federal do Maranhão (HUUFMA).
							Psicóloga pelo Centro Universitário UNICEUMA. Psicóloga clínica na
							Dialética Psicoterapia Baseada em Evidências, São Luís, Maranhão.
								<bold>E-mail:</bold><email>annegabrielamm@gmail.com</email><bold>ORCID:</bold><ext-link
								ext-link-type="uri"
								xlink:href="https://orcid.org/0000-0002-6438-7000"
								>https://orcid.org/0000-0002-6438-7000</ext-link>
						</p>
				</fn>
				<fn fn-type="other" id="fn2">
					<p><bold>Nádia Prazeres Pinheiro-Carozzo:</bold> [Autora para contato].
							Doutora em Psicologia pela Universidade de Brasília (UnB) em cotutela
							com a Universidade do Porto (UP). Mestra em Psicologia da Saúde pela
							Universidad de Málaga (UMA). Psicóloga pela Universidade Federal do
							Maranhã (UFMA). Docente no Departamento de Psicologia da UFMA.
							Professora da Graduação e do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da
							UFMA.
								<bold>E-mail:</bold><email>nadia.pinheiro@ufma.br</email><bold>ORCID:</bold><ext-link
								ext-link-type="uri"
								xlink:href="https://orcid.org/0000-0001-5606-129X"
								>https://orcid.org/0000-0001-5606-129X</ext-link>
						</p>
					</fn>
			</author-notes>
			<!--<pub-date date-type="pub" publication-format="electronic">
				<day>31</day>
				<month>05</month>
				<year>2024</year>
			</pub-date>
			<pub-date date-type="collection" publication-format="electronic">
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			<pub-date pub-type="epub-ppub">
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				<year>2024</year>
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			<volume>16</volume>
			<elocation-id>e1632424</elocation-id>
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				<date date-type="received">
					<day>05</day>
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				<license license-type="open-access"
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					<license-p>Este é um artigo publicado em acesso aberto (Open Access) sob a
						licença Creative Commons Attribution, que permite uso, distribuição e
						reprodução em qualquer meio, sem restrições desde que o trabalho original
						seja corretamente citado.</license-p>
				</license>
			</permissions>
			<abstract>
				<title>Resumo</title>
				<p>O estresse atinge grande contingente dos profissionais da saúde. Dentre os
					fatores de proteção ao estresse, encontram-se as habilidades sociais (HS), que
					contribuem para relações interpessoais satisfatórias e a obtenção de maior
					qualidade de vida. Este estudo teve como objetivo analisar a relação entre HS e
					o estresse em profissionais de saúde em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um
					hospital de alta complexidade de São Luís, Maranhão. De abordagem quantitativa e
					delineamento transversal, descritivo e correlacional, 62 profissionais
					responderam ao Protocolo de Caracterização Individual, ao Inventário de Sintomas
					de Stress e ao Inventário de Habilidades Sociais. Foram realizadas análises
					estatísticas descritivas, e, posteriormente, inferenciais: correlação bivariada.
					Os resultados indicam que: 1) os profissionais estão acometidos de estresse em
					diferentes fases e 2) apresentam um bom repertório de HS; e 3) apesar de não
					haver correlações significativas entre o repertório de HS e estresse, foram
					encontradas correlações de ambas com variáveis sociodemográficas e clínicas.
					Este artigo tanto contribui com a ampliação do estudo no campo de HS como avança
					na perspectiva de cuidado com os profissionais de saúde, alinhando-se, dessa
					forma, à Política de Humanização do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
			</abstract>
			<trans-abstract xml:lang="en">
				<title>Abstract</title>
				<p>Stress affects many health professionals. Social skills (SS) are among the stress
					protection factors, which contribute to satisfactory interpersonal relationships
					and to achieving a better quality of life. This study aimed to analyze the
					relation between social skills and stress in health professionals in the
					Intensive Care Unit (ICU) of a highly complex hospital in São Luís, Maranhão.
					With a quantitative approach and cross-sectional, descriptive, and correlational
					design, 62 professionals answered the Individual Characterization Protocol, the
					Stress Symptoms Inventory, and the Social Skills Inventory. Descriptive and,
					later, inferential statistical analyzes were performed: bivariate correlation.
					The results indicate that: 1) professionals are affected by stress at different
					stages and 2) have a good SS repertoire; and 3) although there are no
					significant correlations between the SS repertoire and stress, correlations were
					found between both with sociodemographic and clinical variables. This study both
					contributes to the expansion of the study in the field of SS and advances in the
					perspective of care with health professionals, thus aligning itself with the
					Humanization Policy of the Brazilian National Health Service (SUS).</p>
			</trans-abstract>
			<trans-abstract xml:lang="es">
				<title>Resumen</title>
				<p>El estrés afecta a un gran número de profesionales sanitarios. Entre los factores
					de protección contra el estrés se encuentran las habilidades sociales (HS), que
					contribuyen a las relaciones interpersonales satisfactorias y a la obtención de
					una mejor calidad de vida. Este estudio tuvo como objetivo analizar la relación
					entre las habilidades sociales y el estrés en profesionales de la salud que
					actúan en una Unidad de Cuidados Intensivos (UCI) de un hospital de alta
					complejidad en São Luís, Maranhão. Con abordaje cuantitativo y diseño
					transversal, descriptivo y correlacional, 62 profesionales respondieron el
					Protocolo de Caracterización Individual, el Inventario de Síntomas de Estrés y
					el Inventario de Habilidades Sociales. Se realizaron análisis estadísticos
					descriptivos e inferenciales. Los resultados indican que: 1) los profesionales
					se ven afectados por el estrés en diferentes etapas y 2) tienen un buen
					repertorio de HS; y 3) se encontraron correlaciones entre estrés y HS con
					variables sociodemográficas y clínicas. Este artículo contribuye tanto para la
					ampliación del estudio en el campo de las HS como para avances en la perspectiva
					del cuidado de los profesionales de la salud, alineándose así con la Política de
					Humanización del Sistema Único de Salud (SUS).</p>
			</trans-abstract>
			<kwd-group xml:lang="pt">
				<title>Palavras-chave:</title>
				<kwd>Estresse</kwd>
				<kwd>Habilidades Sociais</kwd>
				<kwd>Unidades de Terapia Intensiva</kwd>
				<kwd>Saúde Ocupacional</kwd>
			</kwd-group>
			<kwd-group xml:lang="en">
				<title>Keywords</title>
				<kwd>Stress</kwd>
				<kwd>Social Skills</kwd>
				<kwd>Intensive Care Units</kwd>
				<kwd>Occupational Health</kwd>
			</kwd-group>
			<kwd-group xml:lang="es">
				<title>Palabras clave</title>
				<kwd>Estrés</kwd>
				<kwd>habilidades sociales</kwd>
				<kwd>Unidades de Cuidados Intensivos</kwd>
				<kwd>Salud Ocupacional</kwd>
			</kwd-group>
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				<equation-count count="0"/>
				<ref-count count="33"/>
			</counts>
		</article-meta>
	</front>
	<body>
		<sec sec-type="intro">
			<title>Introdução</title>
			<p>As Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), dadas as suas características de
				complexidade, labor intenso e continuado, condições ambientais de temperatura,
				iluminação e ruído favoráveis tanto ao esgotamento físico como emocional, são
				possíveis fontes estressoras para os profissionais de saúde (<xref ref-type="bibr"
					rid="B1">Babanataj et al., 2019</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B16">Mota et
					al., 2021</xref>). Estima-se que o estresse atinja entre 46% (<xref
					ref-type="bibr" rid="B30">Silva et al., 2017</xref>) e 58% dos profissionais
				intensivistas (<xref ref-type="bibr" rid="B16">Mota et al., 2021</xref>).</p>
			<p>Estresse é um conceito delineado na década de 1950 como um conjunto de reações
				fisiológicas produzidas pelo adoecimento (<xref ref-type="bibr" rid="B29">Selye,
					1959</xref>). Sua definição atual perpassa por três perspectivas: a)
				fisiológica, com foco em respostas e reações individuais dessa natureza, b)
				ambiental, que foca nos fatores estressores, e c) psicológica, que foca na relação
				sujeito-contexto (<xref ref-type="bibr" rid="B8">Hirschle &amp; Gondim,
				2020</xref>), na qual o repertório comportamental do sujeito apresenta-se
				insuficiente para lidar com a situação, e ele é superado pela demanda que lhe é
				exigida, excedendo sua capacidade de adaptação (<xref ref-type="bibr" rid="B28"
					>Seger, 2001</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B32">Torres &amp; Coelho,
					2004</xref>). Assim, o grande problema do estresse se estabelece quando não é
				possível, ao sujeito, a emissão de uma resposta adaptativa, que, por sua vez,
				depende da predisposição genética e da aprendizagem e leva a uma relação do
				organismo com o ambiente de vulnerabilidade ou de resistência (<xref ref-type="bibr"
					rid="B23">Pereira &amp; Tricoli, 2003</xref>).</p>
			<p>Quando no ambiente de trabalho, denomina-se de estresse ocupacional e define-se como
				uma resposta a um desequilíbrio entre o alto esforço demandado e a baixa recompensa
				obtida (<xref ref-type="bibr" rid="B17">Murta, 2005</xref>). Mais especificamente,
				no caso dos profissionais de saúde, eventos estressores podem ser: horários
				imprevisíveis, privação do sono, sobrecarga de trabalho, realização de procedimentos
				invasivos e de alta complexidade, conflitos administrativos, sobrecarga de
				informação, sentir-se incapaz e inseguro e lidar com pacientes graves, com o
				prolongamento da vida e com a morte (<xref ref-type="bibr" rid="B33">Zimmermann et
					al., 2006</xref>). Muitos desses são inerentes à rotina de uma UTI, e, portanto,
				é necessário que os profissionais intensivistas disponham, em seu repertório, de
				fatores de proteção.</p>
			<p>Nessa perspectiva, um repertório elaborado de habilidades sociais (HS) pode funcionar
				como protetor ao estresse. As HS são comportamentos sociais, aprendidos e
				socialmente aceitáveis, que maximizam as possibilidades de interações sociais
				positivas. Dentre essas HS, encontram-se as seguintes classes: comunicação,
				civilidade, fazer e manter amizade, empatia, assertividade, expressão de
				solidariedade, manejo de conflitos e resolução de problemas interpessoais, expressão
				de afetos e intimidade, coordenação de grupo e falar em público (<xref
					ref-type="bibr" rid="B6">Del Prette &amp; Del Prette, 2017</xref>).</p>
			<p>Pesquisas empíricas que analisam a relação entre estresse e HS evidenciam que essas
				variáveis estão inversamente relacionadas, indicando que quanto mais elaborado o
				repertório de HS, menores os níveis de estresse (<xref ref-type="bibr" rid="B9"
					>Jardim, 2022</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B10">Lima, 2019</xref>; <xref
					ref-type="bibr" rid="B19">Nascimento et al., 2020</xref>). Na mesma direção,
				estudos que se propõem a avaliar programas como o Treino de HS (THS), ou outro
				programa que inclua um componente de HS em seu desenho, apontam efeitos na redução
				de estresse, indicando que o repertório de HS pode ser protetor ao adoecimento
					(<xref ref-type="bibr" rid="B14">Maturana &amp; Valle, 2014</xref>; <xref
					ref-type="bibr" rid="B20">Nazar et al., 2020a</xref>).</p>
			<p>Aliviar o ambiente laboral de estímulos estressores e proteger o trabalhador do
				adoecimento é fundamental para garantir a qualidade de vida no trabalho. Nesse
				cenário, tem-se a Política de Humanização do Sistema Único de Saúde - Humaniza SUS,
				que busca promover uma abordagem mais humanizada e acolhedora no sistema de saúde,
				tanto para os profissionais de saúde quanto para os pacientes. Essa política dispõe
				como diretrizes para o trabalho: a ambiência, que se refere a criar espaços
				saudáveis, acolhedores e confortáveis; e a valorização do trabalhador, que busca
				qualificar os processos de trabalho e analisar e intervir nas causas de adoecimento
				do trabalhador - sempre com vistas a melhorar a qualidade do atendimento, fortalecer
				a relação entre profissionais de saúde e pacientes e promover um ambiente de saúde
				mais ético, democrático e participativo (Ministério da Saúde [MS], <xref
					ref-type="bibr" rid="B15">2013</xref>).</p>
			<p>Com o propósito de ampliar o campo teórico-prático na temática de HS e estresse;
				analisar a presença de adoecimento dos profissionais, prática que se baseia nos
				pressupostos do Humaniza SUS; e regionalizar os achados de pesquisa, contemplando a
				região nordeste do país, o objetivo deste estudo é analisar o repertório de HS e
				estresse em profissionais de saúde de uma Unidade de Terapia Intensiva de um
				hospital de alta complexidade localizado em São Luís, Maranhão. Mais
				especificamente: a) avaliar o repertório de HS dos profissionais, indicando recursos
				e déficits; b) mensurar o nível de estresse dos profissionais de saúde; e c)
				relacionar o repertório de HS e o nível de estresse desses profissionais.</p>
		</sec>
		<sec sec-type="methods">
			<title>Método</title>
			<sec>
				<title>Delineamento de Pesquisa</title>
				<p>Trata-se de pesquisa de abordagem quantitativa, do tipo descritiva e
					correlacional, visto que tem como objetivo o estudo e a descrição das
					características de uma população-alvo e a investigação da existência de relação
					entre determinadas variáveis (<xref ref-type="bibr" rid="B7">Gil,
					2017</xref>).</p>
			</sec>
			<sec>
				<title>Aspectos Éticos</title>
				<p>Neste estudo, foram seguidas as orientações dispostas na Resolução n. 466, de 12
					de dezembro de 2012, do Conselho Nacional de Saúde e complementares. Dessa
					forma, foram considerados benefícios e riscos concernentes a toda pesquisa
					realizada com seres humanos; garantidos o sigilo, anonimato, direito de
					desistência; e todos os participantes leram, assinaram e ficaram com uma via do
					Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE). A pesquisa foi aprovada pela
					Comissão Científica (COMIC) e pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) do
						<italic>Hospital Universitário da Universidade Federal do Maranhão</italic>,
					sob o CAAE 68855217.2.0000.5086 e parecer n. 2.193.477. Diante dos achados da
					presente pesquisa, intervenções com profissionais da Psicologia, baseadas na
					psicoeducação, foram implementadas pela Instituição.</p>
			</sec>
			<sec>
				<title>Participantes</title>
				<p>Participaram desta pesquisa 62 profissionais de saúde alocados na Unidade de
					Terapia Intensiva de um hospital de alta complexidade da cidade de São Luís,
					Maranhão. Sendo 74,2% do sexo feminino; 53,2% solteiros e 43,5% casados; média
					de 35 anos de idade (DP = 7,8); 58,1% estão cursando ou têm o ensino superior
					completo; e 33,9% têm pós--graduação. Em relação à experiência em UTI,
					observou-se que 16,1% trabalham há mais de cinco anos; 3,2% estão há cinco anos;
					3,2%, há quatro anos; 27,4%, há três anos; 24,2%, há dois anos; 8,1%, há um ano;
					e 17,7%, há seis meses, nesse mesmo setor. Dentre os respondentes, 51,6%
					trabalham na modalidade de dedicação exclusiva e 48,4% estão, concomitantemente,
					vinculados a outras unidades de saúde. No que se refere à categoria
					profissional, 22 (35,5%) são técnicos(as) de enfermagem; 12 (19,4),
					enfermeiros(as); 11 (17,7%), residentes; 7, (11,3%) médicos(as); 7 (11,3%),
					fisioterapeutas; e os outros três são fonoaudiólogo(a), nutricionista e
					terapeuta ocupacional (1,6% cada um).</p>
			</sec>
			<sec>
				<title>Instrumentos</title>
				<p><bold><italic>Protocolo de Caracterização Individual (PCI).</italic></bold>
					Elaborado para esta pesquisa com fins de obtenção dos seguintes dados
					sociodemográficos e profissionais para caracterização da amostra: data de
					nascimento, sexo, estado civil, grau de escolaridade, cargo que ocupa na UTI,
					tempo de experiência na UTI e se possui outros vínculos laborais.</p>
				<p><bold><italic>Inventário de Sintomas de Stress para Adultos de Lipp
							(ISSL</italic></bold>) (<xref ref-type="bibr" rid="B12">Lipp,
						2015</xref>). Instrumento de autorrelato que fornece uma medida de sintomas
					de estresse, tanto físicos quanto psicológicos, em maiores de 15 anos. Composto
					por 37 itens de natureza somática e 19 psicológica, cuja pontuação contempla as
					quatro fases do estresse, a saber, fase de alerta, fase de resistência, fase de
					quase exaustão e fase de exaustão. O inventário apresenta α = .96.</p>
				<p><bold><italic>Inventário de Habilidades Sociais (IHS)</italic></bold> (<xref
						ref-type="bibr" rid="B5">Del Prette &amp; Del Prette, 2016</xref>). É um
					instrumento de autorrelato que tem como objetivo avaliar o repertório de HS para
					a população de adultos jovens. É composto de 38 itens, que apresentam ações e
					sentimentos decorrentes de situações sociais, nos quais os respondentes estimam
					sua resposta em uma escala <italic>Likert</italic> de cinco pontos, que varia de
					0 (nunca ou raramente) a 4 (sempre ou quase sempre). A partir do inventário, são
					obtidos um escore geral (α = .75) e outros cinco escores, que se referem a cada
					fator avaliado pelo instrumento e permite discriminar os repertórios em
					habilidades especificas, sendo: Fator 1) enfrentamento e autoafirmação com
					risco, avaliado nos itens 1, 5, 7, 11, 12, 14, 15, 16, 20, 21 e 29 (α = .96);
					Fator 2) autoafirmação e expressão de sentimento positivo, composto pelos itens
					3, 6, 8, 10, 28, 30, 35 (α = .86); Fator 3) conversação e desenvoltura social,
					itens 13, 17, 19, 22, 24, 36, 37 (α = .81); Fator 4) autoexposição a
					desconhecidos e situações novas, itens 9, 14, 23, 26 (α = .75); e Fator 5)
					autocontrole da agressividade, itens 18, 31, 38 (α = .74).</p>
			</sec>
			<sec>
				<title>Procedimentos de Coleta de Dados</title>
				<p>Os potenciais participantes foram abordados durante o início do plantão na UTI. A
					pesquisadora fez uma breve apresentação sua, dos objetivos e do método da
					pesquisa e realizou o convite para a participação. Nos casos em que o
					participante manifestou o interesse em participar da pesquisa, foi lido e
					explicado o TCLE, e, em seguida, foi solicitado que o participante o assinasse
					em duas vias, sendo uma para a pesquisadora e a outra para ele(a).</p>
				<p>Em seguida, o participante recebia um caderno de questionários que continha o
					PCI, o ISSL e IHS, nessa ordem. A aplicação dos instrumentos ocorreu
					individualmente e durava, em média, 45 minutos. Ao final da pesquisa, a
					pesquisadora apresentou os dados do estudo, em formato textual, para todos os
					participantes, e se disponibilizou para eventuais dúvidas ou acolhimento.</p>
			</sec>
			<sec>
				<title>Procedimentos de Análise dos Dados</title>
				<p>Os dados foram inseridos no Programa Estatístico IBM SPSS Statistics, versão
					20.0. Inicialmente, foi realizada uma análise descritiva dos dados obtidos por
					meio da aplicação do PCI, com o intuito de caracterizar a amostra. O ISSL e o
					IHS foram corrigidos conforme indicações dos manuais. Isso é: para o ISSL, foram
					realizadas análises de frequência quanto ao diagnóstico e às fases do estresse;
					e, para o IHS, foram aferidos um escore total e escores por fator e verificado,
					na tabela correspondente, a sua interpretação. Por último, foram feitas análises
					de correlação de postos de <italic>Spearman</italic> entre os escores do ISSL e
					do IHS, e entre esses e os dados de caracterização sociodemográfica e
					profissional, considerados os critérios de força/intensidade da correlação,
					direção e a significância <italic>p</italic> &lt; .05, conforme propostos por
						<xref ref-type="bibr" rid="B3">Dancey e Reidy (2018)</xref>.</p>
			</sec>
		</sec>
		<sec sec-type="results">
			<title>Resultados</title>
			<p>Observou-se que 59,7% dos profissionais de saúde da UTI têm o diagnóstico de
				estresse. Desses, 45,2% encontram-se na fase de resistência, na qual o indivíduo
				busca se adaptar à nova situação que vem lhe gerando desgaste, visando à restauração
				do equilíbrio interno, podendo surgir sintomas como tremor e fadiga muscular,
				desânimo, irritabilidade, dificuldade de concentração e memória, instabilidade
				emocional e uma maior vulnerabilidade a doenças; 9,7% encontram-se na fase de
				quase-exaustão, etapa intermediária do adoecimento por estresse, na qual há o
				enfraquecimento do indivíduo ao não conseguir adaptar-se ou resistir ao evento ou
				estímulo estressor; e 4,8% encontram-se na fase de exaustão, quando o sujeito não
				dispõe mais de mecanismos de adaptação, deixa de resistir ao estressor e há o risco
				de maiores e diversos agravos (<xref ref-type="bibr" rid="B11">Lipp, 1996</xref>).
				Sobre o tipo de sintoma predominante, 27,4% dos profissionais apresentam
				predominância de sintomas psicológicos; 19,4%, de sintomas físicos; e 12,9%, de
				sintomas físicos e sintomas psicológicos.</p>
			<p>O escore total de HS evidenciou que 33,9% dos profissionais da UTI apresentam um
				repertório bastante elaborado de HS, 27,4% têm um repertório bom acima da mediana;
				24,2%, um repertório bom abaixo da mediana; 3,2%, um repertório médio; e 11,3% têm
				indicação para THS. Ademais, foram aferidos os resultados por fator, que estão
				descritos na <xref ref-type="table" rid="t1">Tabela 1</xref>.</p>
				<p>
			<table-wrap id="t1">
				<label>Tabela 1</label>
				<caption>
					<title>Interpretação da Média dos Escores Fatoriais</title>
				</caption>
				<table frame="hsides" rules="groups">
					<thead>
						<tr>
							<th align="center">Fator IHS</th>
							<th align="center">Média</th>
							<th align="center">Interpretação</th>
						</tr>
					</thead>
					<tbody>
						<tr>
							<td align="left">Fator 1) Enfrentamento e autoafirmação com risco</td>
							<td align="center">10.1</td>
							<td align="left">Bom repertório de habilidades sociais (acima da
								mediana)</td>
						</tr>
						<tr>
							<td align="left">Fator 2) Autoafirmação na expressão de sentimento
								positivo</td>
							<td align="center">9.8</td>
							<td align="left">Bom repertório de habilidades sociais (acima da
								mediana)</td>
						</tr>
						<tr>
							<td align="left">Fator 3) Conversação e desenvoltura social</td>
							<td align="center">7.4</td>
							<td align="left">Bom repertório de habilidades sociais (acima da
								mediana)</td>
						</tr>
						<tr>
							<td align="left">Fator 4) Autoexposição a desconhecidos e situações
								novas</td>
							<td align="center">3.5</td>
							<td align="left">Bom repertório de habilidades sociais (acima da
								mediana)</td>
						</tr>
						<tr>
							<td align="left">Fator 5) Autocontrole da agressividade</td>
							<td align="center">0.9</td>
							<td align="left">Repertório médio</td>
						</tr>
					</tbody>
				</table>
			</table-wrap>
		</p>
			<p>As análises de correlação entre os escores do IHS e ISSL não indicaram correlações
				significativas. Não obstante, houve correlações negativas e moderadas entre o Fator
				4) do IHS <italic>Autoexposição a desconhecidos e situações novas</italic> com idade
				(ρ = -.421, <italic>p</italic> ˂ .001), sexo (ρ = -.324, <italic>p</italic> = .010)
				e tempo de serviço (ρ = -.328, <italic>p</italic> = .009). Também, correlações
				negativas e moderadas entre o escore de ISSL com idade (ρ = -.338,
					<italic>p</italic> = .007), sexo (ρ = -.461, <italic>p</italic> ˂ .001) e tempo
				de serviço (ρ = -.285, <italic>p</italic> = .025). Esses resultados indicam que ter
				o repertório de HS menos elaborado e menores índices de estresse se correlacionam
				com ser do sexo masculino, ter mais idade e mais tempo de serviço.</p>
		</sec>
		<sec sec-type="discussion">
			<title>Discussão</title>
			<p>A prevalência de sintomatologia de estresse nos participantes deste estudo (59,7%)
				aproximou-se de achados recentes (<xref ref-type="bibr" rid="B16">Mota et al.
					2021</xref>), o que indica que, à luz da teoria da resistência e vulnerabilidade
				ao estresse (<xref ref-type="bibr" rid="B23">Pereira &amp; Tricoli, 2003</xref>), há
				vulnerabilidade dos profissionais intensivistas. Os acometidos de estresse
				encontram-se, em sua maioria, na fase de resistência (45,2%), período no qual, com o
				prolongamento da exposição a determinados estressores, o organismo se mobiliza para
				impedir o desgaste total de energia. Isso pode acarretar queda acentuada da
				produtividade, maior produção de cortisol e vulnerabilidade a vírus e bactérias,
				adoecimento físico e psicológico, possível deterioração das relações interpessoais e
				queda da qualidade da assistência (<xref ref-type="bibr" rid="B12">Lipp,
				2015</xref>). Nesse momento, faz-se necessária maior atenção à saúde dos
				profissionais, uma vez que tal situação pode comprometer a segurança do paciente,
				contribuir para desfechos desfavoráveis e aumento de custos para o sistema de saúde
					(<xref ref-type="bibr" rid="B27">Rodrigues &amp; Oliveira, 2010</xref>). Para
				que a Política de Humanização (Ministério da Saúde [MS], <xref ref-type="bibr"
					rid="B15">2013</xref>) seja bem-sucedida, é essencial abordar o estresse desses
				profissionais de saúde e criar condições de trabalho mais saudáveis. Isso não apenas
				beneficia os profissionais como também os pacientes, uma vez que profissionais menos
				estressados e mais satisfeitos tendem a prestar um cuidado mais compassivo,
				acolhedor e eficaz.</p>
			<p>Em relação ao repertório de HS, 88,7% dos profissionais apresentam um repertório que
				varia de médio a elaborado; tal caracterização do repertório se repete mesmo quando
				analisado por fator. Esse resultado coaduna com o de estudos anteriores, que apontam
				nessa mesma direção, sejam com enfermeiras (<xref ref-type="bibr" rid="B13">Marinho
					&amp; Borges, 2020</xref>), sejam com médicos (<xref ref-type="bibr" rid="B24"
					>Pinheiro-Carozzo et al., 2020</xref>) ou residentes em saúde (<xref
					ref-type="bibr" rid="B25">Pletti, 2021</xref>).</p>
			<p>Os resultados ainda apontam que ter mais idade, mais tempo de serviço e ser do sexo
				masculino são variáveis que se correlacionam com um repertório menos elaborado de
					<italic>autoexposição a desconhecidos e situações novas</italic> (Fator 4 do
				IHS). Por um lado, considera-se que as HS são aprendidas (<xref ref-type="bibr"
					rid="B6">Del Prette &amp; Del Prette, 2017</xref>), o que explicaria que quanto
				mais idade e mais tempo de serviço, mais experiência de aprendizagem para consolidar
				tal repertório. Por outro lado, estudos de gênero ainda não são consistentes em
				relação ao papel do sexo no repertório de HS, encontrando-se, na literatura,
				resultados díspares. Estudos anteriores que avaliaram as HS de profissionais da
				saúde (<xref ref-type="bibr" rid="B13">Marinho &amp; Borges, 2020</xref>; <xref
					ref-type="bibr" rid="B24">Pinheiro-Carozzo et al., 2020</xref>; <xref
					ref-type="bibr" rid="B25">Pletti, 2021</xref>) não realizaram análises
				considerando variáveis sociodemográficas e/ou profissionais, tais como idade, sexo e
				tempo de serviço, como fez o presente estudo. Não obstante, há produção com
				universitários da área da saúde com a qual é possível discutir as evidências
				relacionadas a sexo. Nessa perspectiva, os resultados encontrados vão na direção
				oposta a estudos que indicaram que o sexo masculino obteve maiores índices na
				habilidade de <italic>autoexposição a desconhecidos e situações novas</italic>
					(<xref ref-type="bibr" rid="B21">Nazar et al., 2020b</xref>; <xref
					ref-type="bibr" rid="B22">Penha et al., 2016</xref>), reforçando que essa é uma
				questão que há de seguir na agenda de pesquisa da área.</p>
			<p>Os mesmos fatores sociodemográficos e profissionais, a saber, ter mais idade, mais
				tempo de serviço e ser do sexo masculino correlacionaram-se com menores índices de
				estresse. A mesma hipótese anterior, baseada na aprendizagem, pode ser levantada
				para este dado: mais idade e mais tempo de serviço podem favorecer a experiência e
				ampliar recursos próprios para lidar com situações estressoras, o que elucida essas
				correlações negativas. Adicionalmente, os papéis femininos geram sobrecarga, o que
				pode explicar o fato de que participantes desse sexo apresentem maiores níveis de
				estresse, tal qual evidenciado em pesquisas anteriores (cf. <xref ref-type="bibr"
					rid="B2">Campos et al., 2020</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B31">Souza et
					al., 2019</xref>).</p>
			<p>Levanta-se uma hipótese para a ausência de correlação significativa entre o
				repertório de HS e os níveis de estresse: a de que a subcultura hospitalar não
				reforça os comportamentos socialmente habilidosos; em consequência, os profissionais
				não os emitem; e o repertório deixa de se caracterizar como potencialmente protetivo
				ao estresse. Para acompanhar esse encadeamento de acontecimentos, é necessário
				considerar os pontos que seguem. Primeiro, que as HS são situacionais (Del Prette
				&amp;; Del Prette, 2017). Dessa forma, é possível que os profissionais de saúde da
				UTI, apesar de se comportarem de forma habilidosa, não alcancem os objetivos
				imediatos das interações, que são: (1) alcance de resultados almejados; (2)
				aprovação da comunidade; (3) manutenção ou melhoraria da qualidade dos seus
				relacionamentos interpessoais; (4) manutenção ou melhoraria da sua autoestima; (5)
				equilíbrio de reforçadores entre o sujeito e seu(s) interlocutor(es); e (6) promoção
				e o exercício de direitos interpessoais (<xref ref-type="bibr" rid="B6">Del Prette
					&amp; Del Prette, 2017</xref>).</p>
			<p>Segundo, não alcançam esses objetivos devido às características da subcultura das
				instituições hospitalares, tais como rigidez hierárquica, centralização de poder,
				individualismo e competição no trabalho (<xref ref-type="bibr" rid="B26">Rocha et
					al., 2014</xref>), que, por generalização, fazem-se presentes no ambiente de
				UTI, sendo, portanto, um local onde o equilíbrio das interações sociais esteja
				comprometido e não seja propício ou favoreça a emissões de respostas habilidosas.
				Terceiro, “quando, por alguma razão, um contexto . . . não cria oportunidades para
				que as HS sejam exercidas, as necessidades afetivas a elas associadas podem não ser
				satisfeitas” (<xref ref-type="bibr" rid="B4">Del Prette &amp; Del Prette,
					2014</xref>, p. 47). É provável que, embora os profissionais apresentem um bom
				repertório de HS, não as emitem, configurando um déficit no desempenho de HS desses
				trabalhadores. Por último, ao não as emitir, elas deixam de cumprir sua função de
				proteção ao estresse. Em consequência, tem-se a ausência de correlação entre essas
				variáveis.</p>
			<p>Mais uma vez, entra em protagonismo a estreita relação com a Política de Humanização.
				Tal política está intrinsecamente relacionada à melhoria do clima e da cultura
				institucional nas unidades de saúde, pois dispõe sobre a maneira como os
				profissionais de saúde interagem e trabalham juntos, bem como o tratamento da
				instituição para com eles. Estende-se, assim, a empatia e comunicação habilidosa
				entre os profissionais de saúde, que promovem um ambiente de trabalho mais
				colaborativo e respeitoso; a valorização dos profissionais de saúde, que pode elevar
				a autoestima e a satisfação dos funcionários; o incentivo à autonomia e
				participação, que pode se traduzir em uma cultura institucional que valoriza a
				participação dos profissionais de saúde na gestão e tomada de decisões nas unidades
				de saúde; o respeito à diversidade, valorizando a diversidade de perspectivas e
				experiências entre os profissionais de saúde; e o desenvolvimento de competências
				socioemocionais, que fomenta o desenvolvimento profissional e a capacidade de se
				relacionar com colegas (Ministério da Saúde [MS], <xref ref-type="bibr" rid="B15"
					>2013</xref>).</p>
		</sec>
		<sec sec-type="conclusions">
			<title>Considerações Finais</title>
			<p>Este estudo objetivou analisar o repertório de habilidades sociais e o estresse em
				profissionais de saúde da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital de alta
				complexidade em São Luís, Maranhão. Para tanto, foi realizada uma pesquisa
				descritiva e correlacional com 62 profissionais de saúde, que responderam a três
				instrumentos de autorrelato, a saber, um Protocolo de Caracterização Individual, o
				Inventário de Sintomas de Stress para Adultos de Lipp e o Inventário de Habilidades
				Sociais.</p>
			<p>Os dados obtidos indicam que: 1) os profissionais estão acometidos de estresse em
				diferentes fases; 2) apresentam um repertório de HS que varia do médio ao elaborado;
				3) apesar de não haver correlações significativas entre o repertório de HS e
				estresse, foram encontradas correlações negativas tanto de HS quanto de estresse com
				variáveis sociodemográficas e profissionais. O presente estudo se mostra relevante
				pela ampliação de pesquisas no campo teórico-prático das HS e estresse, por
				direcionar achados e esforços para a investigação da qualidade de vida no trabalho
				de profissionais da saúde e pela aplicabilidade do estudo no contexto
				hospitalar.</p>
			<p>Apesar de avanços, identificam-se limitações deste estudo. A primeira concerne à
				utilização de instrumentos de autorrelato, que perpassam pela necessidade de um
				repertório elaborado na habilidade de automonitoria, bem como de autoconhecimento.
				Ainda, os participantes podem ter adequado suas respostas ao que é aprovado
				socialmente, não respondendo de modo que represente seu real padrão de comportamento
				diante das situações apresentadas nos instrumentos. A segunda diz respeito ao uso de
				instrumentos que apresentam situações amplas e não específicas ao contexto de
				trabalho em saúde, inviabilizando generalizações sobre se o repertório de HS e o
				estresse foram analisados exclusivamente na relação indivíduo-trabalho. De tal modo,
				sugere-se a condução de outras pesquisas que incluam métodos de observação
					<italic>in loco</italic> no trabalho e instrumentos aplicados ao contexto
				laboral.</p>
			<p>Considerando-se os efeitos do estresse, ressalta-se a importância do desenvolvimento
				de programas de manejo do estresse com fins de evitar o agravamento de seus
				sintomas, o comprometimento da força e qualidade laboral e sofrimento físico e
				psíquico, bem como o incremento de intervenções ambientais, tanto no ambiente físico
				quanto humano, com vistas a diminuir os estressores da UTI. Levando-se em conta o
				repertório de HS, muito embora a avaliação dos profissionais tenha atingido escores
				satisfatórios, o Fator 5) <italic>autocontrole da agressividade</italic> alcançou
				índices medianos. Esse fator compreende uma habilidade na qual a expressão de
				desagrado ou raiva é desempenhada de maneira competente, minimizando possíveis
				desdobramentos negativos na interação com o outro. Nesse sentido, a literatura
				reflete que, havendo diversas fontes de estímulos estressores, é importante serem
				adotadas intervenções multimodais associadas ao THS (<xref ref-type="bibr" rid="B18"
					>Murta &amp; Tróccoli, 2009</xref>), dotando os profissionais de recursos
				sociais para lidar com os estímulos estressores presentes na UTI.</p>
			<p>A indicação para a elaboração de medidas institucionais para o cuidado com a saúde
				mental dos profissionais de saúde é prevista na Política Nacional de Humanização do
				SUS. Ela estabelece uma abordagem holística que não se limita apenas à experiência
				do paciente, mas também se preocupa com o bem-estar e a saúde mental dos
				profissionais de saúde ao reconhecer que, para fornecer um atendimento de qualidade,
				é essencial que os profissionais estejam em boas condições físicas e emocionais.
				Assim, medidas abrangentes são necessárias para abordar a saúde mental dos
				profissionais de saúde e a qualidade do ambiente de trabalho. Por um lado, é
				essencial criar ambientes de trabalho que sejam acolhedores e que reduzam os fatores
				de estresse ocupacional, tais como altas cargas de trabalho e a escassez de
				recursos. Por outro lado, promover um ambiente de trabalho mais participativo e
				colaborativo é fundamental para diminuir conflitos, aprimorar as condições laborais
				e fomentar um clima institucional mais saudável. Essas ações são urgentes, pois
				visam estabelecer um ciclo virtuoso de melhoria contínua no sistema de saúde,
				beneficiando tanto os profissionais de saúde quanto os pacientes que dependem de
				seus serviços.</p>
		</sec>
	</body>
	<back>
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			<title>Referências</title>
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